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Software Sob Medida · Mineração

A mina opera em três turnos. A inspeção feita às duas da manhã só vira dado quando alguém digita o papel.

Construímos o sistema de informação que a mineradora não encontra pronto: inspeção e checklist registrados no ponto onde acontecem, histórico de ativo que a manutenção consulta antes de intervir e documentação de segurança organizada para quem fiscaliza.

Inspeção na origem
Ativo com histórico
Evidência organizada

O que se vê acompanhando um turno

A operação é pesada e bem instrumentada. A informação administrativa sobre ela anda de caminhonete.

Na mina e na usina de beneficiamento, os equipamentos têm sensores e sala de controle. Já o que as pessoas registram, inspeção, pré-uso, ocorrência, liberação de trabalho, segue em formulário de papel e planilha, com dias de atraso até chegar a quem decide.

O checklist de pré-uso de caminhão e escavadeira é preenchido em papel no início do turno e só é conferido quando o bloco volta ao escritório, se voltar inteiro.

A manutenção abre ordem sem ver o histórico daquele ativo, porque as inspeções anteriores estão em pastas de áreas diferentes.

Ocorrência de SSMA, desvio e ação corretiva circulam por e-mail, e reunir a evidência de um mês para auditoria ou fiscalização consome a semana de alguém.

O ERP corporativo não conversa com o que a operação registra, e o indicador de disponibilidade de frota é recalculado à mão toda segunda-feira.

O que construímos para a operação mineral

Aplicações desenhadas a partir da rotina da mina e da usina, conversando com o ERP e com os dados operacionais que já estão disponíveis.

Inspeção e checklist no ponto de uso

Formulários de pré-uso, inspeção de área e verificação de equipamento no tablet ou no celular, com foto, localização e responsável. Item reprovado gera pendência na hora, e o equipamento fica marcado como impedido no sistema até alguém liberar.

Registro no campoPendência automáticaImpedimento até liberar

Histórico de ativo para a manutenção

Cada caminhão, britador, correia ou bomba com a sua linha do tempo: inspeções, falhas, intervenções, peças trocadas. Quem vai intervir consulta o passado do ativo antes, e o planejamento enxerga qual equipamento mais volta para a oficina.

Linha do tempo do ativoFalha recorrente visívelConsulta antes da intervenção

Registro de SSMA com responsável e prazo

Ocorrência, desvio, permissão de trabalho e ação corretiva num fluxo com dono e data, ligados à área e à equipe envolvidas. A evidência que a fiscalização ou a auditoria pede se acumula enquanto o trabalho acontece, e não na véspera da visita.

Ação com donoPermissão rastreávelEvidência contínua

Documentação de segurança de barragem organizada

Para quem opera barragem enquadrada na Lei nº 12.334/2010, que obriga o empreendedor a manter registros e a dar ao órgão fiscalizador acesso à documentação de segurança: relatórios de inspeção, leituras anotadas pela equipe e planos versionados num repositório com histórico e controle de acesso.

Repositório versionadoInspeção registradaAcesso controlado

Ponte entre o corporativo e a operação

O ERP cuida de compras, estoque e custo; a operação tem bases e planilhas próprias. Construímos a camada que leva o dado de uma para a outra e que lê informações dos sistemas operacionais quando eles oferecem esse acesso, sem tocar no controle dos equipamentos.

ERP preservadoLeitura do que existeControle intocado

Controle de contratadas e terceiros

Documentação, treinamento e liberação de acesso de cada empresa contratada reunidos num só lugar, com vencimento acompanhado. O gestor do contrato sabe quem pode entrar em cada área e desde quando.

Contratada por contratoVencimento acompanhadoLiberação registrada

Onde esta frente termina

Não é automação de mina nem sistema de controle. É o sistema de informação que as pessoas da operação usam.

Software sob medida (esta página)

  • Inspeção, pré-uso e ocorrência de SSMA ainda são registrados em papel ou planilha.
  • A manutenção precisa do histórico do ativo e ele está espalhado entre áreas.
  • A documentação cobrada por quem fiscaliza depende de montagem manual.
  • A rotina da operação é própria e nenhum produto de prateleira a representa sem distorcer.

Automação para mineradoras

  • Os sistemas administrativos existem e o gargalo é a passagem manual de dado entre eles.
  • O problema está em compra, frete, medição de contratada ou relatório repetido.
  • A resposta é ligar sistemas existentes, sem desenvolver aplicação.
Ver essa frente

CLP, supervisório, telemetria de equipamento e despacho de frota são tecnologia operacional, com engenharia e fornecedores próprios, e a Composto Web não atua neles. Quando esses sistemas disponibilizam dados, o que construímos pode lê-los; o controle da operação física continua com quem o opera.

