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Segurança Gerenciada · Endpoint

Ter antivírus instalado e ter proteção de endpoint são coisas diferentes.

A diferença está em cobertura verificada, alerta que alguém lê e resposta combinada antes do incidente. Assumimos o endpoint como serviço mensal, não como licença entregue.

Cobertura verificada
Alerta com resposta
Relatório mensal

O que assumimos

Cobertura conferida e alerta com destino.

O valor não está na ferramenta, e sim em garantir que ela está em todo lugar que deveria e que a detecção chega em alguém.

Inventário e cobertura

Levantamento do parque real e verificação de quais máquinas estão protegidas, atualizadas e reportando.

Operação do console

Acompanhamento das detecções, tratamento do que é relevante e ajuste de política para reduzir alerta sem valor.

Resposta combinada

O que fazer quando uma máquina é comprometida fica definido antes, incluindo isolamento e quem é acionado.

O que aparece no diagnóstico

O antivírus quase sempre está lá. O que falta é alguém olhando o que ele avisa.

Licença comprada não é o mesmo que máquina protegida, e a diferença entre as duas coisas só aparece quando já houve incidente.

A empresa comprou licença para todas as estações, mas ninguém conferiu se o agente está realmente instalado e atualizado em cada uma.

O console gera alerta, mas ele chega em uma caixa de e-mail que ninguém acompanha, então detecção vira estatística e não ação.

Máquina de fornecedor, notebook pessoal e equipamento antigo circulam na rede sem entrar em nenhuma política.

O que entra no serviço

Implantação, verificação de cobertura, operação do console e resposta a detecção, com relatório do que aconteceu.

Cobertura verificada, não presumida

Inventário do parque e conferência periódica de quais máquinas têm agente ativo, atualizado e reportando ao console.

Inventário de estaçõesAgente ativoVerificação periódica

Detecção que chega em alguém

Acompanhamento das detecções com triagem do que é relevante, para que o alerta gere ação e não se acumular no console.

Triagem de alertaRedução de ruídoAção registrada

Contenção de ransomware

Política de isolamento da máquina comprometida e plano de contenção definido antes do incidente, não durante.

Isolamento de máquinaPlano de contençãoAcionamento definido

Relatório do que aconteceu

Registro periódico de cobertura, detecções e ações tomadas. É o que permite acompanhar se a situação melhora ou piora.

Cobertura no períodoDetecções tratadasEvolução

Quando faz sentido conversar

O serviço resolve quando existe ferramenta, mas não existe quem acompanhe.

Empresa com time de segurança dedicado e rotina de resposta já montada não precisa disso. O ganho aparece onde o console fica sem dono.

Ninguém consegue dizer com certeza quantas máquinas estão protegidas e atualizadas hoje.

Os alertas do antivírus chegam em uma caixa de e-mail que ninguém acompanha de verdade.

Não existe um plano escrito do que fazer quando uma estação é comprometida.

Há máquinas de fornecedor ou equipamento pessoal circulando na rede sem política definida.

Como funciona o serviço gerenciado

Ciclo contínuo, com revisão periódica de cobertura e política.

01

ETAPA 01

Levantamento

Inventário do parque e levantamento da cobertura real: o que tem agente, o que está desatualizado e o que está fora de qualquer política.

02

ETAPA 02

Implantação

Padronização do agente nas máquinas descobertas e ajuste da política inicial, com atenção ao que pode quebrar em sistema legado.

03

ETAPA 03

Operação

Console acompanhado, detecção triada e resposta executada conforme o plano combinado.

04

ETAPA 04

Revisão

Revisão periódica de cobertura, política e falso positivo, com relatório do período. O ciclo recomeça.

O que muda quando o endpoint tem acompanhamento

Máquina esquecida deixa de existir

A verificação periódica encontra o equipamento que ficou de fora, que quase sempre é exatamente por onde o problema entra.

Detecção vira ação no mesmo dia

Alerta com destino e resposta combinada encurtam a distância entre o sinal e a contenção, que é onde o prejuízo é decidido.

Histórico que sustenta decisão

Com relatório periódico, dá para saber se o risco está diminuindo e onde vale investir, no lugar de renovar licença no escuro.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de contratar

“Já pago antivírus. Isso é a mesma coisa?”

A licença é parte pequena. O serviço é sobre garantir cobertura real, acompanhar detecção e ter resposta definida. Sem isso, a ferramenta protege menos do que parece.

“EDR não deixa as máquinas lentas?”

Pode deixar, se a política for aplicada sem ajuste. Por isso a implantação prevê exceção para sistema legado e software de operação, em vez de ligar tudo no máximo.

“Vocês vão ver o que meu time faz na máquina?”

O escopo é segurança, não monitoria de produtividade. O que é acompanhado é comportamento de ameaça, e isso fica definido no contrato.

“Isso garante que não vou ter ransomware?”

Nada garante. O que o serviço faz é reduzir a chance e, principalmente, encurtar o tempo entre o comprometimento e a contenção, que é o que define o tamanho do estrago.

“Funciona com máquina de fornecedor?”

Depende do acordo com o fornecedor. Quando não dá para instalar agente, o caminho é segmentar a rede e limitar o que aquela máquina alcança.

“Serve para poucas máquinas?”

Serve, mas com franqueza: em parque muito pequeno, boa parte do ganho vem de organização e política, e isso pode sair mais barato do que parece.

Próximo passo

Se hoje ninguém consegue dizer quantas máquinas estão protegidas e atualizadas, esse número é o primeiro a levantar.

O diagnóstico compara o parque real com a cobertura ativa e mostra onde está o buraco, que quase sempre é maior do que a expectativa.

  • Inventário do parque e cobertura real do agente
  • Leitura das detecções recentes e do que foi feito com elas
  • Proposta de política, resposta e ciclo de acompanhamento