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Software Sob Medida · Agronegócio e Agroindústria

Na safra, o caminhão não espera. O registro do que ele trouxe não pode ficar para depois.

Construímos o sistema que acompanha o produto da entrada à expedição: recebimento com classificação registrada, lote rastreável até a origem e qualidade anotada no momento da análise, conversando com a balança, o estoque e o ERP que a operação já tem.

Recebimento na hora
Lote até a origem
Qualidade registrada

O que aparece no pico da safra

A operação dobra de ritmo em poucas semanas. O controle continua no mesmo papel de sempre.

Cooperativas, armazéns, beneficiadoras e agroindústrias costumam ter ERP para faturar, comprar e fechar o financeiro. A parte que só existe no agro, do ticket de pesagem ao laudo de classificação, fica espalhada entre sistemas soltos e planilhas.

O peso sai da balança num ticket, a umidade e a impureza são anotadas à parte, e alguém junta tudo no fim do turno para lançar o romaneio no sistema.

Na hora de responder de onde veio um lote, a qualidade precisa cruzar planilhas de recebimento, de secagem e de expedição que ninguém ligou entre si.

O saldo de cada produtor ou cooperado é conferido por telefone e mensagem, porque o número do sistema não bate com o que ele anotou no caderno.

Na entressafra ninguém tem tempo de corrigir o processo; na safra, ninguém pode parar para isso.

O que construímos para a operação agroindustrial

Aplicações feitas a partir do fluxo físico do produto, integradas à balança, ao estoque e ao ERP em uso.

Recebimento e classificação de carga

Tela única para portaria, balança e laboratório de classificação: a pesagem entra direto do equipamento quando ele permite, os descontos seguem a regra da empresa e o romaneio fica pronto quando o caminhão deixa a moega.

Pesagem sem digitaçãoDesconto pela regra da casaRomaneio na saída

Rastreabilidade de lote

Cada lote recebido carrega origem, produtor, tratamentos e análises, e segue encadeado pela secagem, armazenagem, beneficiamento e expedição. Quando um comprador questiona uma carga, dá para voltar dela até o produtor e seguir para os outros destinos do mesmo lote numa só consulta.

Origem registradaEtapas encadeadasConsulta nos dois sentidos

Conta do produtor e do cooperado

Entregas, descontos, adiantamentos, insumos retirados e saldo reunidos num extrato que o produtor consulta sem ligar para ninguém, calculado pela regra da cooperativa ou da empresa.

Extrato consultávelRegra da cooperativaMenos ligação de conferência

Registro de qualidade e laudos

Análise de umidade, impureza, contaminantes ou padrão do comprador anotada no momento da coleta e ligada ao lote. O laudo sai do mesmo registro, sem redigitação e sem versão paralela.

Análise na coletaVínculo com o loteLaudo sem redigitação

Ponte entre balança, estoque e ERP

Quando os sistemas da operação não conversam e nenhum conector pronto resolve, construímos a camada que leva o dado de um para o outro, mantendo o ERP como registro oficial e sem mexer dentro dele.

Sem conector prontoERP como registro oficialDado único

Planejamento de safra e de armazenagem

Previsão de entregas por produtor, ocupação de silos e armazéns e fila de recebimento numa visão só, para a operação se preparar antes do pico, e não durante ele.

Entrega previstaOcupação de armazémPreparação antes do pico

Onde esta frente termina

Não é ERP agrícola genérico nem gestão de lavoura. É o sistema do fluxo do produto que o ERP deixa sem registro.

Software sob medida (esta página)

  • A regra de desconto, de classificação ou de rateio é da própria empresa e nenhum sistema pronto a segue.
  • Falta um lugar para registrar recebimento, lote e análise no momento em que acontecem.
  • Balança, estoque e ERP precisam de uma ponte que não se encontra pronta.
  • O sistema construído pertence à cooperativa ou à agroindústria, com código e documentação.

Automação para agronegócio

  • Os sistemas estão implantados e a sobrecarga vem de tarefas repetidas entre eles.
  • O gargalo é administrativo: notas de produtor, contratos, atendimento, relatórios de safra.
  • Não há aplicação a construir, só fluxos a ligar e manter.
Ver essa frente

Automação de secador, controle de silo, sensores de lavoura e telemetria de máquinas agrícolas são tecnologia de campo, com fornecedores próprios, e ficam fora desta frente. Quando esses equipamentos disponibilizam dado para a TI, o sistema pode ler e levar a informação a quem decide.

Quando faz sentido conversar

Construir compensa quando o fluxo do produto tem regra própria e a alternativa é atravessar mais uma safra na planilha.

