O sistema processual cuida do processo. O resto do escritório ainda roda em e-mail e planilha.
Construímos o que o software jurídico de prateleira não cobre: a porta de entrada das demandas das áreas, o controle de contratos e obrigações, o portal que o cliente consulta e a apuração de honorários com a regra que o sócio negociou.
O que aparece quando se acompanha uma semana
O advogado sênior sabe tudo de direito e passa parte do dia descobrindo onde está a informação.
O sistema de gestão processual resolve o acompanhamento do processo. Contratos, pedidos das áreas, relatórios ao cliente e o controle da própria operação do escritório ficam fora dele, espalhados.
No jurídico interno, pedido de contrato ou de parecer chega por e-mail, conversa de corredor e mensagem, sem fila, sem prioridade e sem saber quanto tempo cada um leva.
Contratos assinados moram em pastas, e a renovação automática de um fornecedor só é percebida depois que a cobrança nova chega.
O cliente corporativo pede um relatório da carteira e alguém monta, a cada mês, uma apresentação copiando dados do sistema processual.
Horas lançadas, teto de honorários e regra de êxito de cada contrato são conferidos numa planilha do financeiro antes de cada fatura.
O que construímos para escritórios e jurídicos internos
Aplicações desenhadas sobre a rotina da banca ou do departamento, trocando dados com o sistema processual que já está em uso.
Porta de entrada das demandas jurídicas
As áreas da empresa pedem contrato, revisão ou parecer por um formulário que já coleta o que o advogado precisa. A demanda entra numa fila com prioridade, responsável e prazo, e o General Counsel enxerga o volume por área.
Gestão de contratos e obrigações
Cada contrato com partes, vigência, reajuste, renovação e obrigações assumidas, e aviso antes de cada data que importa. A pergunta sobre o que a empresa prometeu a um fornecedor tem resposta sem abrir PDF por PDF.
Portal do cliente do escritório
O cliente consulta seus casos, documentos e relatórios num ambiente com acesso controlado, sem depender de e-mail para cada atualização. O escritório decide o que aparece e para quem.
Honorários com a regra de cada contrato
Horas, teto mensal, valor fixo e parcela de êxito calculados conforme o que foi contratado com cada cliente. A fatura sai conferida pelo sistema e o sócio revisa só o que fugiu do combinado.
Painel de Legal Ops
Carteira por fase, área e responsável, carga de trabalho da equipe e tempo de resposta às demandas, montados a partir do que os sistemas já registram. A reunião de gestão parte do dado, e não da percepção de cada sócio.
Integração com o sistema processual
Quando o sistema de gestão processual não conversa com o financeiro, com o portal ou com a ferramenta do cliente, construímos a ponte em volta dele. Ele continua sendo o registro dos processos, sem customização por dentro.
Onde esta frente termina
Não é um novo sistema processual nem uma IA que escreve peças. É o sistema da operação jurídica que falta em volta dele.
Software sob medida (esta página)
- O escritório ou o departamento precisa de um lugar próprio para demandas, contratos ou relatórios que o sistema processual não comporta.
- A regra de honorários, de prioridade ou de aprovação é da casa e não existe pronta.
- É preciso construir a ponte entre o sistema processual e o resto da operação.
- Código, documentação e decisão sobre o que evolui ficam com o escritório.
Automação para escritórios de advocacia
- As ferramentas já existem e o problema é a equipe cadastrando, distribuindo e copiando informação o dia todo.
- O gargalo é repetição com regra: publicações a distribuir, minutas a preencher, relatórios a montar.
- O trabalho é ligar e automatizar, sem aplicação nova para desenvolver.
Acompanhamento de processo e controle de prazos continuam no sistema processual que o escritório escolheu. A aplicação sob medida fica ao lado, alimentando-se dos dados dele e devolvendo o que for preciso.
Quando faz sentido conversar
O sistema sob medida se justifica quando a forma de o jurídico trabalhar é parte do que ele entrega, e nenhum produto a acompanha.
Se um módulo do sistema processual ou uma ferramenta de mercado resolve, ela tende a ser o caminho mais barato, e isso aparece no diagnóstico. A construção vale quando a alternativa é continuar gerindo por planilha e caixa de entrada.
Pedidos das áreas chegam por canais soltos e ninguém mede o volume nem o tempo de resposta.
Contratos vencem ou renovam sem que o jurídico perceba a tempo.
Relatórios para clientes corporativos são montados à mão todo mês.
A conferência de honorários antes da fatura depende de uma planilha e de uma pessoa.
Sócios discutem a carga da equipe sem um número em comum.
Como conduzimos o projeto num escritório ou departamento jurídico
O primeiro recorte é um processo e uma área, validado com quem usa antes de chegar ao restante da operação.
ETAPA 01
Imersão
Acompanhamos advogados, assistentes, controladoria jurídica e financeiro, e levantamos cada planilha, pasta e caixa de entrada que sustenta a operação fora do sistema processual.
