A mina é infraestrutura pesada. O ataque que para a mineradora entra pelo e-mail do escritório.
Cuidamos da segurança da camada de TI da operação mineral: rede e sistemas corporativos, acesso de fornecedores e contratadas, documentação de segurança e a cópia que permite voltar depois de um incidente, em rotina contínua e com monitoramento conduzido por parceiro.
O que aparece no levantamento
A operação física é robusta. A rede administrativa que a sustenta, nem sempre.
A mineradora depende de sistemas corporativos para comprar peça, pesar e faturar expedição, pagar contratada e responder a quem fiscaliza. Unidades distantes, links instáveis e muitos terceiros com acesso deixam essa camada mais exposta do que a diretoria imagina.
Dezenas de contratadas têm usuário na rede corporativa, e ninguém revisa quem ainda precisa do acesso depois que o contrato termina.
Fornecedores de sistemas acessam remotamente servidores da unidade por ferramentas instaladas há anos, sem registro de sessão e com a mesma senha desde a implantação.
A rede do escritório da mina e a rede que chega perto da operação foram ligadas por conveniência, e ninguém sabe dizer o que de uma alcança a outra.
Documentação de segurança, relatórios de inspeção e planos de emergência estão num servidor de arquivos sem cópia isolada, ao alcance de qualquer máquina infectada.
Um e-mail falso de transportadora pedindo troca de conta bancária chega ao financeiro, que fica a centenas de quilômetros da mina e não conhece o remetente.
O que entra na operação de segurança da mineradora
Camadas mantidas em rotina no lado da TI, com monitoramento contínuo conduzido por parceiro de operação e a Composto Web responsável pela ponte com a sua equipe.
Perímetro e separação entre redes, pelo lado da TI
Firewall gerenciado nas unidades e na sede, com regra explícita do que a rede corporativa pode alcançar na direção da operação. A configuração do equipamento de automação continua com a engenharia que o mantém; o que controlamos é a passagem do lado da TI.
Identidade de contratadas e fornecedores
Cada terceiro com usuário próprio, segundo fator, validade ligada ao contrato e revisão periódica de acesso. O acesso remoto de fornecedor passa por um caminho único, com sessão registrada.
Detecção e resposta com parceiro
Endpoint protegido em todas as máquinas corporativas, e os alertas chegam a analistas do parceiro de operação, que seguem um roteiro de contenção acertado antes com a mineradora, inclusive para unidade remota fora do horário.
Cópia isolada da documentação crítica
Relatórios de inspeção, planos, documentação de segurança e bases do ERP com cópia fora do alcance da rede e restauração ensaiada. A Lei nº 12.334/2010 garante ao órgão fiscalizador acesso à documentação de segurança da barragem; para a mineradora que se enquadra nela, perder esses arquivos num ataque deixa de ser só problema de TI.
Conscientização focada em fraude de fornecedor
Simulações que imitam o golpe do setor: fornecedor pedindo troca de conta, transportadora cobrando frete, contratada enviando boletim falso. O financeiro e os compradores das unidades aprendem a desconfiar pelo motivo certo.
Revisão periódica com a gestão
Reunião com o que foi detectado, quais acessos foram revogados, o que mudou na exposição e o que decidir a seguir, em linguagem que a diretoria de operações usa para priorizar investimento.
Onde esta frente termina
Não é segurança de automação industrial. É a proteção da camada de TI e dos dados que sustentam a mina.
Segurança gerenciada (esta página)
- A rede corporativa, os servidores e os computadores das unidades precisam de proteção e monitoramento contínuos.
- Contratadas e fornecedores têm acesso sem revisão nem trilha.
- Documentação de segurança e bases corporativas não têm cópia isolada nem restauração ensaiada.
- A diretoria quer saber o que está exposto e o que priorizar.
Software para mineradoras
- O problema é falta de sistema para inspeção, pré-uso ou SSMA.
- A documentação precisa primeiro de um repositório organizado, e só depois de proteção.
- O objetivo é registrar melhor, e não reduzir exposição.
CLP, supervisório, telemetria e rede de controle de equipamento são tecnologia operacional: a proteção deles fica com a engenharia de automação e seus fornecedores, e a Composto Web não assume esse papel. Também não certificamos: preparamos para auditoria de organismo independente, quando ela for exigida.
Quando faz sentido conversar
A segurança contínua vira prioridade quando a mineradora não sabe dizer quanto tempo ficaria sem comprar, faturar e responder à fiscalização depois de um ataque.
Operação pequena, com poucos usuários e sem terceiros na rede, resolve com o básico bem feito. O serviço gerenciado se justifica quando unidades, contratadas e fornecedores multiplicam as portas de entrada.
Muitas contratadas e fornecedores têm acesso à rede, e ninguém revisa essa lista.
Unidades remotas não têm TI local e dependem de atendimento a distância.
Não há clareza sobre o que a rede administrativa alcança na direção da operação.
A documentação de segurança e as bases do ERP não têm cópia isolada.
O financeiro já recebeu tentativa de fraude com dados de fornecedor alterados.
Como funciona o serviço gerenciado
Não há data de entrega: é um ciclo que fecha em revisão e recomeça enquanto o contrato existir.
ETAPA 01
Levantamento
Mapeamos unidades, links, servidores, usuários de terceiros, acessos remotos de fornecedores e a fronteira entre a rede corporativa e a operacional, e identificamos quais sistemas e documentos a mineradora não pode perder.