Se o ERP ou um sistema de mercado para o agro atende bem, ele tende a sair mais barato, e a recomendação vai nessa linha. O sistema próprio se justifica quando a regra da operação é o que diferencia a empresa.

O romaneio só fica pronto horas depois da pesagem, porque os dados são juntados à mão.

Responder de onde veio um lote exige montar o caminho a partir de várias planilhas.

Produtores e cooperados ligam para saber o saldo porque não confiam no número que recebem.

Cada safra exige gente temporária só para digitar e conferir.

Um comprador ou uma auditoria de cliente pediu rastreabilidade que a empresa não consegue mostrar rápido.

Como conduzimos o projeto numa agroindústria

O primeiro recorte é uma unidade ou um processo, e a entrada em produção é planejada fora do pico da safra.

01

ETAPA 01

Imersão

Acompanhamos portaria, balança, classificação, armazém e escritório, de preferência num dia de movimento, e reunimos cada ticket, planilha e caderno que hoje sustenta o controle.

02

ETAPA 02

Engenharia

Definimos o que o sistema registra, o que recebe da balança e do ERP e o que devolve, com a primeira unidade ou o primeiro processo escolhido e o calendário de safra tratado como restrição do projeto.

03

ETAPA 03

Construção

Construímos em ciclos curtos com quem opera a balança, classifica e expede, testando com cargas e lotes reais para a tela aguentar o ritmo da fila de caminhões.

04

ETAPA 04

Homologação

O sistema roda em paralelo ao controle atual numa unidade piloto, de preferência na entressafra. Quando os números fecham, o controle antigo é desligado e a próxima unidade entra.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Depois da implantação, acompanhamos cada safra: regra de desconto nova, produto novo, unidade nova, exigência de comprador, com prioridades definidas junto com a operação.

O que muda quando o registro anda junto com a carga

Fila de recebimento que anda

Com pesagem, classificação e romaneio num fluxo só, o caminhão sai da moega com o registro pronto.

Lote rastreado em uma consulta

Origem, tratamentos, análises e destinos ficam encadeados, e a resposta ao comprador ou à auditoria não depende de mutirão.

Produtor que confia no extrato

O saldo calculado pela regra da empresa, consultado pelo próprio produtor, diminui ligação, conferência e atrito.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes do primeiro recorte

“O ERP atual continua?”

Continua. Ele segue como registro oficial de estoque, fiscal e financeiro, e o sistema sob medida cobre o que é específico do agro, trocando dados com ele.

“A balança que temos conversa com um sistema novo?”

Isso é verificado no começo do projeto, equipamento por equipamento. Quando não houver meio de leitura, o sistema prevê o registro assistido, sem perder o vínculo com o ticket de pesagem.

“E as unidades com internet fraca?”

Faz parte do desenho. Onde a conexão cai, o registro precisa seguir funcionando localmente e sincronizar depois, e isso é definido antes de escrever a primeira tela.

“O sistema ajuda com exigência de rastreabilidade?”

Depende do produto. Para vegetais frescos destinados à alimentação humana, a Instrução Normativa Conjunta nº 2/2018 pede que cada elo da cadeia assegure a rastreabilidade e mantenha os registros à disposição das autoridades por 18 meses após a validade ou a expedição. O sistema guarda e recupera esses registros; a leitura da norma para o seu caso fica com o responsável técnico.

“Dá para implantar sem atrapalhar a safra?”

É a primeira restrição do cronograma. A construção pode acontecer em qualquer época, mas a troca do controle é planejada para a entressafra ou para uma unidade de menor movimento.

“A quem pertence o sistema?”

À empresa ou à cooperativa. O código e a documentação passam para ela na entrega, e manter a sustentação conosco é opção, não requisito.

Esta frente em outros setores

Fontes citadas

  • Instrução Normativa Conjunta nº 2/2018 (ANVISA/MAPA): Define a rastreabilidade na cadeia de produtos vegetais frescos destinados à alimentação humana; cada ente assegura a rastreabilidade nas etapas sob sua responsabilidade e mantém os registros à disposição das autoridades por 18 meses após a validade ou a expedição.

Próximo passo

Se a safra só fecha porque alguém passa a noite juntando tickets e planilhas, o sistema que falta já tem escopo.

O diagnóstico percorre o caminho do produto e da informação, da portaria à expedição, e aponta a primeira aplicação a construir, com os dados que ela guarda e a forma como fala com balança, estoque e ERP.

  • Mapa do produto e da informação da portaria à expedição
  • Planilhas e cadernos paralelos, com o que cada um compensa
  • Primeiro recorte e janela de implantação fora do pico