A pilha de marketing tem dezenas de ferramentas. A regra que a diretoria usa para julgar o marketing não está em nenhuma delas.
Construímos os sistemas que o time de marketing de uma empresa média ou grande não encontra prontos: atribuição que respeita o ciclo de venda da casa, base própria que junta canal e receita, portal de verba e materiais para a rede de revendas, ferramenta interativa que qualifica o visitante.
O que aparece quando se abre a pilha de ferramentas
Cada ferramenta mede do jeito dela. A empresa precisa medir do jeito do negócio.
As ferramentas de mercado para marketing são boas no que prometem, e prometem para o caso médio. A venda com ciclo longo, vários decisores por conta, rede de revendas ou produto configurável fica de fora, e o time compensa com planilha.
A plataforma de automação atribui o negócio ao último clique, enquanto a venda B2B da empresa passa por meses, várias pessoas da conta e um evento presencial. O crédito de cada canal é decidido numa planilha que só o analista de dados entende.
Revendas pedem verba cooperada e materiais por e-mail, a comprovação chega em anexo e o controle de quanto cada parceiro usou fica numa planilha que ninguém audita.
O time recebe pedido de material de todas as áreas por mensagem, sem briefing padrão, sem fila e sem registro de quem aprovou a versão final.
O site tem um formulário genérico, mas o produto é configurável e o cliente quer saber na hora se a solução atende o caso dele, então o contato só acontece depois de uma troca longa de e-mails.
O que construímos para o time de marketing
Aplicações desenhadas a partir da regra comercial da empresa, lendo e escrevendo no CRM e nas ferramentas de canal que continuam em uso.
Atribuição com a regra da empresa
O modelo que a diretoria aceita, com peso por etapa do funil, por pessoa da conta e por tipo de contato, vira código com a regra documentada. O crédito de cada canal passa a ser calculado sempre igual e pode ser revisto quando a estratégia muda.
Base de marketing modelada para o negócio
Uma base própria onde conta, contato, campanha, oportunidade e receita se relacionam do jeito que a empresa vende. Ela recebe os dados das ferramentas e do CRM e vira a fonte única que o painel e o time de dados consultam.
Portal de verba e materiais para revendas
Cada parceiro da rede acessa o saldo de verba cooperada, pede ação, envia a comprovação e baixa os materiais aprovados da marca. O marketing enxerga o uso por parceiro e por região, e a regra de elegibilidade fica no sistema.
Central de pedidos de material
As áreas pedem peças por um formulário com o briefing que o time precisa, o pedido entra numa fila com prioridade e prazo, e cada versão passa pela aprovação de marca e do jurídico quando exigido, com registro do que foi aprovado.
Ferramentas interativas que qualificam o contato
Simulador, configurador ou diagnóstico online construído sobre a regra do produto. O visitante recebe uma resposta útil na hora, e o contato chega ao CRM com as respostas dele, pronto para a conversa comercial certa.
CRM personalizado quando o funil não cabe
Quando o ciclo, a precificação ou a relação entre conta, revenda e cliente final não se ajustam a nenhum CRM de mercado, construímos o CRM em torno do processo comercial, compartilhado entre marketing e vendas.
Onde esta frente termina
Não é ferramenta de automação de marketing nem agência. É o sistema da regra que as ferramentas prontas não cobrem.
Software sob medida (esta página)
- A empresa tem uma regra de atribuição, verba ou qualificação que nenhuma ferramenta de mercado representa.
- Falta uma aplicação para revendas, para as áreas internas ou para o visitante do site.
- O dado de marketing precisa de um modelo que reflita como a empresa vende.
- O sistema, o código e a documentação ficam com a empresa.
Automação para times de marketing
- As ferramentas certas existem e o dado não flui entre elas e o CRM.
- O trabalho braçal é importar lista, deduplicar e montar relatório.
- Basta ligar e automatizar, sem aplicação nova para construir.
Campanha, conteúdo, busca orgânica e mídia são aquisição e pertencem à frente de Marketing Integrado. O que construímos aqui é o sistema que o time de marketing usa para decidir e operar, qualquer que seja o parceiro de aquisição.
Quando faz sentido conversar
Construir se justifica quando a forma de vender da empresa é específica e a pilha de ferramentas obriga o marketing a medir outra coisa.
Se a plataforma de automação ou o CRM atual resolvem com configuração, esse é o caminho, e o diagnóstico diz isso. O sistema próprio entra quando a regra é do negócio e a planilha que a sustenta já virou risco.
O crédito de cada canal é recalculado à mão todo mês numa planilha paralela.
A verba cooperada com revendas é controlada por e-mail e anexo.
Pedidos de material chegam por mensagem, sem fila nem aprovação registrada.
O produto é configurável e o site não consegue responder se ele atende o caso do visitante.
O funil envolve revenda, conta e cliente final, e o CRM atual não representa essa relação.
Como conduzimos o projeto com o time de marketing
O primeiro recorte resolve uma regra inteira, validada com marketing e vendas, antes de a próxima entrar na fila.
