O setor de energia mede tudo no equipamento. Entre o campo e a diretoria, a informação ainda se perde.
Um retrato de onde a informação trava em geradoras, distribuidoras, operadoras de óleo e gás e seus fornecedores, e de como decidir se o caminho é construir, automatizar ou proteger antes de investir em qualquer um deles.
O padrão que aparece no setor
A operação é engenharia de ponta. A gestão que a cerca ainda depende de formulário, e-mail e planilha.
Geração, transmissão, distribuição, exploração de óleo e gás e a cadeia de serviços que atende essas empresas mudam de ativo e de regra, mas os vãos se repetem. É nesses vãos, e não no controle da planta, que a Composto Web trabalha.
Entre o equipamento e o escritório: inspeção e intervenção só viram dado quando a equipe volta para a base.
Entre a empresa e seus terceiros: contratos, medições e documentos de contratadas são conferidos à mão.
Entre os sistemas: ERP, sistema de manutenção e planilhas de campo guardam partes da mesma história sem se falar.
Entre o risco e a rotina: acesso remoto de fornecedores e exigência de segurança cibernética crescem mais rápido que a equipe de TI.
Como separamos o que cada problema pede
O diagnóstico começa classificando o problema. A frente vem depois.
Quando falta um sistema
Se inspeção, histórico de ativos ou liberação de terceiros não têm onde ser registrados do jeito que a empresa opera, a resposta é construir uma aplicação própria, ligada ao ERP e ao sistema de manutenção.
Quando o dado já existe e a equipe faz a ponte
Se tudo está nos sistemas e o gargalo é gente conferindo medição, lançando nota ou cobrando aprovação, a resposta é automatizar o fluxo, sem desenvolver nada novo.
Quando o risco é o acesso e o dado
Se contratadas entram no ambiente sem controle, os alertas não têm quem leia ou a regulação pede evidência que não existe, a conversa é de segurança gerenciada da camada de TI.
Quando a resposta é usar o que já existe
Havendo módulo do ERP ou produto de mercado que resolva, é ele que o diagnóstico indica. Construir onde já há produto adequado desperdiça orçamento que faz falta em outra frente.
Sinais de que vale conversar
O momento chega quando crescer em instalações, contratos ou exigência regulatória passa a pedir mais gente só para manter a informação em ordem.
Vale para operadoras e para fornecedores. Empresas de serviço que atendem o setor sentem a mesma pressão, vinda do contratante.
Cada nova instalação ou contrato exige alguém a mais para digitar e consolidar.
O histórico de um ativo crítico precisa ser montado a partir de várias fontes.
A liberação de contratadas e a conferência de medições atrasam o campo e o pagamento.
Contratante, regulador ou diretoria passaram a pedir evidência de segurança da informação.
O que a operação ganha quando campo e escritório se encontram
Uma versão do dado para campo e escritório
Manutenção, suprimentos e diretoria olham o mesmo registro, feito na origem, e a discussão passa a ser sobre o que fazer.
Ambiente de TI com rotina e responsável
Acessos, alertas e registros deixam de depender de lembrança, e a empresa consegue mostrar o que faz quando alguém pergunta.
Perguntas do setor
O que a diretoria de operação pergunta primeiro
“Vocês trabalham com automação de usina ou de subestação?”
Não. Controle, proteção, supervisório e telemetria de campo são tecnologia operacional. Atuamos no sistema de informação, na integração entre sistemas e na proteção da TI corporativa e dos dados.
“Preciso substituir o ERP ou o sistema de manutenção?”
Não. Nas três frentes eles seguem como registro oficial, e qualquer entrega se apoia neles e troca dados com eles.
“Como saber se preciso de software, automação ou segurança?”
O diagnóstico classifica o problema: ausência de registro pede sistema, trabalho manual entre ferramentas pede automação, exposição de acessos e dados pede segurança. Quando aparecem duas frentes, ele também define a ordem.
“Atendem só operadoras grandes?”
Não. Fornecedores de manutenção, inspeção e serviços técnicos da cadeia enfrentam os mesmos problemas, com a cobrança vindo do contratante, e o diagnóstico serve a eles do mesmo jeito.
“Por onde começar numa operação espalhada por várias regiões?”
Por uma instalação ou um processo. O diagnóstico escolhe onde a informação atrasada pesa mais, entrega ali e só depois amplia.
O que a Composto Web faz neste setor
Automação de processos para o setor de energia
RPA, integrações e fluxos para o administrativo de energia, óleo e gás: medição de contratadas, notas, aprovações e relatórios sem redigitação entre sistemas.
Segurança da informação para o setor de energia
Segurança gerenciada para energia, óleo e gás: acesso de terceiros, ambiente corporativo e política de segurança cibernética mantidos com rotina e registro.
Software sob medida para o setor de energia
Sistemas sob medida para energia, óleo e gás: ordem de serviço de campo, histórico de ativos e controle de terceiros que o ERP não cobre, ligados ao que já roda.
Próximo passo
Tudo começa por localizar o trecho, entre o equipamento e a diretoria, em que a informação da sua operação para.
Percorremos campo, manutenção, suprimentos e o ambiente de TI, e cada gargalo encontrado sai com a frente indicada: construção, automação ou proteção.
- Caminho da informação do ativo até quem decide
- Cada gargalo associado à frente que o resolve
- Ordem de ataque, começando pelo que mais pesa na operação

