Os termos que aparecem em proposta de TI, explicados sem rodeio.
Cada verbete diz o que o termo significa, quando a solução se aplica e, principalmente, quando ela não é o caminho. Sem a parte de vender.
Agente de IA
Agente de IA é um programa que interpreta o que a pessoa pediu em linguagem natural, decide o que fazer e executa ação em sistemas reais. Chatbot segue uma árvore de opções decidida antes; agente decide o caminho no momento.
Alta disponibilidade
Alta disponibilidade é projetar o ambiente para que a falha de uma peça não pare a operação, eliminando o ponto único de falha. Não é o mesmo que backup: uma protege contra parada, a outra contra perda.
API
API é o conjunto de portas que um sistema abre para outro software consultar e gravar dados nele, sem passar pela tela. É o que permite dois sistemas conversarem por dentro, em vez de alguém copiar informação de um para o outro.
Backup imutável
Backup imutável é a cópia de segurança que não pode ser alterada nem apagada durante o período de retenção definido, nem por quem tem senha de administrador. É o que sobra quando o atacante já tomou conta do ambiente.
BIA (análise de impacto no negócio)
BIA é a análise que mede o impacto de cada processo parado: quanto custa, quem é afetado e a partir de quando o dano fica grave. O resultado diz o que é crítico e quanto tempo cada processo aguenta fora, base para o plano de continuidade.
BPMN (notação de modelagem de processos)
BPMN é uma notação padronizada para desenhar processos de negócio: quem faz cada etapa, em que ordem, com quais decisões e exceções. Serve para que operação, gestão e tecnologia leiam o mesmo desenho e concordem sobre como o processo funciona.
CDN (rede de distribuição de conteúdo)
CDN é uma rede de servidores espalhados que guarda cópias de imagens, scripts e páginas do site perto de quem acessa. O visitante recebe o arquivo do ponto mais próximo, e o servidor de origem fica livre para o que muda a cada acesso.
CI/CD (integração e entrega contínuas)
CI/CD é a esteira automática que, a cada alteração no código, roda os testes e publica a versão nova se tudo passar. Tira a publicação das mãos de uma pessoa e do improviso, e a transforma em processo repetível.
Conciliação bancária
Conciliação bancária é o confronto, lançamento a lançamento, entre o extrato do banco e o que está registrado no financeiro da empresa, explicando cada diferença. Garante que o caixa do sistema é o caixa real.
Container
Container empacota a aplicação junto com tudo o que ela precisa para rodar: bibliotecas, versões e configuração. O mesmo pacote roda igual na máquina do desenvolvedor, na homologação e em produção.
Core Web Vitals
Core Web Vitals são as três métricas que o Google usa para medir a experiência de uma página: quanto demora a aparecer o conteúdo principal, quanto demora a responder ao clique, e quanto o layout se mexe enquanto carrega.
Cronograma físico-financeiro
Cronograma físico-financeiro é o planejamento que mostra, período a período, quanto de cada etapa da obra deve ser executado e quanto isso vai custar. Liga avanço físico a desembolso e permite comparar o previsto com o realizado.
Cross-docking
Cross-docking é a operação em que a mercadoria recebida no armazém segue direto para a expedição, sem ser armazenada. Chega do fornecedor, é separada por destino e sai no mesmo dia ou em poucas horas.
CT-e (conhecimento de transporte eletrônico)
CT-e é o documento fiscal eletrônico que o transportador emite pela prestação do serviço de transporte de carga. Como a NF-e, é um XML autorizado pela Sefaz. O DACTE é a representação impressa que acompanha a carga.
Curva ABC
Curva ABC é a classificação de itens de estoque, clientes ou fornecedores pela importância no valor total. Os itens A são poucos e concentram a maior parte do valor; os C são muitos e pesam pouco. Serve para decidir onde concentrar controle.
Data lake
Data lake é um repositório que armazena grandes volumes de dados no formato em que chegaram, de várias origens: tabelas, arquivos, registros de sistema, documentos. A estrutura é definida na hora de usar o dado, não na hora de guardar.
Data warehouse
Data warehouse é um banco organizado para responder perguntas de análise, separado do banco que roda a operação. Existe porque os dois usos são opostos: um grava muitos registros pequenos, o outro lê muitos registros de uma vez.
Débito técnico
Débito técnico é o custo acumulado das escolhas rápidas feitas no software, como código duplicado, falta de teste ou estrutura improvisada, que tornam cada mudança seguinte mais lenta e arriscada. Como dívida financeira, cobra juros enquanto não é pago.
