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Segurança Gerenciada · Logística e Transportes

Sem TMS, o conhecimento de transporte não sai. Sem o documento, o caminhão fica parado no pátio.

Mantemos protegido o ambiente que faz a carga andar: a rede de cada filial e centro de distribuição, os logins do TMS, do WMS e do rastreamento, os arquivos com nome e endereço de quem recebe e o registro que a operação precisa preservar.

Filiais com a mesma política
Login por pessoa
Dado de destinatário protegido

O que se vê ao percorrer as unidades

A operação logística é distribuída por natureza. A segurança dela quase sempre ficou concentrada na matriz, quando ficou em algum lugar.

Transportadora e operador logístico trabalham com muitas unidades, muita gente de fora e muita troca de arquivo com embarcadores. Cada uma dessas características abre uma porta, e a operação roda de madrugada, quando ninguém do TI está olhando.

Cada filial foi montada com o roteador que estava disponível na época, e a política de acesso muda de unidade para unidade sem que alguém tenha a lista completa.

A expedição usa um usuário único no WMS e na plataforma de rastreamento, compartilhado por todos os turnos, então não dá para dizer quem liberou, alterou ou exportou o quê.

Planilhas de romaneio com nome, telefone, documento e endereço de destinatários circulam por e-mail e aplicativo de mensagem até agregados e parceiros de última milha.

Um e-mail que parece do embarcador ou de um agregado pede a troca da conta bancária para pagamento, e o financeiro só descobre o golpe quando o verdadeiro credor cobra.

Chaves de acesso das integrações com clientes ficam salvas em arquivos de texto no servidor, conhecidas por quem montou e por quem já saiu.

O que mantemos funcionando em transportadoras e operadores logísticos

Camadas escolhidas pelo que para a operação e pelo que expõe o cliente, operadas com revisão periódica. O acompanhamento contínuo fora do expediente é feito com parceiro especializado.

Uma política de perímetro para todas as unidades

Matriz, filiais, centros de distribuição e pontos de apoio passam a seguir a mesma política de firewall, com conexão protegida entre eles e alteração registrada. Unidade nova já nasce dentro do padrão, e não fica meses como exceção.

Mesma regra em cada filialConexão entre unidadesUnidade nova no padrão

Login individual nos sistemas da operação

TMS, WMS, plataforma de rastreamento e portais de embarcador deixam de ter usuário compartilhado. Cada pessoa entra com a própria identidade e segundo fator onde o sistema permite, e o desligamento retira os acessos de uma vez.

Fim do usuário genéricoSegundo fatorRetirada no desligamento

Dado de destinatário com caminho definido

Mapeamos por onde passam nome, documento e endereço de quem recebe a mercadoria, do arquivo do embarcador ao celular do entregador, e reduzimos o que circula ao necessário. A Lei nº 13.709/2018 pede medida de segurança para esse dado e comunicação de incidente relevante ao titular e à autoridade nacional.

Trajeto do dado mapeadoSó o necessário circulaPlano de incidente

Alerta tratado enquanto o CD opera

Proteção gerenciada nos computadores e servidores e, quando a criticidade pede, monitoramento com analistas do parceiro na madrugada e no fim de semana. A ação diante de um alerta confirmado já foi acordada com a operação, para não derrubar o que está expedindo.

Endpoint gerenciadoCobertura noturnaContenção acordada com a operação

Defesa contra a fraude de pagamento

Simulações de golpe voltadas ao financeiro, ao comercial e ao atendimento, que lidam com agregados e embarcadores todos os dias, somadas a uma regra simples: dado bancário novo só vale depois de confirmado por outro canal.

Simulação por áreaConfirmação por outro canalCanal de reporte

Registro que precisa sobreviver

Comprovantes de entrega, documentos de transporte e o controle de jornada do motorista ficam com acesso restrito e alteração rastreada. A Lei nº 13.103/2015 exige jornada registrada de maneira fidedigna, inclusive por meio eletrônico, e a fidedignidade depende de quem pode mexer no registro.

Acesso restritoAlteração rastreadaJornada preservada

Onde esta frente termina

Não é rastreador, gerenciamento de risco de carga nem escolta. É a segurança da informação que sustenta a operação.

Segurança gerenciada (esta página)

  • O receio é o TMS parar, o dado de destinatário vazar ou o financeiro cair num golpe.
  • As unidades cresceram cada uma de um jeito e ninguém responde pelo conjunto.
  • Embarcador ou seguradora passou a perguntar como a operação protege a informação.
  • O trabalho é contínuo, com ciclo de revisão, e não um projeto com data de término.

Automação logística

  • O gargalo é a torre avisando status e abrindo ocorrência à mão.
  • Os sistemas existem e o problema é o trabalho repetido entre eles.
  • A necessidade é tirar tarefa das pessoas, e não reduzir exposição.
Ver essa frente

Gerenciamento de risco da carga, rastreador e escolta são outra especialidade e seguem com quem já os presta. Quando falta um portal ou aplicativo em volta do TMS, a frente é Software Sob Medida; a proteção desse sistema entra no ciclo daqui.

