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Software Sob Medida · Indústria

O ERP registra o que a fábrica fez. O que ela está fazendo agora ainda mora na planilha do PCP.

Construímos o sistema que falta entre o chão de fábrica e o ERP: apontamento que não depende de digitação no fim do turno, qualidade com registro rastreável e planejamento que enxerga a capacidade real da linha.

Apontamento na origem
Rastreabilidade de lote
Integração com o ERP

O que aparece quando se acompanha um turno

A fábrica produz em tempo real. A informação sobre ela chega um dia depois.

Na maior parte das indústrias que crescem, o ERP foi implantado para faturar, comprar e controlar estoque. A produção em si fica descrita em papel, em coletor improvisado ou na memória do supervisor.

O operador anota quantidade, refugo e parada numa ficha, e alguém digita tudo no sistema no dia seguinte, quando o desvio já custou uma troca de turno inteira.

O PCP monta a programação da semana numa planilha própria, porque a capacidade que o ERP enxerga não é a capacidade que a linha tem depois de setup, manutenção e falta de insumo.

Uma não conformidade vira e-mail, depois vira reunião, e ninguém consegue dizer qual lote, qual máquina e qual matéria-prima estavam envolvidos sem refazer o caminho à mão.

Cada nova integração pedida ao TI entra numa fila que já tem meses, porque o ERP concentra tudo e qualquer mudança nele exige fornecedor, homologação e janela de parada.

O que construímos para a operação industrial

Aplicações desenhadas a partir do processo produtivo da empresa, conversando com o ERP e com o que mais já estiver em uso na planta.

Apontamento de produção na origem

Tela simples no posto de trabalho ou no tablet do supervisor, com os campos que aquela linha realmente usa. O registro nasce quando o fato acontece, com operador, ordem, máquina e horário, e segue para o ERP sem ninguém redigitar.

Registro no postoSem digitação duplaVínculo com a ordem

Planejamento que enxerga a linha

Ferramenta de PCP construída sobre a regra da fábrica: sequência que respeita setup, restrição de ferramental, prioridade por cliente. Ela lê pedidos e estoque do ERP e devolve a programação que a produção vai de fato cumprir.

Regra de sequência própriaCapacidade realLeitura do ERP

Registro de qualidade e não conformidade

Inspeções, desvios e ações corretivas num fluxo com responsável e prazo, ligados ao lote e à ordem de produção. A evidência que a auditoria pede passa a existir no momento da inspeção, e não na véspera da visita.

Inspeção vinculada ao loteAção corretiva com donoEvidência pronta

Rastreabilidade de ponta a ponta

Da matéria-prima recebida ao produto expedido, cada consumo e cada transformação ficam encadeados. Diante de uma reclamação de cliente, a pergunta sobre o que mais foi afetado tem resposta em minutos.

Lote de entrada e saídaConsulta reversaResposta à reclamação

Camada de integração com o ERP e o legado

Quando o ERP não expõe o dado de que a planta precisa, ou quando existe um sistema antigo que ninguém quer mexer, construímos a ponte ao redor deles. O ERP continua sendo o registro oficial, sem customização arriscada dentro dele.

ERP preservadoLegado conectadoFila do TI aliviada

Indicadores sem consolidação manual

Com o dado registrado onde o processo acontece, eficiência, refugo e paradas saem calculados do próprio sistema, por linha, turno e produto. A reunião de resultados deixa de começar pela conferência da planilha.

Por linha e turnoParadas classificadasNúmero conferível

Onde esta frente termina

Não é ERP genérico nem automação de máquina. É o sistema do processo que fica entre os dois.

Software sob medida (esta página)

  • A fábrica tem uma regra de programação, inspeção ou rastreio que nenhum sistema de prateleira respeita.
  • Falta uma aplicação para registrar o que acontece no chão, e o ERP não é o lugar certo para isso.
  • É preciso construir a ponte porque o ERP ou o legado não oferecem integração pronta.
  • O código, a documentação e o controle do que evolui ficam com a indústria.

Automação de processos

  • Os sistemas necessários já existem e o problema é o trabalho repetitivo entre eles.
  • O gargalo está no administrativo da indústria: pedidos, conferências, relatórios, aprovações.
  • Não há aplicação nova para construir, só fluxos para ligar e acompanhar.
Ver essa frente

CLP, supervisório e controle de máquina são engenharia de automação industrial e não fazem parte desta frente. O sistema que construímos lê o que eles registram, quando existe esse dado disponível, e o leva para quem decide.

