Pular para o conteúdo
Switches, roteamento e Wi-Fi corporativo

Rede é a camada que ninguém lembra que existe, até o dia em que tudo depende dela.

Projetamos e operamos a rede corporativa de ponta a ponta: segmentação, roteamento com redundância e cobertura sem fio medida. Como competência técnica multimarca, não como revenda.

Multimarca
Projeto e operação
Documentação que fica

Como trabalhamos

Multimarca, sem revenda e sem cota de fabricante.

Não vendemos equipamento e não temos meta de compra com nenhum fabricante. Isso muda o que podemos recomendar: a escolha sai do que o caso pede.

Competência, não parceria comercial

Trabalhamos com Cisco, HP, Huawei e outras. A certificação é pessoal de quem executa, não vínculo comercial da empresa.

Aproveitar antes de trocar

O levantamento costuma mostrar que boa parte do equipamento atual serve, e a troca fica restrita ao que realmente limita.

Documentação como entrega

Topologia, identificação de pontos e configuração registrada, para que a rede não dependa da memória de uma pessoa.

Onde está o problema

A rede da maioria das empresas cresceu por necessidade, uma compra de cada vez.

Cada expansão trouxe um equipamento novo, configurado às pressas por quem estava disponível. O resultado é uma estrutura que funciona até deixar de funcionar, sem ninguém para explicar por quê.

Não existe desenho da rede: descobrir o que está conectado onde exige seguir cabo ou testar no escuro.

Tudo compartilha o mesmo espaço de rede, então um equipamento com problema afeta áreas que nada têm a ver com ele.

A operação depende da rede para faturar, mas a rede é a única camada que ninguém acompanha.

Quando faz sentido conversar

O ganho aparece quando a rede já sustenta a operação, mas ninguém a projetou para isso.

Empresa com infraestrutura pequena e estável raramente precisa. Esta frente existe para quem cresceu e descobriu que a rede virou dependência crítica sem nunca ter virado projeto.

Ninguém tem o desenho atual da rede nem sabe dizer o que está conectado onde.

A operação para quando a rede ou a internet caem, e a recuperação depende de tentativa.

Câmera, visitante, servidor e estação compartilham o mesmo espaço de rede.

A empresa vai expandir, mudar de endereço ou passou a ter mais de uma unidade.

O que muda quando a rede vira projeto

Problema que fica contido

Segmentação impede que a falha ou o comprometimento de um ponto vire parada geral. É a diferença entre um chamado e uma crise.

Investigação que termina rápido

Com topologia documentada e visibilidade por porta, descobrir a origem de uma lentidão deixa de consumir a manhã inteira.

Rede que não mora na cabeça de ninguém

Documentação e padronização fazem a estrutura sobreviver à saída de quem configurou, seja interno ou fornecedor.

Dúvidas mais comuns

Perguntas que aparecem antes do primeiro levantamento

“Vocês vendem equipamento?”

Não. Não somos revenda e não temos cota de compra com fabricante. A empresa compra de quem quiser, e a recomendação sai do que o caso pede.

“Vou precisar trocar tudo?”

Raramente. O levantamento quase sempre mostra que boa parte do equipamento serve, e a troca fica restrita ao que limita o projeto.

“Tenho TI interno. Isso conflita?”

Funciona melhor junto. O TI interno conhece a operação; a frente traz projeto, padronização e documentação, que quase nunca cabem no dia a dia.

“Vocês também cuidam da telefonia?”

Telefonia é frente própria, com plataforma e operadora licenciada. Rede e telefonia se encostam, porque voz roda sobre a rede, mas o escopo aqui é de rede.

“Atendem mais de um endereço?”

Sim, e é onde o projeto pesa mais. Múltiplas unidades envolvem roteamento entre elas e padronização para que todas funcionem igual.

“Fico dependente de vocês?”

Configuração, documentação e credenciais são da empresa. Se a parceria terminar, outro time assume sem redesenhar a rede.

Próximo passo

Se ninguém na empresa consegue desenhar a rede atual em um papel, esse é o ponto de partida.

O levantamento mapeia topologia, equipamentos e pontos críticos, e aponta o que muda o resultado sem exigir troca completa.

  • Mapeamento da topologia e dos equipamentos em uso
  • Identificação dos pontos sem segmentação e sem redundância
  • Proposta de projeto, com o que dá para reaproveitar