DLP (prevenção contra perda de dados)
DLP é o conjunto de regras e ferramentas que reconhece informação sensível, como dado de cliente, contrato ou planilha financeira, e impede que ela saia da empresa pelo caminho errado: e-mail externo, nuvem pessoal, pendrive ou impressão. Funciona só quando a empresa sabe antes o que é sensível.
DPO como serviço (DPOaaS)
DPO como serviço é contratar de fora o encarregado de dados que a LGPD exige: quem responde ao titular, orienta as áreas e fala com a ANPD. A empresa indica um profissional externo em vez de criar o cargo internamente.
EDI (intercâmbio eletrônico de dados)
EDI é a troca de documentos de negócio entre empresas em formato estruturado, de sistema para sistema e sem digitação: pedido de compra, aviso de embarque, fatura, ocorrência de entrega. Cada parceiro combina o layout e o canal da troca.
EDR (Endpoint Detection and Response)
EDR é a camada de segurança que observa o comportamento dos computadores da empresa, registra o que aconteceu e permite conter um equipamento comprometido a distância. Antivírus bloqueia o que já conhece; EDR estranha o que foge do normal.
ERP
ERP é o sistema central que registra as transações da empresa em uma base única: vendas, compras, estoque, produção, financeiro, fiscal e contábil. A venda lançada baixa o estoque, gera a nota e cria o título a receber sem redigitação.
ETL
ETL é o processo que extrai o dado dos sistemas de origem, ajusta o formato e as regras, e grava onde a análise acontece. É a etapa invisível que decide se o número do painel bate com o do sistema.
Fila de mensagens
Fila de mensagens é um componente que recebe e guarda as mensagens de um sistema até que outro sistema consiga processá-las. Se o destino estiver fora do ar ou sobrecarregado, a mensagem espera na fila em vez de se perder.
FinOps
FinOps é a prática de tornar o custo de nuvem visível, atribuível e previsível: cada recurso tem dono, cada aumento tem explicação e a decisão de gastar passa a ser informada. Não é cortar infraestrutura, é parar de gastar sem saber com o quê.
Firewall as a Service (FWaaS)
Firewall as a Service é contratar a proteção de perímetro como serviço operado, e não como caixa comprada: alguém revisa regra, acompanha log e responde quando algo muda. O equipamento pode continuar o mesmo; o que muda é ter operação por trás.
Gestão de patches
Gestão de patches é o processo de aplicar as correções publicadas por quem fabrica sistemas e equipamentos de forma controlada: saber o que existe, testar antes, aplicar numa janela combinada e ter como voltar atrás se algo quebrar. É o que fecha a porta de falhas já conhecidas.
Gestão de vulnerabilidades
Gestão de vulnerabilidades é o ciclo contínuo de descobrir falhas conhecidas nos equipamentos e sistemas da empresa, decidir quais importam primeiro pelo risco real, corrigir e confirmar que a correção funcionou. É rotina com dono, não um relatório anual.
Hardening
Hardening é ajustar servidores, computadores e equipamentos de rede para expor o mínimo possível: desligar serviços que ninguém usa, trocar senhas e configurações de fábrica, dar a cada conta só a permissão necessária e seguir uma configuração de referência. Menos portas abertas, menos entradas.
Homologação
Homologação é a etapa em que o sistema é testado por quem vai usá-lo, em um ambiente separado da produção e parecido com ela, e aprovado formalmente antes de entrar em operação. É o aceite do negócio, não o teste do desenvolvedor.
IAM (gestão de identidade e acesso)
IAM é a disciplina que responde três perguntas para cada pessoa e sistema da empresa: quem é, o que pode acessar e até quando. Junta cadastro de identidades, regras de permissão e o ciclo de entrada, mudança de função e saída. Sem ela, o acesso cresce sozinho e nunca encolhe.
Infraestrutura como código (IaC)
Infraestrutura como código é declarar servidor, rede e permissão em arquivo versionado, e deixar uma ferramenta criar o ambiente a partir dele. O painel do provedor deixa de ser onde se constrói e passa a ser onde se confere.
Interoperabilidade em saúde
Interoperabilidade em saúde é a capacidade de sistemas diferentes, como prontuário, laboratório, imagem, faturamento e operadora, trocarem informação do paciente e interpretarem essa informação do mesmo jeito, sem redigitação e sem perda de significado.
iPaaS (plataforma de integração como serviço)
iPaaS é uma plataforma contratada como serviço em nuvem que liga sistemas entre si usando conectores prontos, regras de transformação e agendamento. A empresa monta os fluxos de integração nela, sem manter servidor próprio para isso.