ETAPA 01
Imersão
Entrevistamos CMO, operações de marketing, dados e vendas e abrimos as planilhas de atribuição, de verba e de pedidos, porque elas contêm a regra real que a diretoria usa para avaliar o marketing.
ETAPA 02
Engenharia
Escrevemos a regra escolhida como especificação: o que o sistema calcula ou registra, o que lê do CRM e das ferramentas de canal, o que devolve a elas e quem pode ver cada informação comercial.
ETAPA 03
Construção
Desenvolvemos em ciclos curtos, com o time de marketing usando as telas e conferindo os cálculos a cada entrega, para que o sistema reflita a rotina do time e não uma suposição sobre ela.
ETAPA 04
Homologação
O sistema roda ao lado da planilha atual por um ciclo de fechamento até os resultados coincidirem, ou até as diferenças serem explicadas e aceitas pela diretoria. Só então a planilha deixa de ser a referência.
ETAPA 05
Gestão e Sustentação
Depois da entrada em produção, acompanhamos a cada mês: regra de atribuição revisada, revenda nova, produto novo no configurador, ferramenta de canal substituída. O sistema evolui com a estratégia.
O que muda quando a regra do marketing vira sistema
Um critério aceito por todos
Marketing, vendas e financeiro discutem o resultado a partir do mesmo cálculo, documentado, e não da planilha de quem apresentou.
Rede de revendas com controle
Verba, comprovação e material ficam num lugar só, e o marketing sabe o que cada parceiro usou e o que gerou.
Regra de negócio sob controle da empresa
O sistema pertence à empresa, e mudar a regra não depende do roadmap de um fornecedor de ferramenta de marketing.
Dúvidas mais comuns
O que o marketing pergunta antes de construir
“Vamos abandonar as ferramentas que já temos?”
Não. O CRM e as ferramentas de canal continuam fazendo o que fazem bem. O sistema sob medida cobre a regra que elas não cobrem e troca dados com elas.
“Vocês vão cuidar das nossas campanhas?”
Não por esta frente. Aqui construímos sistema. Aquisição, conteúdo e mídia são outra conversa, na página de Marketing Integrado, e o sistema funciona qualquer que seja o parceiro que opera as campanhas.
“Qual modelo de atribuição vocês recomendam?”
O que a diretoria da empresa aceitar como justo para o ciclo de venda dela. Ajudamos a explicitar e testar a regra com dados históricos, mas a decisão sobre o critério é do negócio.
“Isso não é só um painel de BI?”
O painel mostra o dado. O que construímos aqui calcula a regra, registra pedidos, controla verba e qualifica visitantes. Quando o próximo passo é visualização, a frente de BI entra junto.
“E os dados de contatos e clientes?”
O acesso é definido por perfil desde a engenharia, o consentimento registrado nas ferramentas de origem é respeitado e a base própria guarda só o que a regra precisa.
“Por onde começar?”
Pela planilha que mais pesa na decisão da diretoria, geralmente a de atribuição ou a de verba com revendas. O primeiro recorte transforma uma delas em sistema e mede o efeito antes de seguir.
Outras frentes neste setor
Tecnologia para times de marketing
Um guia para o time de marketing separar o que pede sistema próprio, o que se resolve automatizando as ferramentas atuais e o que é serviço de aquisição.
Automação para times de marketing
Lead que entra no CRM com origem e sem duplicidade, status de vendas devolvido ao marketing e dados de canais consolidados sem planilha: automação para o time.
Esta frente em outros setores
Software para mineradoras
Sistemas sob medida para mineração: inspeção de campo, histórico de ativos, registro de SSMA e documentação de segurança, ligados ao ERP e aos dados que já existem.
Software sob medida para RH
Sistemas sob medida para RH e BPO de RH: admissão, regras de benefício e integração entre ATS, folha e ponto que os sistemas de prateleira não resolvem.
Software para saneamento
Sistemas sob medida para água, esgoto e resíduos: ordem de serviço de campo, inspeção de ativos distribuídos e indicadores regulatórios calculados sem planilha.
Software sob medida para hospitais e laboratórios
Aplicações sob medida em volta do sistema clínico: autorizações, glosas, materiais consignados e rede de unidades, com dado de paciente tratado como sensível.
Software para seguradoras e fintechs
Sistemas sob medida para a regra que o sistema central não cobre: subscrição, sinistro, esteira de crédito, portal do parceiro e trilha de cada decisão.
Software sob medida para varejo
Sistemas sob medida para varejo e e-commerce: estoque único entre canais, tratamento de exceções de pedido e regras comerciais próprias, integrados ao ERP.
Próximo passo
Se a planilha de atribuição decide a verba do ano, ela já é um sistema, só que sem código, sem teste e sem dono.
O diagnóstico abre as planilhas que sustentam as decisões do marketing, identifica a regra que cada uma aplica e devolve o desenho do primeiro sistema, com o que ele calcula e com quais ferramentas conversa.
- Planilhas de regra do marketing e o que cada uma decide
- Ferramentas e CRM envolvidos, com o dado que cada um fornece
- Desenho do primeiro sistema e da regra que ele passa a aplicar

