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Segurança Gerenciada · Farmacêutico

Um registro de temperatura alterado vale menos que nenhum. Um armazém sem sistema não expede nem um frasco.

Operamos a segurança de indústrias farmacêuticas, distribuidoras de medicamentos e de produtos para saúde como rotina: proteção dos registros que a qualidade precisa defender, continuidade do armazém e da expedição, controle do acesso de transportadoras e prestadores e resposta quando algo foge do normal.

Registro íntegro
Expedição contínua
Terceiro controlado

O risco que o setor carrega

Na cadeia do medicamento, o incidente de segurança vira problema sanitário, e não só de TI.

A operação guarda três coisas que atraem ataque: registro regulado que precisa continuar íntegro, logística que não pode parar sem risco ao produto e, na indústria, conhecimento de formulação e processo que vale anos de desenvolvimento.

O sequestro de dados trava ERP e WMS numa sexta à noite, e produto termolábil fica esperando na doca enquanto ninguém consegue emitir nota nem imprimir etiqueta.

Transportadora, operador logístico, manutenção de câmara fria e consultoria de validação entram na rede por acesso remoto que nunca foi revisto.

Registros de qualidade ficam em servidor de arquivos onde qualquer usuário da área consegue alterar e apagar, sem trilha de quem mexeu.

Um e-mail falso em nome de cliente troca os dados bancários de um pagamento, ou pede entrega de carga de alto valor num endereço que não é o do comprador.

O que operamos para a cadeia farmacêutica

Camadas mantidas com revisão e registro, e parceiro de operação onde a entrega exige estrutura que não é da Composto Web.

Proteção dos registros de qualidade

Quem pode criar, alterar e apagar cada registro, com permissão por função, trilha de acesso ligada e cópia de segurança conferida por restauração. O objetivo é o registro eletrônico seguir recuperável e livre de alteração não autorizada.

Permissão por funçãoTrilha de acessoRestauração testada

Armazém e câmara fria em rede própria

Coletores, impressoras de etiqueta, sensores de temperatura e o sistema do armazém ficam separados da rede administrativa e da internet aberta. O firewall que faz essa separação segue revisado, com histórico de toda regra criada ou retirada.

Rede de operação isoladaSensores protegidosAlteração registrada

Acesso de prestadores com prazo

Transportadora, manutenção e consultorias recebem acesso nominal, restrito ao sistema de que precisam, com segundo fator e data de término. Quando o contrato acaba, o acesso termina junto.

Conta nominalEscopo mínimoFim com o contrato

Detecção e resposta com parceiro

Antivírus e EDR gerenciados nas máquinas do escritório e do armazém. Onde o impacto de uma parada justifica, entra o MDR: um time do parceiro acompanha os alertas a qualquer hora e a contenção segue um roteiro acertado antes, que protege primeiro a expedição e a cadeia de frio.

Endpoint gerenciadoAnalista do parceiroPrioridade na expedição

Controles prontos para inspeção e auditoria

Controles de segurança documentados e com evidência, organizados para a inspeção sanitária, a auditoria de cliente e a avaliação de fornecedor. A Composto Web prepara; quem audita e certifica é sempre um terceiro.

Evidência organizadaAuditoria de clienteSem autocertificação

Equipe atenta à fraude comercial

Financeiro, televendas e expedição treinados para reconhecer troca de dados bancários, pedido urgente fora do padrão e mudança de endereço de entrega, com simulações periódicas e regra de confirmação por outro canal.

Fraude de pagamentoPedido suspeitoConfirmação em outro canal

Onde esta frente termina

Não valida sistema e não emite selo. Cuida de que o ambiente da operação regulada siga protegido dia após dia.

Segurança gerenciada (esta página)

  • O problema é risco: parada da expedição, registro adulterado, vazamento de formulação, fraude.
  • A empresa precisa mostrar a cliente, inspetor ou seguradora como protege e responde.
  • O trabalho é contínuo, em ciclos com revisão, e não um projeto que termina.
  • Controles e evidências ficam prontos para quem audita, e a certificação, quando houver, é dada por organismo independente.