ISO 27001
ISO 27001 é a norma internacional que define como montar e manter um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI). A empresa pode ser certificada nela por organismo acreditado e independente, após auditoria.
Kubernetes
Kubernetes é o sistema que decide onde cada container roda, reinicia o que falha e ajusta a quantidade conforme a demanda. Resolve orquestração em escala, e cobra uma curva de complexidade que só se paga acima de certo tamanho.
KYC (conheça seu cliente)
KYC, do inglês Know Your Customer, é o processo de identificar e verificar quem é o cliente, entender a atividade dele e classificar o risco que ele representa. É base da prevenção à lavagem de dinheiro e à fraude no setor financeiro.
Last mile (última milha)
Last mile, ou última milha, é a etapa final da entrega: do último ponto de distribuição até a porta do cliente. É o trecho mais caro por volume, o que mais gera ocorrência e o único que o cliente enxerga.
LGPD
A LGPD regula como empresa e órgão público podem tratar dado pessoal no Brasil. Exige base legal para cada tratamento, transparência com o titular e um encarregado indicado. Não proíbe usar dado: exige saber por que se usa.
Link dedicado
Link dedicado é a conexão de internet com banda garantida e reservada à empresa, geralmente simétrica, com a mesma velocidade para baixar e enviar, e contrato de nível de serviço com prazo de reparo definido.
LLM (modelo de linguagem)
LLM é um modelo treinado para prever a próxima palavra a partir de muito texto. Isso o torna excelente em linguagem e péssimo como fonte de verdade: ele produz o que é plausível, não o que é verificado.
Low-code
Low-code é a forma de construir aplicações e automações montando blocos visuais em uma plataforma, escrevendo pouco ou nenhum código. Reduz o tempo para o primeiro resultado e transfere para a plataforma uma parte das decisões técnicas.
MES (sistema de execução da manufatura)
MES é o sistema que acompanha a produção enquanto ela acontece: qual ordem está em qual máquina, quanto foi produzido, quanto foi refugado, quanto tempo a linha ficou parada e por quê. Liga o plano do ERP ao que ocorre no chão de fábrica.
MFA (autenticação multifator)
MFA exige um segundo comprovante além da senha para liberar o acesso: um código que muda, uma chave física ou uma biometria. Senha vazada deixa de ser suficiente para entrar, e é por isso que a medida bloqueia a maior parte dos acessos indevidos.
Microsserviços
Microsserviços são uma forma de organizar um sistema em várias partes pequenas e independentes, cada uma responsável por uma função do negócio, com banco próprio e publicação separada, que conversam entre si pela rede.
MVP (produto mínimo viável)
MVP é a menor versão de um produto ou sistema que já pode ser usada de verdade e que serve para testar uma hipótese: se as pessoas usam, se o processo funciona, se vale continuar investindo. O mínimo é de escopo, não de qualidade.
NF-e (nota fiscal eletrônica)
NF-e é o documento fiscal eletrônico que registra a circulação de mercadoria, o modelo 55. É um arquivo XML assinado digitalmente pelo emitente e autorizado pela Sefaz, e é esse arquivo que tem validade jurídica. O DANFE é só a representação impressa.
NFS-e (nota fiscal de serviço eletrônica)
NFS-e é a nota fiscal eletrônica da prestação de serviço, ligada ao ISS, imposto de competência municipal. Historicamente cada município definiu seu próprio sistema e layout, e hoje existe um padrão nacional em adoção.
NGFW (firewall de próxima geração)
NGFW é o firewall que decide o que passa pela rede olhando a aplicação, o usuário e o conteúdo do tráfego, não apenas porta e endereço. Costuma reunir filtro de aplicação, prevenção de intrusão e inspeção de tráfego cifrado num mesmo equipamento.
Nuvem híbrida
Nuvem híbrida é o ambiente em que parte dos sistemas roda em infraestrutura própria e parte em nuvem pública, conectados e geridos como uma operação só. Cada carga fica onde faz mais sentido por custo, desempenho ou exigência.
Observabilidade
Observabilidade é conseguir explicar por que um sistema se comportou de determinada forma a partir do que ele já registra, sem precisar reproduzir o problema. Monitoramento avisa que quebrou; observabilidade permite descobrir a causa.
