O sistema central emite a apólice e liquida o crédito. A regra que diferencia o produto vive numa planilha que só o analista entende.
Construímos a aplicação que falta ao redor do sistema central: a regra de subscrição que muda por canal, a esteira de crédito com política própria, o painel de sinistros que junta documento, parecer e prazo. Tudo conversando com o que já roda e com registro de quem decidiu o quê.
O que aparece quando se acompanha a operação
O produto financeiro muda a cada trimestre. O sistema central muda uma vez por ano, quando muda.
Seguradoras, insurtechs e fintechs vivem do desenho do produto: preço por perfil, política de crédito, regra de aceitação. O sistema central foi comprado para registrar contrato e movimentar dinheiro, e cada ajuste nele passa por fornecedor, fila e homologação demorada.
A política de crédito tem exceções por canal, parceiro e faixa de risco que o sistema não comporta, e o analista aplica tudo de cabeça, conferindo uma planilha de alçadas atualizada por e-mail.
No sinistro, fotos, laudos, notas de oficina e pareceres chegam por canais diferentes. Montar o dossiê de um caso para decisão toma mais tempo que a análise propriamente dita.
Cada parceiro de distribuição pede uma integração diferente para cotar e emitir, e o time de tecnologia passa o trimestre adaptando arquivos no lugar de evoluir o produto.
Quando o compliance pergunta quem aprovou uma exceção e com base em quê, a resposta depende de achar a mensagem certa na caixa de alguém que talvez já tenha saído.
O que construímos para seguradoras e fintechs
Aplicações que carregam a regra própria do produto e da operação, ligadas ao sistema central por integração, sem customização arriscada dentro dele.
Motor de regras de subscrição e de crédito
A política de aceitação ou de concessão, com alçadas, exceções e variações por canal, sai da cabeça do analista e vira regra versionada. O negócio ajusta a política com controle de versão, e cada decisão guarda qual regra valia naquele dia.
Painel de regulação de sinistro
Um lugar só para o caso: aviso, documentos, vistoria, parecer técnico, prazo e decisão, com responsável em cada etapa. O regulador enxerga o que falta para encerrar o caso e o gestor enxerga onde a fila está parada.
Esteira de crédito com etapas próprias
Da proposta à liberação, cada etapa com a checagem que a operação decidiu fazer: documentos, consultas contratadas, análise manual quando a regra pede. A proposta anda sozinha pelo caminho previsto e para só onde uma pessoa precisa olhar.
Camada de integração com parceiros e canais
Corretores, varejistas, plataformas parceiras e canais digitais conversam com uma camada própria, que traduz o formato de cada um para o sistema central. Parceiro novo entra por configuração, sem reabrir o núcleo da operação.
Trilha de auditoria das decisões
Quem aprovou, com qual dado, sob qual versão da política e com qual justificativa. O registro nasce junto com a decisão e atende compliance, auditoria interna e supervisão sem garimpo em caixa de e-mail.
Portal do corretor e do parceiro
Cotação, acompanhamento de proposta, pendências e comissão num portal feito para quem vende, com a regra de cada parceria. O corretor para de ligar para saber em que pé está a proposta, e a operação para de responder a mesma pergunta o dia inteiro.
Onde esta frente termina
Não é core de seguros nem sistema bancário novo. É a camada da regra própria em volta deles.
Software sob medida (esta página)
- A política de aceitação, crédito ou sinistro tem exceções que o sistema central não representa.
- Falta uma aplicação para o regulador de sinistro, o analista ou o parceiro trabalharem, e o sistema central não é o lugar dela.
- Cada parceiro exige uma integração diferente e ninguém vende essa ponte pronta.
- A instituição quer ficar com o código e com a decisão sobre o que evolui.
Automação para seguros e fintechs
- As aplicações já existem e o gargalo é o trabalho repetido de conferir e lançar entre elas.
- O volume de documentos, cadastros e conciliações cresce mais rápido que a equipe.
- O atendimento ao segurado ou ao cliente responde as mesmas perguntas o dia todo.
O sistema central de apólices, de contas ou de crédito continua sendo o registro oficial. A Composto Web não substitui esse núcleo nem se apresenta como fornecedora dele: construímos o que fica ao redor, e a proteção do ambiente é conversa da frente de Segurança Gerenciada.
Quando faz sentido conversar
Construir compensa quando a regra do produto é o que diferencia a empresa e o sistema de mercado a trata como exceção.
Se o módulo do sistema central ou uma ferramenta pronta resolve, o diagnóstico recomenda esse caminho. A construção entra quando a alternativa é seguir com a política numa planilha e a decisão sem registro.
A política de crédito ou de aceitação é aplicada por analistas com base numa planilha de exceções.
O dossiê de sinistro é montado à mão, juntando anexos, mensagens e telas do sistema.
Cada novo parceiro de distribuição leva meses para entrar por causa da integração.
O compliance não consegue reconstituir uma decisão sem depender da memória de quem a tomou.
O produto mudou e o sistema central só acompanha na próxima versão do fornecedor.
Como conduzimos o projeto numa operação financeira
O primeiro recorte é uma política ou um fluxo, validado com o analista e com o compliance antes de alcançar a carteira inteira.
