O TMS sabe onde a carga está. O embarcador ainda liga para perguntar.
Construímos a camada que falta ao redor do TMS e do WMS: portal com o status que o cliente procura, ocorrência tratada num fluxo só e dados de frota, entrega e faturamento conversando sem planilha no meio.
O que aparece numa semana de operação
Cada sistema resolve o seu pedaço. A entrega atravessa todos eles.
Transportadora e operador logístico raramente sofrem por falta de sistema. O TMS roteiriza, o WMS controla o armazém, o ERP fatura. O que ninguém cobre é o espaço entre eles, onde a exceção acontece.
A central de atendimento passa o dia respondendo status por telefone e mensagem, consultando três telas para cada pergunta que o embarcador poderia ver sozinho.
Avaria, recusa e endereço errado chegam por canais diferentes, cada um com seu registro, e a reentrega é combinada de novo a cada vez porque ninguém enxerga a ocorrência inteira.
O comprovante de entrega fica no celular do motorista até alguém cobrar, e o faturamento espera a conferência manual para fechar o período.
Todo novo embarcador exige um formato próprio de arquivo ou de integração, e o time de sistemas refaz o mesmo tipo de ponte a cada contrato fechado.
O que construímos para transportadoras e operadores
Aplicações e integrações em torno do TMS, do WMS e do ERP que a empresa já usa, desenhadas para o fluxo real da entrega.
Portal do embarcador
Área de acesso para o cliente consultar coletas, entregas, comprovantes e ocorrências das próprias cargas, com a informação vinda direto dos sistemas da operação. O telefone passa a ser usado para o que exige conversa.
Central de ocorrências
Avaria, atraso, recusa, falta de documento: cada tipo com seu fluxo, responsável e prazo, do registro pelo motorista até a solução combinada com o embarcador. O histórico fica junto da carga, e não espalhado em conversas.
Aplicativo do motorista
Registro de chegada, entrega, foto do comprovante e ocorrência no próprio celular, com os campos que a operação precisa e nada além disso. O dado sai da rua e entra no sistema no mesmo momento.
Ponte entre TMS, WMS e ERP
Quando os sistemas da operação não conversam, ou quando cada embarcador pede um formato diferente, construímos a camada que traduz e sincroniza. O TMS continua fazendo o que faz bem, sem customização arriscada dentro dele.
Controle de frota e documentação
Vencimento de documento, manutenção preventiva, disponibilidade de veículo e de motorista num só lugar, com aviso antes do problema. O planejamento da semana passa a considerar o veículo que de fato vai estar na rua.
Fechamento de entregas e faturamento
Conferência de entregas realizadas, comprovantes e ocorrências cruzada automaticamente antes do faturamento. O período fecha sem a rodada de cobrança interna por comprovante perdido.
Onde esta frente termina
Não vendemos TMS pronto. Construímos o que falta ao redor dele.
Software sob medida (esta página)
- A transportadora precisa de portal, aplicativo ou central que nenhum sistema de mercado entrega do jeito da operação.
- Os sistemas atuais não têm integração pronta entre si ou com o embarcador.
- A regra de ocorrência, reentrega ou fechamento é própria da empresa.
- Ao fim do projeto, código-fonte e documentação pertencem à transportadora.
Automação logística
- Os sistemas já existem e têm meio de troca; falta ligar eventos e avisos entre eles.
- O gargalo é tarefa repetitiva do time, como conferência, envio de status e baixa manual.
- Não há aplicação nova para construir, só fluxos para automatizar e acompanhar.
Quando um TMS de mercado atende bem, recomendamos ficar com ele. Desenvolver faz sentido no que nenhum deles cobre para a sua operação.
Quando faz sentido conversar
Construir compensa quando a experiência do embarcador e o controle da exceção viraram diferencial comercial.
Em contrato de transporte, o preço do frete se parece entre concorrentes. O que separa uma transportadora da outra é o que o cliente enxerga quando algo sai do previsto.
A central gasta boa parte do dia respondendo status que poderia estar num portal.
Ocorrências são tratadas por mensagem e o histórico se perde entre turnos.
Cada novo embarcador vira um projeto de integração refeito do zero.
O faturamento atrasa esperando comprovante e conferência manual.
A frota para por documento vencido ou manutenção que ninguém viu chegar.
Como conduzimos o projeto numa transportadora
O ponto de partida é a exceção, e não o fluxo feliz: é nela que a operação perde dinheiro e cliente.
ETAPA 01
Imersão
Acompanhamos a central de atendimento, o despacho e o fechamento, e seguimos algumas cargas com ocorrência do começo ao fim, para ver onde a informação para de circular.