Quando faz sentido conversar

O serviço se justifica quando a operação já não cabe na cabeça de uma pessoa do TI e o sistema fora do ar para caminhão na estrada.

Uma transportadora com uma unidade e poucos usuários resolve muito com senha forte, proteção de endpoint e cuidado com o e-mail. A operação contínua passa a valer quando as filiais se multiplicam e os parceiros de fora também.

Há filiais ou CDs com configuração de rede diferente e ninguém tem a lista consolidada.

O WMS, o TMS ou o rastreamento são acessados com usuário compartilhado.

Listas de entrega com dado de destinatário são enviadas a terceiros por mensagem.

Já houve tentativa de golpe de troca de conta bancária ou e-mail falso de cliente.

Um embarcador grande enviou questionário de segurança como condição para renovar o contrato.

Como o ciclo roda numa operação logística

A implantação segue a agenda da operação: mudança em filial acontece fora do pico de expedição, com alguém da unidade avisado.

01

ETAPA 01

Levantamento

Visitamos ou recebemos o desenho de cada unidade, listamos os sistemas que param a carga se caírem, os usuários compartilhados, as integrações com embarcadores e o trajeto dos arquivos com dado de destinatário.

02

ETAPA 02

Implantação

Padronizamos o perímetro unidade por unidade, trocamos logins coletivos por identidades individuais e ligamos o sinal dos computadores ao acompanhamento, sempre fora do horário de maior volume.

03

ETAPA 03

Operação

O ambiente segue acompanhado pelos analistas do parceiro, com regras revisadas, contas de quem saiu retiradas, campanhas de simulação rodando e incidentes conduzidos junto com o responsável de cada unidade.

04

ETAPA 04

Revisão

No fechamento de cada ciclo, a diretoria de operações vê os incidentes confirmados, as unidades que saíram do padrão e o que muda com a próxima filial, o novo embarcador ou a nova integração.

O que muda quando as unidades falam a mesma língua de segurança

Menos chance de a carga parar por incidente

Perímetro padronizado e alerta tratado fora do expediente reduzem o caminho de um ataque até o sistema que emite o documento e libera a expedição.

Cada ação com um nome

Com login individual, a alteração no WMS ou a exportação do rastreamento tem responsável identificável, o que resolve disputa interna e responde ao cliente.

Destinatário menos exposto a golpe

Com menos dado circulando e caminho conhecido, cai a chance de o endereço e o telefone de quem recebe virarem matéria-prima para fraude contra ele.

Dúvidas mais comuns

O que a operação logística pergunta primeiro

“Nosso TMS é em nuvem. A segurança não é do fornecedor?”

O fornecedor cuida da plataforma. Quem entra nela, com qual senha, de qual computador e o que exporta é responsabilidade da transportadora, e é por aí que muito incidente começa.

“Cada filial tem um técnico local diferente.”

O técnico pode continuar. O que muda é que a política de rede e de acesso passa a ser uma só, com alguém respondendo pelo padrão e pelas exceções de todas as unidades.

“Motorista e agregado usam o próprio celular.”

Não tentamos controlar o aparelho de quem não é da empresa. Reduzimos o que chega até ele: só o dado da entrega do dia, pelo canal definido, sem planilha completa de destinatários.

“Por que atacariam uma transportadora?”

Porque ela para rápido e tem dado de muita gente. Um TMS travado deixa caminhões esperando documento, e essa urgência é exatamente o que o sequestro de dados explora.

“A Composto Web monitora a operação de madrugada?”

Com parceiro. Não mantemos centro de operações próprio: o acompanhamento noturno é feito pelos analistas dele, e nós definimos o escopo, acordamos a contenção com a transportadora e cuidamos do ambiente depois.

“O embarcador pediu certificação. Vocês emitem?”

Não. Certificado quem emite é a entidade que audita, sem vínculo conosco. A transportadora chega a essa avaliação com os controles implantados e com o histórico que a rotina do serviço vai acumulando mês a mês.

Esta frente em outros setores

Fontes citadas

  • Lei nº 13.709/2018 (LGPD): Art. 46: os agentes de tratamento devem adotar medidas de segurança, técnicas e administrativas, para proteger dados pessoais de acesso não autorizado e de destruição, perda ou alteração. Art. 48: incidente que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares deve ser comunicado à autoridade nacional e ao titular. Na logística, alcança nome, documento e endereço de destinatários e dados de motoristas.
  • Lei nº 13.103/2015 (Lei do Motorista): Art. 2º, V, b: o motorista profissional empregado tem direito a jornada controlada e registrada de maneira fidedigna, por diário de bordo, papeleta, ficha de trabalho externo ou sistemas e meios eletrônicos instalados nos veículos, a critério do empregador.

Próximo passo

Se a expedição ainda entra no WMS com um usuário só para todos os turnos, a primeira correção já está identificada.

O levantamento percorre unidades, logins, integrações e o trajeto do dado de destinatário, e devolve o que expõe mais a operação e a sequência para resolver.

  • Retrato do perímetro de cada filial e centro de distribuição
  • Lista de usuários compartilhados e integrações com credencial exposta
  • Trajeto do dado de destinatário até terceiros e agregados