Pular para o conteúdo
Software Sob Medida · Construção e Incorporação

A obra avança todo dia. O escritório descobre no fechamento do mês.

Construímos o sistema que liga o canteiro ao escritório: medição de empreiteiro com evidência, diário de obra que não depende de caderno e requisição de material que chega ao suprimento com aprovação e rastro.

Medição com evidência
Diário no celular
Compra com alçada

O que aparece quando se visita um canteiro

Cada obra funciona como uma empresa separada, com o próprio jeito de registrar tudo.

Construtora com várias frentes abertas acaba com uma forma de controle por engenheiro. O ERP recebe o número final e ninguém consegue comparar uma obra com outra sem montar a planilha de novo.

A medição do empreiteiro é feita com trena, foto no celular pessoal e planilha própria, e a diretoria aprova o pagamento sem ver a evidência do serviço executado.

O diário de obra é preenchido à mão, fotografado e guardado numa pasta que só o engenheiro daquela frente sabe onde está.

Pedido de material sai por telefone do mestre para o comprador, sem aprovação registrada, e a mesma cotação é refeita porque ninguém viu a anterior.

O avanço físico de cada obra chega à diretoria consolidado à mão, com dias de atraso, e a decisão sobre remanejar equipe ou material é tomada no escuro.

O que construímos para construtoras e incorporadoras

Aplicações de campo e de escritório desenhadas sobre o fluxo da obra, com o ERP mantido como registro financeiro e fiscal.

Medição de serviços de terceiros

O engenheiro mede no canteiro, anexa foto e localização do serviço, e a medição segue para aprovação com o contrato e o saldo do empreiteiro ao lado. O pagamento sai com evidência, e a divergência aparece antes, não depois.

Evidência anexadaSaldo do contrato visívelAprovação registrada

Diário de obra digital

Clima, efetivo, serviços executados, ocorrências e fotos registrados no celular, no mesmo modelo para todas as obras. O histórico fica pesquisável e disponível para quem precisa, inclusive na discussão de um aditivo.

Mesmo modelo em todas as obrasFoto e efetivo do diaHistórico pesquisável

Requisição, cotação e compra

O pedido de material nasce no canteiro, passa pela aprovação definida para aquele valor e chega ao suprimento com histórico de cotações anteriores. Compra urgente continua possível, mas deixa rastro.

Requisição na origemAlçada por valorCotação reaproveitada

Painel de avanço entre obras

Avanço físico, medições pagas, compras e ocorrências de todas as frentes lidos a partir do registro de campo, lado a lado. A diretoria compara obras sem esperar a consolidação do fim do mês.

Obras lado a ladoFísico e financeiroSem consolidação manual

Controle de documentos técnicos

Projetos, revisões, laudos e documentação de terceiros organizados por obra, com versão vigente clara e aviso de vencimento. Quem está no canteiro consulta a revisão certa, e não a que foi impressa no mês passado.

Revisão vigenteDocumento de terceiroVencimento avisado

Integração com o ERP da construtora

Medição aprovada vira lançamento, compra aprovada vira pedido, e o ERP recebe o dado no formato dele. Quando ele não oferece meio de troca adequado, construímos a ponte sem customizar o sistema por dentro.

Medição vira lançamentoCompra vira pedidoERP preservado

Onde esta frente termina

Não é ERP de construção nem software de orçamento. É o sistema da rotina de campo que eles não alcançam.

Software sob medida (esta página)

  • A construtora precisa de aplicação de campo com o fluxo de medição, diário ou compra dela.
  • O processo entre canteiro e escritório não existe em nenhum sistema pronto do jeito que a empresa opera.
  • O ERP não tem integração pronta com o que acontece na obra.
  • A construtora recebe código e documentação, e decide sozinha o que evoluir depois.

Software de mercado para obras

  • Orçamento, planejamento de cronograma e modelagem têm ferramentas de mercado consolidadas.
  • Quando uma delas atende a operação, ela vem antes de qualquer desenvolvimento.
  • O sob medida entra para ligar essas ferramentas à rotina de campo e ao ERP, e não para substituí-las.

