Pular para o conteúdo
Software Sob Medida · Energia, Óleo e Gás

O ativo crítico é acompanhado de perto. A ordem de serviço que cuida dele ainda volta do campo em papel.

Construímos o sistema que liga o trabalho de campo ao escritório: ordem de serviço preenchida no local, histórico de cada ativo num lugar só e controle de contratadas que não depende de conferir pasta por pasta antes de liberar alguém para a área.

Registro no campo
Histórico por ativo
Terceiros sob controle

O que aparece quando se acompanha uma equipe de campo

A operação trata o equipamento como crítico. A informação sobre ele ainda viaja no porta-luvas da caminhonete.

Em geradoras, distribuidoras, operadoras de óleo e gás e nas empresas que prestam serviço para elas, o ERP e o sistema de manutenção de mercado cobrem compra, estoque e custo. O que acontece no local, com a equipe diante do equipamento, segue descrito em formulário, foto no celular e planilha.

O técnico preenche o relatório de inspeção à mão, fotografa com o celular pessoal e só entrega tudo ao voltar para a base, quando alguém digita o que conseguir entender.

Para conhecer o passado de um transformador, de uma bomba ou de um trecho de linha, é preciso juntar ordens antigas, planilhas de manutenção e e-mails de fornecedores que nunca se cruzaram.

Antes de liberar uma contratada para a área, alguém confere treinamento, exame e documento vencido em pastas e planilhas, e a equipe espera no portão enquanto isso acontece.

O relatório que a diretoria, o contratante ou o órgão regulador pede é montado do zero a cada vez, porque o dado de campo e o do escritório nunca estiveram no mesmo lugar.

O que construímos para operações de energia

Aplicações desenhadas a partir da rotina de campo e de manutenção da empresa, trocando dados com o ERP e com o sistema de manutenção que já estiverem em uso.

Ordem de serviço preenchida no local

Aplicativo para o técnico abrir a ordem, seguir o roteiro de inspeção daquele tipo de equipamento, anexar foto e medição e colher assinatura ali mesmo. Onde não há sinal, o registro fica guardado no aparelho e sobe quando a conexão volta.

Roteiro por equipamentoFoto e medição anexadasFunciona sem sinal

Cadastro e histórico de ativos

Cada equipamento ganha uma ficha única com localização, características, inspeções, falhas e intervenções. Quem planeja a manutenção ou atende uma ocorrência encontra a vida inteira do ativo numa só consulta.

Ficha única por ativoFalhas e intervençõesConsulta direta

Controle de terceiros e contratadas

Documentos, treinamentos obrigatórios e exames de cada colaborador terceirizado ficam registrados com data de validade. A liberação para a área passa por uma verificação automática, e o vencimento aparece antes de travar a equipe na portaria.

Documento com validadeLiberação verificadaAviso de vencimento

Permissão de trabalho e registros de SSMA

Análise de risco, permissão de trabalho e ocorrência de segurança seguem um fluxo com responsável e aprovação registrada, ligado à ordem e ao local. O que a equipe de SSMA precisa comprovar nasce junto com a atividade.

Aprovação registradaVínculo com a ordemComprovação na origem

Ponte entre a operação e o escritório

Quando o sistema de manutenção ou o ERP não entregam o dado de que o campo precisa, construímos a camada que busca, traduz e devolve, sem mexer dentro deles. Onde houver dado de medição já disponível na camada de TI, ele entra na mesma leitura.

ERP preservadoDado de medição aproveitadoSem customização interna

Painel de pendências da manutenção

Ordens abertas, inspeções atrasadas, ativos com falha recorrente e documentos de terceiros perto de vencer numa tela só, por região ou por instalação. A reunião de operação começa pelo que pede decisão.

Por região ou instalaçãoAtraso visívelFalha recorrente destacada

Onde esta frente termina

Não é sistema de controle da usina nem ERP genérico. É o sistema da rotina de campo e de manutenção que fica entre os dois.

Software sob medida (esta página)

  • A empresa tem um jeito próprio de inspecionar, liberar terceiros ou registrar intervenção que nenhum sistema de prateleira acompanha.
  • Falta uma aplicação para o técnico registrar o trabalho no local, e o ERP não foi feito para isso.
  • O dado de campo e o do escritório precisam de uma ponte que ninguém vende pronta.
  • Código-fonte e documentação passam para a empresa, que decide o rumo da evolução.

Automação de processos para energia

  • Os sistemas já existem e o problema é a equipe copiando dado de um para outro.
  • O gargalo está no administrativo: medições de contratadas, notas, relatórios periódicos, aprovações.
  • Não há aplicação para construir, só fluxos para ligar e acompanhar.
Ver essa frente

Controladores, supervisório, proteção elétrica e a rede de automação da planta são tecnologia operacional, com engenharia e fornecedores próprios, e não fazem parte desta frente. O que construímos fica na camada de informação: lê o que essas fontes já disponibilizam para a TI e leva a quem planeja e decide.