OCR (reconhecimento óptico de caracteres)
OCR é a tecnologia que converte a imagem de um documento, como um PDF escaneado ou a foto de uma nota, em texto que o computador consegue ler. Ele só lê: saber qual número é o valor total e se ele confere é trabalho de outra etapa.
OEE (eficiência global do equipamento)
OEE é o indicador que mostra quanto do tempo planejado de um equipamento virou produção boa. Multiplica três fatores: disponibilidade (tempo rodando), desempenho (velocidade frente ao padrão) e qualidade (peças boas sobre o total produzido).
PAM (gestão de acesso privilegiado)
PAM é o controle das contas com poder de administrador: servidores, banco de dados, firewall, nuvem. A senha fica guardada num cofre, o acesso é liberado só quando necessário e por tempo limitado, e cada sessão fica registrada. Quem invade quer essas contas; PAM dificulta que as encontre prontas.
PCP (planejamento e controle da produção)
PCP é a função que decide o que produzir, quanto, quando e em qual recurso, e depois acompanha se o plano está sendo cumprido. Traduz a demanda de vendas em ordens de produção e de compra, respeitando a capacidade de máquina, gente e material.
Phishing
Phishing é a mensagem que imita uma comunicação legítima para obter credencial, pagamento ou instalação. Não explora falha de software, explora a pressa de quem lê, e por isso não existe correção que o elimine.
Plano de continuidade de negócios (PCN)
Plano de continuidade de negócios é o documento que diz como a empresa segue entregando o essencial quando algo crítico falha: sistema fora, prédio inacessível, fornecedor parado. Define prioridades, responsáveis, alternativas e o tempo aceitável de parada.
Prontuário eletrônico
Prontuário eletrônico é o registro digital do histórico de saúde do paciente: anamnese, evolução, prescrições, exames e condutas, com autor e data de cada anotação. É documento clínico e contém dado pessoal sensível.
Propriedade do código-fonte
Propriedade do código-fonte é a definição de quem detém os direitos sobre o código de um software encomendado e pode usá-lo, alterá-lo e entregá-lo a outro fornecedor. Pagar pelo desenvolvimento, sozinho, não garante isso: o contrato precisa dizer.
RAG (geração aumentada por recuperação)
RAG é a técnica que faz um modelo de IA responder com base nos documentos da própria empresa: antes de escrever, o sistema busca os trechos relevantes em uma base e entrega esses trechos ao modelo junto com a pergunta. A resposta vale o que vale a base.
Ransomware
Ransomware é o ataque que cifra os arquivos da empresa e cobra resgate pela chave. O que decide o desfecho não é a ferramenta que tentou impedir, e sim se existe backup íntegro, desconectado e testado.
Rastreabilidade de lote
Rastreabilidade de lote é a capacidade de responder, a partir de um lote, de onde vieram seus insumos e para quais clientes ele foi. Funciona nos dois sentidos, do insumo ao cliente e do cliente de volta ao insumo, e é o que torna possível um recall preciso.
RDO (relatório diário de obra)
RDO, o relatório diário de obra, é o registro formal de cada dia do canteiro: clima, equipe presente, equipamentos, serviços executados, ocorrências e visitas. É a memória da obra e a base documental para medição, aditivo de prazo e disputa contratual.
RIPD (relatório de impacto à proteção de dados)
RIPD é o documento previsto na LGPD que descreve um tratamento de dado pessoal, os riscos que ele traz aos titulares e as medidas para reduzi-los. Pode ser exigido pela autoridade e faz sentido sobretudo em tratamento de alto risco.
RPA (Robotic Process Automation)
RPA é software que executa tarefas repetitivas operando a interface dos sistemas, do mesmo jeito que uma pessoa faria: abre a tela, lê o campo, copia o dado e clica. Serve para automatizar processo em sistema que não oferece integração.
RTO e RPO
RTO é quanto tempo a operação aguenta ficar parada. RPO é quanto trabalho ela aceita perder, medido em tempo. São os dois números que transformam "temos backup" em um plano com prazo e custo definidos.
Ruptura de estoque
Ruptura de estoque é quando o cliente procura um produto e ele não está disponível para venda, seja porque acabou, seja porque existe no sistema mas não está na prateleira. A venda perdida raramente aparece em relatório.
SaaS
SaaS é software entregue por assinatura e operado pelo fornecedor: a empresa usa pelo navegador e não cuida de servidor, atualização nem backup da plataforma. O que ela passa a cuidar é do contrato e dos próprios dados.
