A mineradora investe em equipamento de ponta. O relatório diário de produção ainda nasce copiando números de cinco lugares.
Automatizamos o trabalho repetido que cerca a operação mineral: requisição de peça que espera aprovação enquanto o equipamento está parado, nota de frete conferida à mão, medição de contratada relançada no ERP, relatório diário consolidado por alguém que chega antes de todos.
Onde o administrativo da mina trava
Cada sistema da mineradora faz bem o seu papel. A ligação entre eles é feita por analistas.
ERP, sistema de manutenção, controle de balança, planilhas de produção e portais de fornecedores convivem na mesma empresa. O dado passa de um para o outro por exportação, cópia e e-mail, e cada passagem custa horas e abre espaço para erro.
A requisição de peça para um equipamento parado passa por três aprovações por e-mail, e o comprador descobre que ela estava na caixa de entrada de um gerente em viagem.
Notas de frete e de transporte de minério são conferidas uma a uma contra pesagem e contrato, e cada divergência entra numa planilha de pendências que só cresce.
A medição mensal de cada contratada chega em formato diferente e é relançada no ERP por quem deveria estar fiscalizando o contrato.
O relatório diário de produção, disponibilidade e estoque de minério é montado todas as manhãs juntando exportações de sistemas diferentes.
O que automatizamos no escritório da mina
Fluxos, robôs e integrações sobre os sistemas administrativos que a mineradora já tem, começando pelo que mais consome horas da equipe.
Aprovação de compra com prazo e escalonamento
Requisição de peça, serviço e material segue fluxo com alçada, prazo e aviso pelo canal que o aprovador lê. Item ligado a equipamento parado sobe de prioridade e escala sozinho se a assinatura não vier.
Conferência de frete e pesagem
O robô ou a integração cruza nota de transporte, registro de balança e tabela do contrato. O que bate segue lançado; o que diverge chega ao analista com a diferença calculada e a origem de cada número.
Medição de contratadas sem relançamento
Boletins de medição recebidos em planilha ou documento são lidos, validados contra o contrato e lançados no ERP. O fiscal do contrato recebe o que precisa de análise, e não uma pilha de digitação.
Integração entre ERP, manutenção e controles administrativos
O sistema de manutenção, o ERP e as bases administrativas da operação passam a trocar dados por regra: ordem que consome peça baixa o estoque, compra recebida atualiza a ordem. Cada sistema continua dono do seu registro.
Relatório diário que se monta antes do turno
Produção, disponibilidade, estoque e ocorrências são coletados das bases administrativas e entregues no formato de sempre, antes da reunião da manhã. Quem montava o relatório passa a analisá-lo.
Alerta de vencimento e desvio
Documento de contratada perto de vencer, estoque de peça crítica abaixo do mínimo, requisição parada além do prazo: o dado que já está nos sistemas gera aviso para o responsável no momento em que o problema aparece.
Onde esta frente termina
Não é automação de mina. É automação do escritório que sustenta a mina.
Automação (esta página)
- Os sistemas administrativos existem e o problema é a digitação entre eles.
- A tarefa tem regra clara e se repete todo dia ou todo mês.
- Compra, frete, medição e relatório dependem de analistas copiando dados.
- O resultado esperado é tempo devolvido, sem sistema novo a desenvolver.
Software para mineradoras
- Inspeção, pré-uso ou SSMA ainda não têm onde ser registrados digitalmente.
- Falta histórico de ativo ou repositório de documentação de segurança.
- A resposta é construir uma aplicação, e não ligar as que existem.
Controle de planta, supervisório, telemetria de frota e comando de equipamento não entram nesta frente: são tecnologia operacional, com engenharia própria. Nosso trabalho fica no escritório: pedidos, conferências, lançamentos e relatórios que giram em torno da produção mineral.
Quando faz sentido conversar
Automatizar faz sentido quando analistas qualificados da mineradora passam o dia sendo a ligação entre sistemas.
