Colocar mais um access point no ponto onde o sinal é ruim quase sempre piora o problema.
Wi-Fi corporativo é projeto: medição antes, canal planejado, rede separada para visitante e autenticação por pessoa. Não é equipamento espalhado até parar de reclamar.
O que assumimos
Cobertura que sai de medição, não de tentativa.
A diferença entre Wi-Fi que funciona e Wi-Fi que frustra está quase toda em planejamento de canal, potência e posicionamento.
Medição no local
Levantamento de sinal e interferência no ambiente real, considerando parede, estrutura e uso de cada área.
Rede separada por finalidade
Corporativa, visitante e equipamento operacional em redes distintas, com acesso diferente para cada uma.
Operação e ajuste
Acompanhamento de saturação e interferência, com ajuste conforme o uso do espaço muda.
O que aparece no diagnóstico
Na maioria dos casos o problema não é falta de sinal. É excesso de sinal disputando o mesmo canal.
A reação natural a uma reclamação de Wi-Fi é comprar mais um equipamento. Quando isso se repete algumas vezes, os aparelhos passam a interferir entre si.
Existem vários access points, comprados em momentos diferentes, todos configurados no automático e brigando pelo mesmo canal.
A senha do Wi-Fi é a mesma há anos, foi compartilhada com visitante e fornecedor, e ninguém sabe quem tem acesso.
A chamada de voz cai quando a pessoa anda pelo prédio, porque o aparelho não troca de ponto de forma limpa.
O que entra nessa frente
Do levantamento de cobertura à operação, com a rede sem fio integrada à segmentação da rede cabeada.
Projeto de cobertura
Medição no local para definir quantos pontos, onde e com qual potência, considerando a estrutura do prédio e o uso de cada área.
Rede de visitante isolada
Acesso para visitante separado da rede corporativa, com validade e limite definidos, para que a senha do escritório pare de circular.
Autenticação por pessoa
Acesso identificado por usuário e não senha compartilhada, para que a saída de alguém encerre também o acesso sem fio.
Roaming e uso contínuo
Configuração para que o aparelho troque de ponto sem derrubar a chamada ou a sessão ao circular pelo ambiente.
Quando faz sentido conversar
A frente resolve quando o Wi-Fi deixou de ser conforto e virou parte da operação.
Escritório pequeno com um roteador que atende bem não precisa de projeto. O ganho aparece quando há área grande, muita gente ou equipamento que depende da rede sem fio para trabalhar.
A reclamação de Wi-Fi é recorrente e já foram comprados access points sem resolver.
Existe operação que depende da rede sem fio: coletor, tablet, leitor, telefone em movimento.
A senha do Wi-Fi corporativo é compartilhada com visitante e fornecedor.
A empresa vai mudar de endereço, expandir a área ou reformar o layout.
Como funciona a operação da rede sem fio
Medição e projeto no começo, ajuste contínuo depois, porque o uso do espaço muda.
ETAPA 01
Levantamento
Medição de sinal e interferência no ambiente real, levantamento dos equipamentos atuais e do que cada área precisa da rede sem fio.
ETAPA 02
Implantação
Instalação e configuração conforme o projeto: canal, potência, redes separadas por finalidade e integração com a segmentação da rede cabeada.
ETAPA 03
Operação
Acompanhamento de saturação, interferência e disponibilidade, com ajuste quando uma área passa a ter uso diferente.
ETAPA 04
Revisão
Revisão quando o espaço muda: reforma, mudança de layout, área nova ou aumento de gente reabrem o ciclo.
O que muda quando a rede sem fio é projetada
Reclamação que para de voltar
Resolver interferência e canal costuma eliminar a maior parte dos problemas que comprar mais equipamento não resolvia.
Visitante que não entra na rede da empresa
Rede separada com acesso temporário encerra a prática de compartilhar a senha do escritório com quem está de passagem.
Operação móvel que funciona
Coletor, tablet e telefone deixam de perder conexão ao circular, o que é o que trava operação em galpão, loja e clínica.
Dúvidas mais comuns
O que perguntam antes do projeto
“Não basta comprar um roteador melhor?”
Em ambiente pequeno, às vezes basta mesmo, e dizemos isso. Em área grande, o problema é de projeto: canal, posicionamento e potência, não de potência do aparelho.
“Vocês vendem os access points?”
Não somos revenda e não temos cota com fabricante. Trabalhamos multimarca, e a recomendação vem da medição, não de programa de canal.
“Precisa passar cabo novo?”
Às vezes sim, porque access point precisa de ponto de rede. O levantamento mostra o que dá para aproveitar da infraestrutura existente.
“Dá para ver o que as pessoas acessam?”
O escopo é rede, não monitoria de conteúdo. O que existe é registro de acesso à rede, que serve para segurança e para investigar problema.
“Funciona em galpão e área externa?”
Funciona, com equipamento e projeto próprios. Ambiente com estrutura metálica e área externa mudam bastante a medição e o posicionamento.
“A configuração fica com vocês?”
Configuração, documentação e credenciais são da empresa. Outro time assume sem refazer o projeto.
Próximo passo
Se a reclamação de Wi-Fi volta sempre e comprar mais equipamento não resolveu, o problema provavelmente não é de quantidade.
O diagnóstico mede sinal e interferência no ambiente real e mostra o que é ajuste de configuração e o que é limitação de projeto.
- Medição de cobertura e interferência no local
- Leitura dos equipamentos atuais e do que dá para aproveitar
- Proposta de projeto e do ciclo de acompanhamento

