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Software Sob Medida · Saneamento e Utilities

A rede tem milhares de quilômetros. O histórico de cada trecho está espalhado em ordens de serviço que ninguém cruza.

Construímos o sistema de informação que a operação de saneamento não encontra pronto: ordem de serviço de campo com localização e evidência, inspeção de elevatórias e estações registrada no local e indicadores que saem do registro, e não de uma planilha montada no fim do período.

Ativo com localização
Evidência de campo
Indicador sem consolidação manual

O que aparece acompanhando uma equipe de rua

Os ativos estão espalhados pelo território. A informação sobre eles, espalhada entre sistemas.

Concessionárias e operadores regionais têm sistema comercial para faturar, sala de controle para operar e, muitas vezes, equipes terceirizadas em campo. O que liga uma coisa à outra, vazamento atendido, bomba inspecionada, ligação refeita, é registrado de um jeito diferente em cada unidade.

A ordem de serviço de vazamento é aberta no atendimento, repassada por mensagem e volta sem foto, sem horário real de fechamento e sem o material aplicado.

A inspeção de elevatórias e reservatórios segue checklist de papel, e o histórico de uma bomba que falha todo mês não está em lugar nenhum que a manutenção consulte.

Eventos de telemetria, ocorrências de campo e reclamações de usuários ficam em fontes separadas, e ninguém consegue dizer se três chamados no mesmo bairro são o mesmo problema.

Os indicadores pedidos pela agência reguladora e pelo titular são montados à mão, juntando exportações de sistemas que usam códigos diferentes para o mesmo ativo.

O que construímos para a operação de saneamento

Aplicações desenhadas a partir da rotina de campo, manutenção e regulação, conversando com o sistema comercial e com as fontes operacionais que já existem.

Ordem de serviço de campo com local e evidência

Abertura a partir do atendimento ou da inspeção, despacho para equipe própria ou terceirizada, execução registrada no celular com foto, localização, horário e material. A ordem só fecha com o que a regra daquele tipo de serviço exige.

Equipe própria ou terceiraFoto e localizaçãoFechamento com critério

Inspeção de ativos distribuídos

Roteiros de inspeção de elevatórias, reservatórios, estações e redes, com checklist por tipo de ativo e pendência aberta automaticamente quando um item reprova. Em área sem cobertura, o inspetor segue registrando e os dados sobem na volta à base.

Roteiro por ativoPendência automáticaRegistro sem cobertura

Cadastro único de ativos

Um código por ativo, com localização, características e linha do tempo de inspeções, falhas e intervenções, reconciliando os códigos diferentes que o comercial, a manutenção e a operação usam para a mesma coisa.

Código únicoLinha do tempoCódigos reconciliados

Correlação entre eventos, chamados e ordens

O sistema lê os eventos que as fontes de telemetria já disponibilizam, os chamados do atendimento e as ordens abertas, e agrupa o que é o mesmo problema. A equipe vai uma vez ao local, e o usuário recebe uma resposta só.

Eventos agrupadosDespacho únicoLeitura sem comando

Indicadores regulatórios saídos do registro

Os números que a agência reguladora, o titular e o Sinisa pedem são calculados a partir do que foi registrado, com a origem de cada valor rastreável. A Lei nº 11.445/2007 obriga os prestadores a fornecer as informações do Sinisa, e essa conta deixa de depender da planilha de uma pessoa.

Cálculo a partir do registroOrigem rastreávelSem planilha paralela

Acompanhamento de terceirizadas de campo

Produção, prazo e qualidade das empreiteiras de manutenção de rede medidos pelo que elas registraram em cada ordem, com evidência para a medição do contrato e para a conversa sobre retrabalho.

Produção por contratoEvidência na mediçãoRetrabalho visível

Onde esta frente termina

Não é sistema comercial nem supervisório. É o registro operacional que fica entre os dois.

Software sob medida (esta página)

  • Ordem de serviço, inspeção e histórico de ativo não têm sistema que siga a rotina da operação.
  • Os indicadores regulatórios dependem de consolidação manual.
  • Os códigos de ativo divergem entre sistemas e alguém precisa reconciliar à mão.
  • A operadora quer ser dona do sistema e decidir como ele evolui.

Automação para saneamento

  • Os sistemas existem e o gargalo é gente passando dado de um para outro.
  • O problema está no atendimento ao usuário, em relatório ou em lançamento repetido.
  • A resposta é integrar e automatizar, sem aplicação nova.
Ver essa frente

Supervisório, CLP de estação, macromedição e telemetria de campo são tecnologia operacional e ficam com a engenharia de automação e seus fornecedores. O sistema que construímos lê o dado que eles disponibilizam, quando disponibilizam, sem interferir no controle.