Processo que muda a cada caso ou exige julgamento técnico continua com as pessoas. O candidato à automação é o que tem regra estável, volume e passagem manual entre sistemas.
Aprovações de compra atrasam sem aviso, inclusive de peça para equipamento parado.
Notas de frete são conferidas manualmente contra pesagem e contrato.
Medições de contratadas são relançadas no ERP todo mês.
O relatório diário depende de alguém chegar cedo para juntar exportações.
Como conduzimos a automação numa mineradora
Começamos pelo fluxo que mais consome horas com regra estável, e ele entra em operação antes do próximo.
ETAPA 01
Imersão
Medimos com suprimentos, fiscal, contratos e planejamento o tempo de cada tarefa repetida e registramos quais sistemas ela atravessa, que regra segue e quem decide quando algo foge dela.
ETAPA 02
Engenharia
Escolhido o fluxo, desenhamos o gatilho, a regra, o meio de integração com cada sistema e o ponto em que a exceção volta para uma pessoa, com registro de tudo que a automação fizer.
ETAPA 03
Construção
Montamos a automação sobre os sistemas existentes e a rodamos contra notas, medições e requisições já processadas pela equipe, comparando linha a linha até não sobrar diferença.
ETAPA 04
Homologação
A automação opera em paralelo com a equipe e é conferida por amostragem. Quando a conferência para de encontrar diferença, a tarefa manual sai de cena.
ETAPA 05
Gestão e Sustentação
Acompanhamos os fluxos mês a mês: contrato de frete renegociado, contratada nova, atualização do ERP, mudança de alçada. Sem esse cuidado, a automação envelhece rápido.
O que muda quando os sistemas conversam sem intermediário
Peça que não espera assinatura
A requisição ligada a equipamento parado anda com prazo e escalonamento, e a parada deixa de se estender por falta de aprovação.
Analistas de volta ao contrato
Fiscal, comprador e analista de custos deixam a digitação e voltam a acompanhar fornecedor, contratada e desvio.
Rastro de cada lançamento
Toda conferência e todo lançamento automático ficam registrados, e a auditoria interna consegue reconstituir o que foi feito e por quê.
Dúvidas mais comuns
O que perguntam antes de automatizar
“Automação para mineração não é automação de planta?”
No mercado, o termo cobre as duas coisas. Aqui é só a administrativa: fluxos, integrações e robôs sobre os sistemas de gestão. Controle de planta e de equipamento é outra engenharia, que a Composto Web não faz.
“O robô não quebra quando o ERP atualiza?”
Pode quebrar, e por isso a integração por API é preferida sempre que o sistema oferece. O robô fica para onde não existe outro meio, e a sustentação trata a mudança de versão.
“E se lançar uma medição errada?”
Só passa o que atende à regra do contrato. Boletim que não confere volta para o fiscal marcado com o item em desacordo, e cada passo da automação deixa registro.
“Dá para aprovar pelo celular, em campo?”
Sim. O aviso chega pelo canal que o aprovador usa, e a aprovação volta ao fluxo sem que ele precise abrir o ERP no meio da mina.
“Qual processo automatizar primeiro?”
O que devolve mais horas com regra estável. O diagnóstico mede com as equipes antes de escolher, para a prioridade não ser a do processo mais visível.
“Quem cuida depois que entra no ar?”
Com a sustentação gerenciada, cada fluxo passa por revisão mensal e é ajustado quando contrato, fornecedor ou sistema mudam, antes que a mudança vire lançamento errado.
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Próximo passo
Se o relatório da reunião da manhã depende de alguém chegar antes de todo mundo para copiar números, a primeira automação está escolhida.
O diagnóstico mede com suprimentos, contratos e planejamento onde as horas vão e devolve a ordem dos fluxos a automatizar, com o tempo que cada um libera.
- Tarefas repetidas do administrativo da mina, com horas por mês
- Sistemas atravessados por cada tarefa e o meio de integração disponível
- Primeiro fluxo e o que continua com as pessoas