ETAPA 02
Implantação
Ativamos as camadas combinadas, começando pelo acesso de terceiros e pela cópia isolada, e acordamos com a mineradora quem autoriza uma contenção e como agir numa unidade sem ninguém de TI no local.
ETAPA 03
Operação
A camada de TI passa a ser mantida e vigiada, com alertas triados por analistas do parceiro, contenção conduzida junto com a equipe da mineradora e registro de cada ocorrência.
ETAPA 04
Revisão
Em ciclos definidos, revisamos incidentes, acessos revogados, mudanças de contratadas e de unidades, e o que ajustar na proteção. Então o ciclo recomeça.
O que muda quando a camada de TI tem vigilância e dono
Terceiro com acesso só enquanto precisa
O usuário de contratada vence com o contrato, e o acesso remoto de fornecedor tem trilha que responde a qualquer pergunta.
Retomada planejada depois de um incidente
Com cópia isolada e restauração ensaiada, compra, faturamento e documentação de segurança voltam sem depender de negociação com quem atacou.
Investimento decidido por exposição
A diretoria enxerga o que foi detectado e o que está aberto, e prioriza pelo risco da operação, não pelo último fornecedor que ligou.
Dúvidas mais comuns
O que a mineradora pergunta antes de começar
“Vocês protegem o supervisório e os CLPs?”
Não. A proteção do equipamento de automação e da rede de controle é da engenharia de automação e dos fornecedores dela. Cuidamos da camada de TI e do que ela deixa passar em direção à operação, e isso fica escrito no contrato.
“O monitoramento é de vocês?”
É conduzido por um parceiro que mantém estrutura e analistas dedicados. A Composto Web não tem centro de operações próprio: responde pelo escopo, pelo acionamento e pela execução no seu ambiente.
“Vocês certificam a mineradora?”
Não. Certificação é emitida por organismo acreditado e independente. Podemos preparar a empresa para essa auditoria, com política, controle e evidência, mas quem audita é outro.
“Nossas unidades ficam longe e o link é ruim.”
Isso entra no desenho: o que precisa funcionar localmente, o que pode depender da sede e como agir quando o link cai. A proteção não pode pressupor uma conexão que a unidade não tem.
“Preciso trocar o que já tenho?”
Nem sempre. O levantamento mostra o que as ferramentas atuais entregam e o que falta, com o motivo técnico, e a recomendação parte disso.
“Somos fornecedor de mineradora. Faz sentido?”
Faz, e cada vez mais: a mineradora cobra de quem acessa a rede dela o mesmo cuidado que exige de si. O escopo se ajusta ao porte e ao tipo de acesso que o contrato prevê.
Frentes relacionadas
Voltar para Segurança GerenciadaFirewall as a Service
O perímetro de cada unidade e a passagem entre redes.
Zero Trust e Gestão de Identidade
Usuário próprio e validade para cada terceiro.
MDR
Alerta lido e respondido por analistas do parceiro, fora do horário também.
Conscientização em Segurança
Simulação do golpe de troca de conta de fornecedor.
vCISO
Quando a diretoria precisa de alguém respondendo pelo programa inteiro.
Outras frentes neste setor
Tecnologia para mineração
Onde a tecnologia da informação ajuda a mineradora além da automação de mina: registro de campo, administrativo automatizado e proteção da camada de TI.
Automação para mineradoras
Integrações, RPA e fluxos de aprovação para o administrativo da mineração: compra de peça, frete, medição de contratada e relatório diário sem digitação.
Software para mineradoras
Sistemas sob medida para mineração: inspeção de campo, histórico de ativos, registro de SSMA e documentação de segurança, ligados ao ERP e aos dados que já existem.
Esta frente em outros setores
Segurança da informação para RH
Proteção do dado de candidatos e colaboradores: acesso por perfil ao dado sensível, desligamento que retira acessos e resposta a incidente combinada antes.
Segurança da informação para saneamento
Proteção da camada de TI de quem opera água, esgoto e resíduos: sistema comercial, acesso de fornecedores, unidades dispersas e resposta a incidente com parceiro.
Segurança da informação para hospitais e laboratórios
Operação contínua de segurança para hospitais, laboratórios e redes: acesso ao dado de paciente, rede de equipamentos, detecção com parceiro e preparo para auditoria.
Segurança da informação para seguradoras e fintechs
Operação contínua de segurança para quem guarda dado financeiro e responde a regulador: acesso revisado, detecção com parceiro, pentest independente e evidência.
Segurança da informação para empresas de tecnologia
Segurança gerenciada para MSPs, telecom B2B, software houses e SaaS: acesso privilegiado a clientes, pentest, detecção com parceiro e evidência para due diligence.
Segurança da informação para varejo
Segurança gerenciada para varejo: dados de clientes, lojas conectadas e acessos de parceiros, operados com rotina, registro e monitoramento com parceiro.
Fontes citadas
- Lei nº 12.334/2010: Política Nacional de Segurança de Barragens, que cria o Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB). O art. 17 obriga o empreendedor a permitir o acesso irrestrito do órgão fiscalizador à documentação de segurança da barragem, a manter registros e a cadastrar e manter atualizadas as informações relativas à barragem no SNISB.
Próximo passo
Se uma contratada encerrada no ano passado ainda tem usuário ativo na rede, o levantamento já sabe por onde começar.
Olhamos unidades, acessos de terceiros, cópias e a fronteira com a operação, e devolvemos o que está exposto, o que é urgente e a ordem de ataque.
- Mapa de acessos de contratadas e fornecedores
- Fronteira entre a rede corporativa e a operacional, pelo lado da TI
- Situação da cópia e da restauração dos documentos críticos