Quando faz sentido conversar

O sistema sob medida se paga quando o processo da fábrica é a vantagem dela e nenhuma ferramenta pronta o representa.

Se um módulo do próprio ERP ou um sistema de mercado atende bem, ele tende a ser o caminho mais barato, e isso é dito no diagnóstico. A construção se justifica quando a alternativa é continuar operando por planilha.

O resultado do turno só é conhecido no dia seguinte, depois da digitação das fichas.

A programação da produção é refeita numa planilha paralela porque a capacidade do ERP não bate com a da linha.

Rastrear um lote de volta até a matéria-prima exige juntar papéis de áreas diferentes.

A fila de pedidos de integração ao TI cresce mais rápido do que é atendida.

Uma auditoria de cliente ou de certificação expõe registros incompletos de inspeção.

Como conduzimos o projeto numa planta industrial

O primeiro recorte é pequeno de propósito: uma linha, um processo, validado com quem opera antes de expandir.

01

ETAPA 01

Imersão

Acompanhamos turnos no chão de fábrica, a rotina do PCP e a da qualidade, e levantamos cada ficha e planilha paralela, porque elas mostram onde o ERP deixou de responder.

02

ETAPA 02

Engenharia

Definimos o que o sistema registra, o que ele lê do ERP e o que devolve para ele, com o recorte da primeira linha ou do primeiro processo e o que fica de fora de propósito.

03

ETAPA 03

Construção

Entregamos em ciclos curtos, com operador e supervisor testando no posto de trabalho enquanto o sistema toma forma, para que a tela reflita o turno e não a sala de reunião.

04

ETAPA 04

Homologação

O sistema roda em paralelo ao controle atual numa linha piloto até os números baterem. Só então a ficha de papel é aposentada e o próximo recorte começa.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Depois da entrada em produção, acompanhamos mês a mês: ajuste de regra quando muda o mix, nova linha, nova integração, correção priorizada junto com a indústria.

O que muda quando a informação nasce na linha

Desvio visto no turno em que acontece

Com o apontamento na origem, a parada ou o refugo aparecem enquanto ainda dá para agir, e não na conferência do dia seguinte.

Auditoria respondida com registro

Inspeção, lote e ação corretiva ficam ligados desde o início, e a pergunta do auditor ou do cliente tem resposta documentada.

Roadmap nas mãos da indústria

O sistema é da empresa: código, documentação e decisão sobre o que evoluir não dependem da fila de um fornecedor de ERP.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes do primeiro recorte

“Vou precisar trocar o ERP?”

Não. O ERP continua como registro oficial de estoque, custo e faturamento. O sistema sob medida cobre o que ele não alcança e troca dados com ele, sem customização dentro do ERP.

“Isso é automação industrial?”

Não no sentido de CLP e controle de máquina, que é outra engenharia. Aqui o trabalho é o sistema de informação da produção: registro, planejamento, qualidade e rastreio.

“O operador vai conseguir usar?”

A tela é desenhada com ele, no posto, durante a construção. Se um campo não faz sentido no turno, ele sai antes de o sistema entrar em produção.

“E se a rede da fábrica cair?”

É uma das perguntas da engenharia do projeto. Onde a conexão é instável, o registro precisa funcionar localmente e sincronizar depois, e isso entra no desenho desde o começo.

“Por onde começar se tudo parece urgente?”

Pelo processo em que o atraso da informação custa mais. O diagnóstico ordena os candidatos e o primeiro escopo cobre uma linha ou um processo, não a planta inteira.

“De quem fica o sistema no fim?”

Da indústria. Código-fonte e documentação são entregues, e a sustentação mensal é uma escolha de contrato, não uma condição para o sistema continuar rodando.

Esta frente em outros setores

Próximo passo

Se a planilha do PCP é a ferramenta mais importante da fábrica, ela está mostrando o sistema que falta.

O diagnóstico acompanha o processo que mais sofre com informação atrasada e devolve o recorte do primeiro sistema, com o que ele registra e como conversa com o ERP.

  • Mapa do caminho da informação entre linha, PCP, qualidade e ERP
  • Lista das planilhas e fichas paralelas, com o que cada uma compensa
  • Recorte da primeira entrega e do que fica para depois