SD-WAN
SD-WAN é usar software para decidir, a cada momento, por qual link cada tipo de tráfego sai. Em vez de um link principal e outro parado esperando falha, todos trabalham, com prioridade definida por aplicação.
SIEM (gestão de informações e eventos de segurança)
SIEM é a plataforma que recolhe registros de firewall, servidores, computadores, e-mail e sistemas, guarda tudo num lugar só e cruza os eventos para apontar o que parece ataque. Ele organiza a evidência; quem decide se é incidente é uma pessoa.
Sistema legado
Sistema legado não é o sistema antigo, é o que a empresa não consegue mudar com segurança: sem quem entenda, sem documentação, sem teste. Idade é sintoma; o problema é a impossibilidade de evoluir.
SLA
SLA é o compromisso de nível de serviço escrito em contrato: o que é prometido, como é medido e o que acontece se não for cumprido. Sem as três partes, o número é marketing.
SOC (centro de operações de segurança)
SOC é o centro de operações de segurança: a equipe, o processo e as ferramentas que monitoram o ambiente da empresa o tempo todo, investigam o que parece ataque e agem para conter. Não é uma sala nem um software, é uma função que trabalha de madrugada e no feriado.
SPED (Sistema Público de Escrituração Digital)
SPED é o sistema do governo que recebe em formato digital as escriturações das empresas, como a contábil (ECD), a fiscal (EFD) e a ECF. Com isso o fisco cruza o que a empresa declara com os documentos fiscais eletrônicos que ela emitiu e recebeu.
SRE (engenharia de confiabilidade de sites)
SRE é a prática de tratar a confiabilidade de um sistema como engenharia: meta mensurável de funcionamento, margem de falha aceitável e automação do trabalho operacional repetitivo. O objetivo é o sistema ficar de pé sem depender de heroísmo.
SSO (Single Sign-On)
SSO é o mecanismo que permite ao colaborador entrar uma vez, com uma identidade central, e acessar vários sistemas sem uma senha para cada um. A empresa ganha controle: liberar e cortar acesso passa a acontecer num lugar só.
TMS (sistema de gestão de transporte)
TMS é o sistema que organiza a operação de transporte: planeja carga e rota, escolhe transportadora ou veículo, calcula o frete, acompanha a entrega e confere a fatura cobrada. É onde o custo logístico deixa de ser estimativa.
Vazamento de dados
Vazamento de dados é quando informação da empresa chega a quem não deveria ter acesso, por ataque, erro ou descuido. Se envolve dado pessoal com risco relevante ao titular, a LGPD exige comunicar a autoridade nacional e as pessoas afetadas.
VLAN
VLAN separa uma rede física em várias redes lógicas que não se enxergam, sem passar cabo novo. É o que permite que câmera, visitante e servidor convivam na mesma estrutura sem compartilhar o mesmo espaço.
VPN
VPN cria um túnel cifrado entre quem está fora e a rede da empresa, como se o equipamento estivesse no escritório. Resolve o acesso remoto e traz junto o problema de sempre: quem entra costuma enxergar a rede inteira.
Webhook
Webhook é o sistema avisar quando algo acontece, em vez de alguém perguntar de tempos em tempos. Inverte a direção da integração: o fornecedor chama o seu endereço no momento do evento, e não o contrário.
WMS (sistema de gestão de armazém)
WMS é o sistema que controla o que acontece dentro do armazém: recebimento, endereçamento, armazenagem, separação, conferência e expedição. Diz onde cada item está, em que quantidade, em qual lote e quem mexeu nele por último.
XDR (detecção e resposta estendidas)
XDR é a camada de detecção e resposta que junta sinais de computadores, e-mail, identidades, rede e nuvem numa mesma investigação. No lugar de cinco alertas soltos, mostra um ataque com começo, meio e fim, e permite agir em todas as frentes a partir de um só painel.
Zero Trust
Zero Trust é abandonar a ideia de que estar dentro da rede é prova de confiança. Cada acesso passa a ser verificado por identidade e contexto, venha do escritório ou de fora. Não é produto, é forma de decidir quem entra onde.
Entender o termo é o começo. Decidir se ele resolve o seu caso é outra conversa.
O diagnóstico olha a operação que existe hoje e aponta qual dessas frentes muda resultado primeiro, e qual pode esperar.
Agendar diagnóstico