Quando faz sentido conversar

O sistema sob medida se justifica quando a rotina de campo tem regra própria e a alternativa é seguir com formulário e planilha.

Se o módulo de manutenção do ERP ou um sistema de mercado cobre bem o que a operação precisa, recomendamos ele sem rodeio. A construção compensa quando o processo é específico da empresa ou do tipo de ativo que ela opera.

O relatório de inspeção chega à base dias depois da visita e ainda precisa ser digitado.

Montar o histórico de um equipamento exige procurar em mais de um sistema e em arquivos soltos.

A liberação de terceiros para a área depende de conferência manual de documentos.

Cada pedido de relatório para diretoria, contratante ou órgão regulador vira um mutirão de consolidação.

A empresa presta serviço de manutenção ou inspeção e precisa entregar ao contratante evidência organizada do que fez.

Como conduzimos o projeto numa operação de energia

O primeiro recorte é uma instalação, uma região ou um tipo de ativo, validado com quem vai a campo antes de crescer.

01

ETAPA 01

Imersão

Saímos com as equipes de campo, acompanhamos a programação da manutenção e a rotina de liberação de terceiros, e reunimos os formulários, as planilhas e as fotos que hoje carregam a informação.

02

ETAPA 02

Engenharia

Definimos o que o aplicativo registra no local, o que precisa funcionar sem sinal, o que é lido do ERP ou do sistema de manutenção e o que volta para eles, com o primeiro recorte e o que fica fora dele.

03

ETAPA 03

Construção

Entregamos em ciclos curtos, testando com técnicos e supervisores no ambiente real, com luva, sol forte e sinal fraco, para a tela servir ao serviço e não só à apresentação.

04

ETAPA 04

Homologação

O sistema roda junto com o controle atual numa região ou instalação piloto. Quando os registros conferem com o que a equipe entregaria em papel, o formulário antigo sai e o próximo recorte entra.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Com o sistema em uso, seguimos acompanhando: novo tipo de ativo, novo roteiro de inspeção, nova exigência de contratante, ajustes priorizados junto com a operação.

O que muda quando o registro nasce ao lado do equipamento

Informação de campo no mesmo dia

A inspeção feita pela manhã fica disponível para quem planeja à tarde, sem esperar a volta da equipe nem a digitação.

Histórico que acompanha o ativo

Falhas, intervenções e inspeções ficam ligadas ao equipamento, e a decisão de reparar ou substituir parte de um histórico completo.

Terceiro liberado com documento em dia

A verificação de treinamento e exame deixa de depender de conferência manual, e a pendência aparece antes de a equipe chegar à área.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes do primeiro recorte

“Vocês mexem no sistema de controle da planta?”

Não. Controle, proteção e supervisório são tecnologia operacional, com engenharia própria. Nosso trabalho é o sistema de informação que cerca a operação e, quando existe dado disponível na camada de TI, a leitura dele.

“Preciso trocar o sistema de manutenção ou o ERP?”

Não. Eles continuam como registro oficial de custo, estoque e compras. O que construímos cobre a parte que eles não alcançam e troca dados com os dois.

“E onde não há sinal de celular?”

É premissa do projeto, e não exceção. O aplicativo registra sem conexão, guarda no aparelho e sincroniza quando a equipe volta para uma área com cobertura.

“Somos prestadores de serviço, não operadores. Faz sentido?”

Faz, e às vezes mais. Quem presta manutenção ou inspeção para operadoras precisa comprovar o que fez com registro organizado, e um sistema próprio é o que sustenta essa entrega diante do contratante.

“Por onde começar com tantas instalações?”

Por uma. O diagnóstico escolhe a região, a instalação ou o tipo de ativo em que o atraso da informação pesa mais, e o primeiro escopo fica restrito a ele.

“De quem é o sistema no final?”

Da empresa. O código e a documentação são dela desde a entrega, e seguir com a sustentação conosco é decisão de contrato, não requisito para o sistema funcionar.

Esta frente em outros setores

Próximo passo

Se o histórico de um ativo crítico só pode ser montado revirando pastas, falta um sistema na operação.

O diagnóstico acompanha o caminho da informação desde o equipamento até a mesa de quem decide e termina com a proposta do primeiro sistema: o que ele registra, de onde lê e para onde envia.

  • Mapa da informação entre campo, manutenção, SSMA e escritório
  • Lista de formulários e planilhas, com o que cada um compensa
  • Recorte da primeira entrega e do que fica para uma segunda fase