ETAPA 02
Engenharia
Desenhamos quais dados saem do TMS, do WMS e do ERP, o que o portal ou o aplicativo mostram e registram, e qual processo entra primeiro no recorte.
ETAPA 03
Construção
Entregamos por partes, testando com atendentes, motoristas e alguns embarcadores escolhidos, para que a tela responda às perguntas que eles fazem de verdade.
ETAPA 04
Homologação
O sistema entra em operação com um grupo de clientes ou uma filial enquanto o processo atual segue ativo, até o dado bater. Depois a operação inteira migra.
ETAPA 05
Gestão e Sustentação
Seguimos junto todo mês: novo embarcador com formato próprio, novo tipo de ocorrência, ajuste de regra de fechamento, correção priorizada com a operação.
O que muda quando a exceção tem sistema
Central liberada para o que exige conversa
Quem só queria saber o status consulta sozinho, e o atendimento fica para a negociação e o problema que precisa de pessoa.
Ocorrência com começo, meio e fim
Cada exceção tem registro, responsável e desfecho, e a conversa com o embarcador passa a se apoiar em histórico.
Faturamento que não espera papel
Com comprovante e ocorrência vinculados à entrega, o fechamento do período deixa de depender de cobrança interna.
Dúvidas mais comuns
O que perguntam antes de começar
“Preciso trocar meu TMS?”
Não. O TMS segue roteirizando e controlando a carga. O que construímos lê e escreve nele pelo meio que ele oferecer, e cobre o que ele não faz.
“O embarcador vai mesmo usar um portal?”
Quando ele encontra ali a resposta que antes pedia por telefone, sim. Por isso o portal é desenhado a partir das perguntas que a central mais recebe.
“E o motorista sem sinal na estrada?”
O aplicativo guarda o registro no aparelho e envia quando a conexão volta. Isso é definido na engenharia, antes da primeira tela.
“Cada cliente manda arquivo num formato. Isso tem jeito?”
Tem. A camada de integração traduz cada formato para o padrão interno, e um embarcador novo passa a ser configuração, não projeto.
“Por onde começar?”
Pelo processo em que a exceção custa mais: em algumas operações é a ocorrência, em outras é o fechamento. O diagnóstico ordena e o primeiro recorte é pequeno.
“Fico preso a vocês depois?”
Não. Código e documentação são entregues à transportadora, e a sustentação mensal é contrato à parte, que pode ser encerrado sem o sistema parar.
Outras frentes neste setor
Tecnologia para logística e transportes
Onde a tecnologia ajuda a logística além do TMS: sistema para o que ele não cobre, automação do aviso e da baixa, e como decidir por onde começar.
Automação logística
Status enviado ao embarcador sem ninguém digitar, ocorrência aberta a partir do evento e baixa de entrega automática, sobre o TMS e o WMS que a operação já usa.
Cibersegurança para transportadoras e operadores logísticos
Filiais sob a mesma política, login individual no TMS e no rastreamento, dado de destinatário protegido e alerta tratado de madrugada. Segurança operada como serviço.
Esta frente em outros setores
Software sob medida para marketing
Sistemas sob medida para o time de marketing: atribuição com a regra da empresa, base de dados própria, portal de verba com revendas e central de materiais.
Software para mineradoras
Sistemas sob medida para mineração: inspeção de campo, histórico de ativos, registro de SSMA e documentação de segurança, ligados ao ERP e aos dados que já existem.
Software sob medida para RH
Sistemas sob medida para RH e BPO de RH: admissão, regras de benefício e integração entre ATS, folha e ponto que os sistemas de prateleira não resolvem.
Software para saneamento
Sistemas sob medida para água, esgoto e resíduos: ordem de serviço de campo, inspeção de ativos distribuídos e indicadores regulatórios calculados sem planilha.
Software sob medida para hospitais e laboratórios
Aplicações sob medida em volta do sistema clínico: autorizações, glosas, materiais consignados e rede de unidades, com dado de paciente tratado como sensível.
Software para seguradoras e fintechs
Sistemas sob medida para a regra que o sistema central não cobre: subscrição, sinistro, esteira de crédito, portal do parceiro e trilha de cada decisão.
Próximo passo
Se a central sabe de cor as telas que abre para responder um status, a operação está mostrando o portal que falta.
O diagnóstico acompanha cargas com ocorrência da coleta ao faturamento e aponta qual sistema construir primeiro, que dados ele puxa do TMS e do ERP e o que mostra ao embarcador.
- Caminho da informação da coleta ao faturamento
- Tipos de ocorrência, onde cada um se perde e quanto tempo leva
- Recorte da primeira entrega e o que fica para a segunda