ETAPA 02
Engenharia
Definimos o que o novo sistema guarda, o que lê do sistema processual e o que devolve, quem enxerga cada informação e qual processo entra primeiro, com o restante deixado de fora de propósito.
ETAPA 03
Construção
Entregamos em ciclos curtos. Advogados e áreas solicitantes experimentam cada versão parcial, e o fluxo final acaba espelhando como o jurídico decide, e não um organograma.
ETAPA 04
Homologação
O sistema roda ao lado do controle atual com uma área ou um grupo de clientes até os dados baterem. Então a planilha paralela é aposentada e o próximo recorte começa.
ETAPA 05
Gestão e Sustentação
Em produção, seguimos mês a mês: novo tipo de contrato, nova regra de honorário, nova área atendida, ajustes priorizados junto com os sócios ou com o Legal Ops.
O que muda quando a operação jurídica tem sistema próprio
Nenhuma data de contrato perdida por esquecimento
Renovação, reajuste e obrigação chegam como aviso antes do prazo, e não como surpresa na fatura do fornecedor.
Hora sênior de volta para o direito
Com a informação organizada no lugar certo, o advogado experiente deixa de procurar documento e de montar relatório.
Sistema que pertence ao escritório
Código, documentação e prioridade de evolução ficam com quem usa, e não com a agenda de um fornecedor.
Dúvidas mais comuns
O que sócios e gestores jurídicos perguntam
“Vou precisar trocar o sistema processual?”
Não. Processos e prazos continuam registrados nele. A aplicação nova ocupa o espaço onde ele não chega, como demandas, contratos e honorários, e se comunica com ele.
“E o sigilo dos documentos dos clientes?”
Acesso por perfil e por cliente, registro de quem abriu cada documento e hospedagem definida com o escritório entram na engenharia desde o começo, porque o sigilo profissional não admite remendo depois.
“O sistema vai usar IA para redigir peças?”
Não é o foco desta frente. Aqui o trabalho é a estrutura da operação: demandas, contratos, relatórios e honorários. Preparar minutas a partir de modelos é assunto da automação, sempre com revisão do advogado.
“Os advogados vão aderir?”
Aderem quando a tela poupa tempo deles. Por isso ela é desenhada com quem usa, durante a construção, e o que não serve à rotina sai antes da entrada em produção.
“Qual processo construir primeiro?”
O que mais consome hora qualificada por falta de sistema, medido no diagnóstico. Em departamentos internos é comum ser a entrada de demandas; em bancas, o controle de honorários. A medição decide.
“De quem fica o sistema?”
Do escritório ou da empresa, com código e documentação entregues na homologação. O acompanhamento mensal é opcional e pode ser encerrado sem que a aplicação saia do ar.
Outras frentes neste setor
Tecnologia para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos
Software, automação e segurança para escritórios de advocacia e jurídicos internos: onde a operação trava e como escolher a frente certa para cada gargalo.
Automação de processos para escritórios de advocacia
Automação e agentes de IA para escritórios de advocacia e jurídicos internos: publicações distribuídas, minutas preenchidas e relatórios sem trabalho repetido.
Segurança da informação gerenciada para escritórios de advocacia
Segurança gerenciada para escritórios de advocacia e jurídicos internos: sigilo profissional, e-mail, certificados e acesso por cliente sob operação contínua.
Esta frente em outros setores
Software sob medida para logística
Portal do embarcador, gestão de ocorrências e integração entre TMS, WMS e ERP construídos para a operação da transportadora, sem trocar o que já roda.
Software sob medida para marketing
Sistemas sob medida para o time de marketing: atribuição com a regra da empresa, base de dados própria, portal de verba com revendas e central de materiais.
Software para mineradoras
Sistemas sob medida para mineração: inspeção de campo, histórico de ativos, registro de SSMA e documentação de segurança, ligados ao ERP e aos dados que já existem.
Software sob medida para RH
Sistemas sob medida para RH e BPO de RH: admissão, regras de benefício e integração entre ATS, folha e ponto que os sistemas de prateleira não resolvem.
Software para saneamento
Sistemas sob medida para água, esgoto e resíduos: ordem de serviço de campo, inspeção de ativos distribuídos e indicadores regulatórios calculados sem planilha.
Software sob medida para hospitais e laboratórios
Aplicações sob medida em volta do sistema clínico: autorizações, glosas, materiais consignados e rede de unidades, com dado de paciente tratado como sensível.
Próximo passo
Se a operação do escritório depende de quem lembra onde cada coisa está, o sistema que falta já tem escopo.
O diagnóstico acompanha a rotina do jurídico, lista o que vive fora do sistema processual e define qual aplicação construir primeiro e como ela conversa com o que já existe.
- Mapa do que vive fora do sistema processual e de quem depende disso
- Regras próprias da casa que nenhum produto cobre
- Primeira aplicação, com a área ou o grupo de clientes que a recebe