O diagnóstico diz quando a resposta é adotar uma ferramenta pronta. Construir onde já existe produto bom é gastar o dinheiro da obra no lugar errado.

Quando faz sentido conversar

O sistema sob medida se paga quando a construtora cresceu em obras simultâneas e cada uma virou uma ilha.

Com uma ou duas obras, o engenheiro dá conta com planilha. Com várias frentes abertas, a falta de padrão passa a custar em pagamento sem evidência, compra duplicada e decisão atrasada.

Medição de empreiteiro é aprovada sem foto ou registro do serviço executado.

O diário de obra existe no papel e some quando o engenheiro muda de frente.

Compras de material saem sem aprovação registrada e com cotação refeita.

A diretoria recebe o avanço das obras consolidado à mão e com atraso.

O ERP recebe só o número final, sem rastro do que aconteceu no canteiro.

Como conduzimos o projeto numa construtora

O canteiro é o usuário mais exigente: se a tela atrasa o mestre, ela não é usada. O projeto começa por lá.

01

ETAPA 01

Imersão

Visitamos obras em fases diferentes, acompanhamos uma medição e um pedido de material do começo ao fim e reunimos as planilhas de cada engenheiro para enxergar o que se repete.

02

ETAPA 02

Engenharia

Padronizamos o modelo de medição, diário e requisição que vale para todas as obras, definimos alçadas de aprovação e o que vai para o ERP, e escolhemos a obra piloto.

03

ETAPA 03

Construção

Entregamos por partes, testando no canteiro com engenheiros, mestres e o suprimento, para que o registro caiba no ritmo da obra e funcione com sinal fraco.

04

ETAPA 04

Homologação

A obra piloto opera com o sistema enquanto as demais seguem no controle antigo, até medições e compras baterem. Depois as outras frentes entram uma a uma.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Seguimos junto a cada mês: nova obra, novo tipo de contrato de terceiro, ajuste de alçada, com correção e evolução priorizadas junto com a diretoria.

O que muda quando a obra registra na origem

Pagamento com evidência

Cada medição aprovada tem foto, localização e saldo do contrato, e a discussão com o empreiteiro passa a se apoiar em registro.

Todas as obras no mesmo padrão

Diário, medição e compra seguem o mesmo modelo, e comparar uma frente com outra deixa de exigir planilha montada à mão.

Decisão no ritmo da obra

O avanço aparece para a diretoria enquanto ainda dá para remanejar equipe e material, e não no fechamento do mês.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de começar

“Isso substitui o meu ERP?”

Não. O ERP segue como registro financeiro, fiscal e de estoque. O sistema de campo alimenta o ERP com medições e pedidos já aprovados.

“O mestre de obras vai usar celular para isso?”

Se o registro for mais rápido que o caderno, vai. Por isso a tela é testada no canteiro durante a construção, e o que atrapalha sai.

“E o canteiro sem internet?”

O registro fica no aparelho e sincroniza quando o sinal volta. Isso entra na engenharia do projeto desde o primeiro desenho.

“Cada obra é diferente. Um padrão serve?”

O padrão é do registro, não da obra. Medição, diário e compra têm os mesmos campos essenciais, e o que é particular de uma frente entra como complemento.

“Por onde começar?”

Pelo processo que mais custa hoje: em algumas construtoras é a medição de terceiros, em outras é a compra. O diagnóstico decide, e uma obra piloto valida.

“O sistema fica com a construtora?”

Fica. Código e documentação são entregues, e a sustentação mensal é escolha, não condição para continuar usando.

Esta frente em outros setores

Próximo passo

Se cada engenheiro tem a própria planilha de medição, a construtora já sabe qual sistema precisa: só ainda não o escreveu.

O diagnóstico acompanha uma medição e uma compra de ponta a ponta e devolve o padrão de registro, as alçadas e o recorte da obra piloto.

  • Caminho da medição e da compra do canteiro até o ERP
  • Diferenças entre as obras e o que pode virar padrão
  • Recorte do primeiro sistema e da obra piloto