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Automação e Agentes de IA · Seguros e Fintechs

O cliente contrata pelo aplicativo em minutos. Nos bastidores, a proposta ainda passa de mão em mão.

Automatizamos o trabalho repetido da operação financeira: documento conferido contra o cadastro, aviso de sinistro triado, conciliação que fecha sozinha, atendimento que informa status sem abrir chamado. Tudo em cima dos sistemas que já estão contratados.

Documento conferido por robô
Conciliação diária
Atendimento com status

Onde o tempo da operação vai embora

A frente digital é rápida. A retaguarda que a sustenta ainda vive de conferência manual.

Em seguradoras, insurtechs e fintechs, sistema central, cadastro, antifraude contratado, banco parceiro e atendimento coexistem. Quem transporta o dado entre eles é o analista, que deveria estar olhando o caso difícil.

O documento do cliente chega por foto, e alguém confere nome, CPF e endereço contra o cadastro, campo por campo, antes de a proposta seguir.

O aviso de sinistro entra por telefone, e-mail e mensagem, e uma pessoa redigita tudo no sistema e distribui os casos entre os reguladores por planilha.

O extrato do banco parceiro, o arquivo da adquirente e o sistema de contas são comparados à mão no fim do dia, e a diferença só aparece dias depois.

Boa parte dos contatos no atendimento é para saber em que etapa estão a proposta, o pagamento ou o sinistro, informação que já existe em algum sistema.

O que automatizamos na operação financeira

Fluxos, robôs, integrações e agentes de IA sobre o que a empresa já contratou, começando pelo processo com mais volume e regra mais estável.

Conferência de documentos na entrada

O documento enviado é lido, os dados são comparados com o que o cliente informou e com o cadastro, e a proposta segue quando tudo bate. O analista recebe só o caso com divergência, já com o campo em conflito marcado.

Leitura do documentoComparação com o cadastroDivergência marcada

Triagem e distribuição de sinistros

Aviso recebido por qualquer canal vira registro único, com os dados do segurado e da apólice já puxados do sistema. A regra de distribuição encaminha ao regulador certo, e o segurado recebe o protocolo sem esperar ninguém.

Canal único de entradaDistribuição por regraProtocolo automático

Conciliação de pagamentos e repasses

Arquivos do banco parceiro, da adquirente e do sistema de contas são cruzados todos os dias por regra. O que concilia é baixado; o que não concilia vai para a tesouraria com o motivo provável apontado.

Cruzamento diárioBaixa automáticaPendência explicada

Agente de IA para atendimento e status

Um agente no WhatsApp responde ao cliente e ao corretor com a situação real da proposta, do pagamento ou do sinistro, consultando os sistemas de origem. Pedido que exige análise ou reclamação vai para uma pessoa, com a conversa inteira anexada.

Consulta ao sistema de origemResposta a qualquer horaPassagem para humano

Integração entre sistema central e serviços contratados

Sistema central, CRM, antifraude, consultas cadastrais e plataforma de assinatura passam a trocar dados por integração, e não por exportação de planilha. Cada serviço segue no seu papel, e a chamada entre eles fica registrada.

Troca por integraçãoChamada registradaServiços preservados

Relatórios de compliance e de risco montados sozinhos

Os números que compliance, risco e diretoria pedem toda semana são coletados dos sistemas de origem e entregues no formato conhecido. Quem montava o relatório passa a analisar o que ele mostra.

Coleta automáticaMesmo formatoTempo para análise

Onde esta frente termina

Não é sistema novo nem motor de decisão de crédito. É tirar das pessoas o trabalho de ponte entre o que já existe.

Automação de processos (esta página)

  • As ferramentas já estão contratadas e o gargalo é conferir, redigitar e conciliar entre elas.
  • O processo tem regra clara e volume diário: cadastro, aviso de sinistro, conciliação, status.
  • A decisão sensível continua com analistas, que recebem só o caso que exige julgamento.
  • O resultado aparece sem esperar o desenvolvimento de uma aplicação.

Software sob medida para seguros e fintechs

  • A política de crédito, subscrição ou sinistro precisa virar regra que nenhum sistema comprado representa.
  • Falta uma aplicação para o regulador, o analista ou o parceiro trabalharem.
  • O caminho é construir, e não apenas conectar as ferramentas atuais.
Ver essa frente

Aprovar crédito, aceitar risco e pagar sinistro são decisões da instituição, com política e alçada definidas por ela. A automação prepara o caso, confere o que é conferível e registra cada passo; ela não assume a decisão regulada.