Quando faz sentido conversar

Construir compensa quando o registro da operação é o que protege a mineradora na fiscalização e na auditoria.

Quando um produto pronto de manutenção ou de segurança do trabalho resolve sem adaptação, a recomendação é comprá-lo, e ela aparece no diagnóstico. Desenvolver só vale quando a rotina da mina precisaria ser deformada para caber no produto.

O pré-uso de equipamento é feito em papel e conferido dias depois.

Reunir evidência para fiscalização ou auditoria mobiliza a equipe por dias.

A manutenção não consegue consultar o histórico de um ativo antes de intervir.

A disponibilidade de frota e os indicadores de SSMA são recalculados à mão.

O controle de contratadas vive nas planilhas de cada gestor de contrato.

Como conduzimos o projeto numa operação de mineração

O primeiro recorte é uma área ou um processo, validado no turno com quem registra, antes de chegar ao resto da operação.

01

ETAPA 01

Imersão

Vamos a campo nos turnos, acompanhamos inspeção, pré-uso e liberação de trabalho, e reunimos cada formulário, planilha e pasta que sustenta o registro da operação hoje, com quem usa cada um.

02

ETAPA 02

Engenharia

Fechamos com a operação os formulários, os dados trazidos do ERP e das bases operacionais, os pontos onde o aplicativo precisa rodar sem conexão e o perfil de acesso de cada função, com o recorte da primeira área registrado por escrito.

03

ETAPA 03

Construção

Entregamos em ciclos curtos, com operadores, inspetores e técnicos de SSMA testando em campo, com luva, poeira e sol, porque a tela desenhada no escritório não sobrevive ao primeiro turno.

04

ETAPA 04

Homologação

A área piloto registra no sistema enquanto o papel continua em paralelo. Quando os dois conferem e a equipe confia no registro digital, o formulário é aposentado e a próxima área entra.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Depois da entrada em produção, seguimos com a operação: nova frente de lavra, novo tipo de inspeção, exigência nova de quem fiscaliza, integração que passou a fazer falta.

O que muda quando o registro nasce no campo

Pendência vista no turno

Item reprovado no pré-uso ou na inspeção aparece enquanto o equipamento ainda está parado, e não na conferência da semana.

Fiscalização atendida com o que já existe

A documentação de segurança está organizada e versionada, e o pedido de quem fiscaliza deixa de virar força-tarefa.

Manutenção que decide com histórico

A intervenção começa pela consulta ao que já aconteceu com o ativo, e a falha recorrente aparece antes de parar a produção.

Dúvidas mais comuns

O que a operação pergunta antes do primeiro recorte

“Vocês mexem no sistema de controle da mina?”

Não. Controle de equipamento, supervisório e telemetria são tecnologia operacional e ficam com quem os opera. O sistema que construímos é de informação: registro, histórico, documentação e integração com o corporativo.

“Na cava não tem sinal.”

É premissa, não exceção. O aplicativo de campo registra desconectado e sincroniza quando o aparelho volta ao alcance da rede, e isso entra no desenho desde a engenharia.

“Vou precisar trocar o ERP?”

Não. O ERP segue como registro de compra, estoque e custo. O sistema sob medida cobre a rotina da operação e troca com ele o que cada um precisa saber.

“O operador vai usar?”

Usa quando o registro digital dá menos trabalho que o papel. Por isso os formulários são testados em campo durante a construção, e pergunta desnecessária sai antes de ir para produção.

“Somos fornecedores da mineração, não mineradora. Serve?”

Serve. Prestadores de manutenção, inspeção e apoio operacional vivem a mesma cobrança de registro e evidência que o cliente faz a eles, e o sistema pode ser desenhado a partir do contrato com a mineradora.

“De quem fica o sistema?”

O sistema pertence à mineradora, com código e documentação entregues. A sustentação depois da entrada em produção é opcional e pode ser contratada ou não.

Esta frente em outros setores

Fontes citadas

  • Lei nº 12.334/2010: Política Nacional de Segurança de Barragens, que cria o Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB). O art. 17 obriga o empreendedor a permitir o acesso irrestrito do órgão fiscalizador à documentação de segurança da barragem, a manter registros e a cadastrar e manter atualizadas as informações relativas à barragem no SNISB.

Próximo passo

Se a inspeção mais importante do turno ainda depende de um bloco de papel chegar ao escritório, o primeiro sistema já tem endereço.

O diagnóstico acompanha um processo de campo, do registro à decisão, e devolve o recorte da primeira entrega, com o que ela registra, onde funciona e com quais sistemas conversa.

  • Mapa do registro de campo, da área até a gestão
  • Formulários, planilhas e pastas que sustentam a operação hoje
  • Primeira área ou processo a digitalizar e o que espera a vez