Quando faz sentido conversar

O sistema próprio compensa quando o registro de campo é o que sustenta a conversa com o regulador e com o titular.

Uma ferramenta de mercado de gestão de ativos ou de ordens de serviço que atenda sem adaptação vem primeiro, e o diagnóstico aponta isso quando é o caso. Construir faz sentido quando a rotina e os indicadores da operadora não cabem em nada pronto.

Ordens de serviço voltam do campo sem foto, horário real ou material aplicado.

A manutenção não consegue ver o histórico de falhas de uma elevatória.

Indicadores para a agência reguladora são montados à mão a cada período.

Chamados, eventos e ordens sobre o mesmo problema não se cruzam.

A medição de terceirizadas de campo gera disputa por falta de evidência.

Como conduzimos o projeto numa operação de saneamento

O primeiro recorte é uma unidade ou regional, validado com as equipes de rua antes de chegar ao resto da concessão.

01

ETAPA 01

Imersão

Saímos com equipes de rua e de inspeção, acompanhamos o atendimento e a sala de controle, e levantamos cada formulário, código de ativo e planilha de indicador que a operação usa hoje.

02

ETAPA 02

Engenharia

Desenhamos o cadastro de ativos, os tipos de ordem e de inspeção, o que o sistema recebe do comercial e das fontes operacionais e a fórmula de cada indicador, com o recorte da primeira unidade acertado por escrito.

03

ETAPA 03

Construção

Entregamos em ciclos curtos, com equipes de campo testando nas ruas e nas estações, com chuva e sem sinal, e com a área de regulação validando cada cálculo de indicador.

04

ETAPA 04

Homologação

Uma unidade ou regional opera pelo sistema com o controle anterior em paralelo. Quando ordens, inspeções e indicadores conferem, o método antigo é desligado e a próxima regional entra.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Após a entrada em produção, acompanhamos a operadora: novo contrato de concessão, nova exigência do regulador, regional incorporada, integração que passou a fazer falta.

O que muda quando o campo registra na hora

Indicador que se defende

Cada número entregue ao regulador tem origem rastreável até a ordem ou a inspeção que o gerou.

Manutenção guiada pelo histórico

A elevatória que falha todo mês aparece como padrão, e a decisão de reformar ou substituir passa a ter base.

Usuário com uma resposta só

Chamados sobre o mesmo problema são agrupados, e a equipe vai uma vez ao lugar certo.

Dúvidas mais comuns

O que a operadora pergunta antes do primeiro recorte

“Vou precisar trocar o sistema comercial?”

Não. Faturamento e cadastro de clientes seguem onde estão. O sistema sob medida cuida da operação de campo e troca com o comercial o que cada lado precisa.

“Isso mexe na automação das estações?”

Não. Supervisório e controle ficam com quem os opera. O sistema lê, quando há acesso, os eventos que eles já produzem, e nunca envia comando a equipamento.

“Muitas elevatórias ficam sem sinal.”

Por isso o aplicativo de campo é desenhado para registrar desconectado desde a engenharia do projeto. A sincronização acontece quando o aparelho volta à rede, sem o inspetor precisar lembrar.

“As terceirizadas vão usar?”

Usam quando o registro vira condição para a medição do contrato e o aplicativo é simples no campo. As telas são testadas com equipes próprias e terceiras antes de entrarem em produção.

“Por onde começar?”

Pela regional ou pelo processo em que a falta de registro pesa mais, geralmente onde o indicador é mais cobrado. O primeiro escopo é uma unidade, não a concessão inteira.

“O sistema fica com quem?”

Com a operadora. Código e documentação são entregues, e ela decide se mantém a sustentação conosco ou com outra equipe.

Esta frente em outros setores

Fontes citadas

  • Lei nº 11.445/2007: Diretrizes nacionais para o saneamento básico. O art. 2º, XI, com redação dada em 2020, inclui segurança, qualidade, regularidade e continuidade entre os princípios da prestação dos serviços. O art. 53 institui o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), e o § 7º diz que titulares, prestadores e entidades reguladoras fornecerão as informações a serem inseridas nele.

Próximo passo

Se o indicador que vai para o regulador depende da planilha de uma pessoa, o registro que falta está no campo.

O diagnóstico acompanha uma ordem de serviço e uma inspeção do início ao indicador, e devolve o recorte do primeiro sistema: o que registra, quem usa e com quais sistemas conversa.

  • Caminho da informação do campo ao indicador regulatório
  • Códigos de ativo e planilhas que cada área mantém
  • Primeira unidade a entrar e o que fica para a etapa seguinte