Quando faz sentido conversar

Automatizar compensa quando o analista qualificado gasta o dia em tarefas que uma regra resolveria.

Se a regra muda a cada caso ou depende de interpretação, automatizar gera retrabalho. O diagnóstico separa o que é conferência mecânica do que é julgamento, e só a primeira entra no robô.

Documentos de clientes são conferidos manualmente contra o cadastro antes de a proposta andar.

Avisos de sinistro chegam por vários canais e são redigitados no sistema.

A conciliação com banco parceiro ou adquirente é feita em planilha e fecha com atraso.

O atendimento passa boa parte do dia informando status que já está registrado.

Relatórios para compliance e diretoria são montados copiando números de vários sistemas.

Como conduzimos a automação numa seguradora ou fintech

O primeiro fluxo é escolhido pelo volume que absorve e pelo risco que não cria, e entra em produção antes de o próximo começar.

01

ETAPA 01

Imersão

Com cadastro, sinistros, tesouraria e atendimento, cronometramos as tarefas repetidas, listamos os sistemas que cada uma percorre e descobrimos onde está escrita a regra que a pessoa aplica.

02

ETAPA 02

Engenharia

Para o fluxo escolhido, desenhamos o gatilho, a regra, o que o robô ou o agente faz sozinho e o ponto exato em que o caso volta para uma pessoa, com o registro que o compliance precisa ver.

03

ETAPA 03

Construção

Montamos o fluxo sobre os sistemas contratados e o testamos com casos reais já encerrados, até o resultado automático coincidir com a decisão que a equipe tomou na época.

04

ETAPA 04

Homologação

A automação trabalha ao lado do time por um período, com conferência por amostra. Quando o acerto se sustenta e a exceção chega bem explicada, a tarefa manual é desligada.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Todo mês revisamos os fluxos: fornecedor que mudou o arquivo, política de distribuição alterada, canal de entrada novo. Sem acompanhamento, o robô para no primeiro ajuste de layout.

O que muda quando a conferência deixa de ser manual

Analista no caso que pede análise

Quem conferia campo por campo passa a cuidar da divergência, da suspeita de fraude e do cliente que precisa de atenção.

Caixa conciliado no dia seguinte

A diferença entre banco, adquirente e sistema aparece na manhã seguinte, com o motivo apontado, e não no fechamento do mês.

Cada passo com registro

Robô, integração e agente deixam rastro do que fizeram, e a auditoria consegue reconstituir qualquer cadastro, aviso ou baixa.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de automatizar

“Um robô vai aprovar crédito ou pagar sinistro?”

Não. A automação confere, organiza e encaminha. Aprovação, aceitação e pagamento continuam com quem tem alçada, que recebe o caso pronto para decidir.

“Dado de cliente passando por robô é seguro?”

O fluxo usa as credenciais e os perfis de acesso definidos pela empresa, registra cada consulta e não guarda cópia de documento fora dos sistemas de origem sem necessidade combinada.

“O agente de IA pode inventar uma resposta ao cliente?”

Ele responde a partir do que consulta nos sistemas e dentro de um roteiro combinado. Pergunta fora do escopo, reclamação ou pedido sensível vai para uma pessoa, com a conversa registrada.

“E quando o banco parceiro mudar o arquivo?”

Acontece, e por isso a integração por API é a primeira escolha quando existe. Onde o arquivo é o único meio, a sustentação acompanha a mudança antes de ela virar pendência na conciliação.

“Qual fluxo automatizar primeiro?”

O de maior volume com regra estável e baixo risco de decisão errada. Em muitas operações financeiras é a conferência de cadastro ou a conciliação, mas o diagnóstico mede antes de escolher.

“Quem responde se a automação parar?”

A sustentação gerenciada monitora os fluxos, avisa quando algo falha e corrige. O processo manual continua documentado como contingência.

Esta frente em outros setores

Próximo passo

Se o analista mais experiente da operação passa a manhã conferindo documento, o primeiro fluxo automatizado já está escolhido.

O diagnóstico mede com a equipe as tarefas repetidas de cadastro, sinistro, tesouraria e atendimento, e indica a ordem de automação pelo tempo que cada uma devolve e pelo risco que envolve.

  • Lista das tarefas repetidas, com volume e horas por semana
  • Sistemas contratados e o meio de troca de cada um
  • Primeiro fluxo, com o ponto em que o caso volta para uma pessoa