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Automação e Agentes de IA · Saúde

O exame sai do equipamento direto para o laudo. A autorização do convênio ainda é digitada portal por portal.

Automatizamos o trabalho repetido do administrativo de hospitais, laboratórios, redes e operadoras: pedido de autorização lançado em cada portal, demonstrativo de pagamento conferido linha a linha, cadastro refeito em dois sistemas, relatório de unidade montado toda semana.

Portal sem digitação
Demonstrativo conferido
Exceção para gente

Onde as horas do administrativo somem

Cada operadora tem um portal. Quem liga um ao outro é a equipe de autorização.

Sistema clínico, sistema do laboratório, ERP e os portais de cada convênio convivem em quase toda instituição de saúde. O dado atravessa todos eles pelas mãos de pessoas que conhecem bem a regra e passam o dia repetindo o mesmo caminho.

A mesma solicitação de procedimento é aberta no sistema interno e depois redigitada no portal da operadora, campo a campo, com anexos baixados e reenviados.

O demonstrativo de pagamento chega em arquivo ou PDF, e alguém confere cada conta contra o que foi faturado para descobrir o que entrou, o que atrasou e o que foi glosado.

O paciente é cadastrado na recepção, de novo no laboratório e mais uma vez no financeiro, e a divergência de um dígito vira conta devolvida.

A produção de cada unidade chega à diretoria numa planilha consolidada à mão, feita com números tirados de sistemas diferentes e sempre com alguns dias de atraso.

O que automatizamos no administrativo da saúde

Robôs, fluxos e integrações sobre os sistemas e portais que a instituição já usa, começando pela tarefa que mais consome horas.

Robô para portais de operadora

Onde o convênio só aceita solicitação pelo próprio portal, o robô lê o pedido do sistema interno, preenche o portal, anexa os documentos e devolve o número do protocolo. A equipe cuida da negativa e do caso que foge da regra.

Solicitação lançada sozinhaProtocolo devolvidoNegativa para a equipe

Conferência de demonstrativo de pagamento

O arquivo de retorno da operadora é cruzado automaticamente com o que foi faturado. O que foi pago baixa sozinho, e a diferença aparece separada por motivo, pronta para quem vai recorrer.

Pago contra faturadoBaixa automáticaDiferença por motivo

Preparação e envio de lotes de faturamento

As contas fechadas são reunidas por operadora, checadas contra as regras de preenchimento que mais geram devolução e enviadas no padrão TISS pelo canal de cada convênio, com o comprovante de envio guardado.

Checagem antes do envioLote por operadoraComprovante arquivado

Cadastro que nasce uma vez só

Recepção, laboratório, ERP e financeiro passam a receber o cadastro do paciente e do convênio a partir de uma origem, por integração entre os sistemas, e o erro de digitação deixa de se multiplicar.

Uma origemSistemas sincronizadosMenos conta devolvida

Agente de IA para o atendimento administrativo

Para operadoras, laboratórios e saúde ocupacional, um agente responde pelo canal da empresa ao que é administrativo: andamento de solicitação, documento pendente, segunda via. Pergunta clínica e caso fora da regra seguem para uma pessoa.

Só assunto administrativoPassagem para humanoRegistro da conversa

Avisos de prazo e relatórios de unidade

Autorização perto de vencer, lote não enviado, conta parada no fechamento: a informação registrada nos sistemas dispara aviso para o responsável. O relatório de cada unidade sai pronto, no formato que a diretoria já conhece.

Aviso antes do prazoRelatório prontoResponsável avisado

Onde esta frente termina

Não é sistema novo nem decisão clínica. É tirar a repetição do administrativo que sustenta o atendimento.

Automação de processos (esta página)

  • Sistema clínico, ERP e portais de convênio estão em uso, e quem faz a ponte entre eles é a equipe.
  • A tarefa tem regra estável e toma horas de quem entende de convênio e faturamento.
  • O ganho aparece em semanas, porque ninguém precisa aprender uma aplicação nova.
  • A negativa, a exceção e a decisão continuam com a equipe.

Software sob medida para saúde

  • Não existe lugar para registrar a glosa, a autorização ou o consignado do jeito que a instituição opera.
  • A regra é própria da casa e precisa de uma aplicação para morar.
  • O caminho é construir, e não apenas ligar o que já roda.
Ver essa frente

Nenhum robô ou agente toma decisão clínica, orienta paciente sobre tratamento ou altera prontuário. Nosso campo é o caminho administrativo e de informação em volta do atendimento, com a exceção sempre voltando para uma pessoa.