ETAPA 01
Imersão
Sentamos com subscrição, crédito, sinistros e compliance, seguimos casos reais do início ao fim e reunimos cada planilha de alçada e cada exceção combinada por mensagem, porque é ali que a regra verdadeira está escrita.
ETAPA 02
Engenharia
Transformamos a política em regra explícita e definimos o que a aplicação decide sozinha, o que vai para análise humana e o que ela troca com o sistema central, com o registro exigido pelo compliance desenhado desde o começo.
ETAPA 03
Construção
Entregamos em ciclos curtos, com analistas testando sobre casos anonimizados do histórico, até a decisão da aplicação e a do time coincidirem e cada divergência ter explicação.
ETAPA 04
Homologação
A aplicação roda em paralelo ao processo atual numa carteira ou num canal piloto. Quando os resultados batem e o compliance valida a trilha, o fluxo antigo sai de cena.
ETAPA 05
Gestão e Sustentação
Mudou a política, entrou um parceiro, a supervisão pediu um relatório novo: a evolução segue mês a mês, com prioridade combinada com a área de negócio e registro de cada versão publicada.
O que muda quando a regra sai da planilha
Política aplicada do mesmo jeito por todos
A exceção deixa de depender de quem está de plantão: a regra é uma só, e o desvio dela passa por alçada registrada.
Decisão reconstituída em minutos
Para cada proposta, apólice ou sinistro, a pergunta sobre quem decidiu, quando e com base em quê tem resposta na própria aplicação.
Produto novo sem esperar o fornecedor
Mudança de política e entrada de parceiro seguem o ritmo da empresa, porque a regra própria mora num sistema que ela controla.
Dúvidas mais comuns
O que perguntam antes do primeiro recorte
“Vou precisar trocar o sistema central?”
Não. O núcleo de apólices, contas ou crédito continua como registro oficial. A aplicação sob medida lê dele, devolve para ele e cobre o que ele não alcança, sem mexer no código do fornecedor.
“E a proteção dos dados dos clientes?”
Entra na engenharia do projeto: perfis de acesso, registro de quem consultou o quê, dado sensível mascarado onde não é necessário. A operação contínua de segurança do ambiente é outra frente, e as duas trabalham juntas.
“A aplicação garante que estamos em conformidade?”
Não, e ninguém sério promete isso. Ela ajuda a aplicar a política e a documentar a decisão. A conformidade perante o regulador é responsabilidade da instituição, que define com o próprio compliance o que a regra precisa cumprir.
“O analista vai confiar numa regra automática?”
A regra é escrita com ele. Na construção, cada decisão da aplicação é comparada com a do time, e o que diverge é discutido antes de entrar em produção.
“Por onde começar, se tudo depende de tudo?”
Pelo fluxo em que a regra informal custa mais: perda por fraude, prazo de sinistro estourado, proposta parada. O diagnóstico põe as opções em fila, e a primeira entrega ataca só a do topo.
“O sistema fica nosso?”
Fica. Código, documentação e histórico de versões pertencem à instituição, e a sustentação mensal é opção de contrato, e não dependência para a aplicação continuar de pé.
Outras frentes neste setor
Tecnologia para seguradoras e fintechs
Onde a tecnologia pesa numa operação financeira: regra própria de produto, trabalho repetido na retaguarda e risco cibernético sob supervisão. Como decidir.
Automação para seguradoras e fintechs
Robôs, integrações e agentes de IA para sinistro, cadastro, conciliação e atendimento em seguros e fintechs, sobre os sistemas que a operação já usa.
Segurança da informação para seguradoras e fintechs
Operação contínua de segurança para quem guarda dado financeiro e responde a regulador: acesso revisado, detecção com parceiro, pentest independente e evidência.
Esta frente em outros setores
Software sob medida para varejo
Sistemas sob medida para varejo e e-commerce: estoque único entre canais, tratamento de exceções de pedido e regras comerciais próprias, integrados ao ERP.
Software sob medida para agronegócio
Sistemas sob medida para cooperativas, armazéns e agroindústrias: recebimento de carga, rastreabilidade de lote e controle de qualidade que o ERP não cobre.
Software sob medida para construtoras
Medição de terceiros, diário de obra, requisição e aprovação de compras construídos para a rotina da construtora, ligando canteiro, escritório e ERP.
Software sob medida para escritório de contabilidade e BPO financeiro
Sistema sob medida para escritório contábil e BPO financeiro: portal do cliente, controle de obrigações por carteira e integrações que o sistema contábil não entrega.
Software sob medida para distribuidoras
Portal de pedidos B2B, regra de preço por cliente, liberação de crédito e integração com o ERP construídos para a distribuidora que cresceu mais que o sistema.
Software para instituições de ensino
Sistemas sob medida para o que o sistema acadêmico não cobre: política de bolsas, jornada de matrícula, portal do responsável e ponte com o financeiro.
Próximo passo
Se a política mais importante da empresa está numa planilha de exceções, ela está pedindo um sistema.
O diagnóstico acompanha o fluxo em que a regra informal mais pesa e devolve o desenho da primeira aplicação: o que ela decide, o que registra e como conversa com o sistema central.
- Mapa das regras e exceções aplicadas fora do sistema central
- Pontos em que a decisão hoje não deixa registro
- Primeira política ou fluxo a sair da planilha, com o que espera a vez