Quando faz sentido conversar

Vale automatizar quando o mesmo passo administrativo, sempre com a mesma regra, ocupa todo dia quem entende de convênio e conta.

Tarefa que pede avaliação clínica ou negociação caso a caso não serve para robô, e forçar isso só gera manutenção. No diagnóstico, cada passo é marcado como mecânico ou como decisão, e só o mecânico entra na automação.

Solicitações de autorização são redigitadas em vários portais de operadora.

O demonstrativo de pagamento é conferido à mão, conta por conta.

Lotes de faturamento voltam por erro de preenchimento que se repete.

O mesmo cadastro é feito em mais de um sistema da instituição.

Relatórios por unidade dependem de alguém consolidar planilhas.

Como conduzimos a automação numa instituição de saúde

O primeiro fluxo é escolhido pelas horas que devolve à equipe, e só depois de estável o segundo começa.

01

ETAPA 01

Imersão

Sentamos com autorização, faturamento, recepção e financeiro, medimos o tempo das tarefas repetidas e anotamos por quais sistemas e portais cada tarefa passa e se a regra dela está escrita em algum lugar.

02

ETAPA 02

Engenharia

Escolhido o processo, fixamos o gatilho e a regra, separamos o que o robô resolve sem ajuda do que volta para a equipe e limitamos quais dados de paciente ele pode tocar, com registro de cada passo.

03

ETAPA 03

Construção

O fluxo é montado sobre os sistemas e portais em uso e testado com contas e solicitações reais já fechadas, até a saída do robô coincidir com o trabalho que a equipe entregou naquele mês.

04

ETAPA 04

Homologação

Durante algumas semanas o robô e a equipe trabalham em paralelo, e uma pessoa confere uma parte dos casos. Com o resultado estável, o passo manual deixa de existir e o próximo fluxo entra na fila.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Portal de operadora que muda de tela, nova versão do padrão de troca, convênio novo: acompanhamos todo mês, porque automação sem sustentação para na primeira mudança externa.

O que muda quando o portal deixa de ser digitado

Equipe de convênio fora da redigitação

Quem conhece a regra das operadoras passa a cuidar da negativa, do recurso e da negociação, e não do preenchimento.

Recebimento conferido sem atraso

A diferença entre faturado e pago aparece assim que o demonstrativo chega, enquanto ainda há prazo para agir.

Rastro de cada passo

Robô e integração deixam registro de cada envio, baixa e consulta, e qualquer lançamento pode ser refeito passo a passo numa auditoria.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de automatizar

“O portal da operadora muda sem aviso. O robô aguenta?”

Quebra quando a tela muda, e isso está previsto. A preferência é usar a troca eletrônica que a operadora oferece; o robô entra onde só existe portal, e a sustentação ajusta quando ele muda.

“O robô vai ter acesso a dado de paciente?”

Só ao que a tarefa exige, com credencial própria e registro do que foi acessado. A LGPD trata informação de saúde como dado sensível, e o desenho do fluxo começa por esse limite.

“O agente de IA vai conversar com paciente sobre tratamento?”

Não. Ele responde só ao que é administrativo e passa para uma pessoa qualquer pergunta clínica ou fora da regra. Recepção de clínica e agenda de consultório também não estão nesta página.

“Precisa mexer no sistema de gestão hospitalar?”

Não. A automação usa o que ele expõe, como exportação, base de consulta ou a própria tela, e não altera o sistema nem o contrato com o fornecedor.

“Qual processo automatizar primeiro?”

Aquele que toma mais horas da equipe e cuja regra muda pouco, em geral autorização em portal ou conferência de demonstrativo. A escolha sai da medição feita no diagnóstico, e não do que parece mais moderno.

“Quem mantém funcionando?”

A sustentação gerenciada revisa os fluxos a cada mês e corrige o que o portal ou o sistema mudou. Sem esse cuidado, o robô deixa de funcionar na primeira tela alterada.

Esta frente em outros setores

Próximo passo

Se a equipe de autorização passa o dia entre portais de convênio, a primeira automação já tem endereço.

No diagnóstico medimos com o administrativo as tarefas repetidas entre sistemas e portais, ordenamos pelo tempo que cada fluxo devolve e apontamos que dado de paciente cada um precisa tocar.

  • Tarefas repetidas do administrativo, com horas por semana
  • Portais e sistemas de cada tarefa, com a forma de conexão disponível
  • Fluxo inaugural e a parte que segue nas mãos da equipe