Software sob medida para distribuidoras de medicamentos

  • Falta um sistema para recolhimento, desvio, devolução ou temperatura com rastreio por lote.
  • A dor é um processo regulado sem ferramenta, não a chance de sofrer um ataque.
  • A trilha de alteração precisa ser construída dentro de uma aplicação nova.
Ver essa frente

A validação dos sistemas computadorizados é conduzida pela Garantia da Qualidade da empresa. Para detecção contínua e MDR, a entrega vem de um parceiro com estrutura de monitoramento, já que a Composto Web não tem centro de operações de segurança.

Quando faz sentido conversar

A conversa amadurece quando um dia de armazém parado significa produto em risco, e não só atraso de entrega.

Uma distribuidora pequena, sem medicamento termolábil e com poucos acessos externos, se protege bem com antivírus gerenciado e senhas individuais. O serviço contínuo passa a compensar quando cadeia de frio, volume e número de terceiros crescem.

Prestadores acessam a rede remotamente e ninguém revisa esses acessos.

Os registros de qualidade podem ser alterados por qualquer um da área, sem trilha.

Sensores, coletores e estações administrativas dividem a mesma rede.

Já houve tentativa de fraude de pagamento ou de desvio de entrega.

Cliente, inspeção ou seguradora passou a pedir evidência de controles de segurança.

Como funciona o serviço gerenciado

Um ciclo contínuo que respeita a janela de expedição e o controle de mudanças da empresa.

01

ETAPA 01

Levantamento

Identificamos os sistemas que param a expedição, onde estão os registros de qualidade, quem de fora acessa o ambiente, o que a rede do armazém enxerga e quais evidências os clientes e a inspeção pedem.

02

ETAPA 02

Implantação

As camadas combinadas entram em funcionamento com registro no controle de mudanças da empresa e fora da janela de expedição: permissões, segmentação, acesso de prestadores, endpoint e conexão dos alertas ao parceiro de monitoramento.

03

ETAPA 03

Operação

Seguimos com triagem de alerta, renovação ou encerramento de acesso de prestador, manutenção de regra e restauração de cópia testada, e conduzimos o incidente junto com o TI e a qualidade quando ele acontece.

04

ETAPA 04

Revisão

Cada ciclo termina com uma leitura dos alertas do período, das mudanças na operação e das exigências da próxima inspeção ou auditoria de cliente. Com isso, a diretoria define o escopo do ciclo seguinte.

O que muda quando a proteção tem rotina

Expedição menos exposta a parar

Rede do armazém isolada, contenção combinada e cópia testada reduzem o tempo em que um ataque consegue travar a doca.

Registro que a qualidade consegue defender

Permissão, trilha e restauração conferida sustentam a resposta quando alguém pergunta se o registro pode ter sido alterado.

Terceiro com porta que fecha

Cada prestador tem acesso com nome, escopo e fim, e a empresa sabe exatamente quem pode entrar no ambiente.

Dúvidas mais comuns

O que a qualidade, o TI e a diretoria perguntam

“A norma sanitária fala de segurança da informação?”

A RDC nº 430/2020 pede que registros manuais ou eletrônicos sejam prontamente recuperáveis e armazenados com medidas de segurança contra modificação não autorizada, danos, deterioração ou perda, com backup dos registros eletrônicos. O serviço cuida da parte técnica desse requisito.

“Vocês validam nossos sistemas?”

Não. A validação é responsabilidade da empresa, conduzida pela Garantia da Qualidade. Nosso trabalho é o ambiente em volta: acesso, rede, detecção e cópia, com mudanças registradas para não comprometer o que já foi validado.

“Existe um centro de operações de vocês olhando o ambiente?”

Não temos centro de operações próprio. Monitoramento contínuo e MDR ficam com um parceiro especializado nessa operação; do nosso lado ficam a definição do escopo, o caminho de acionamento e a conversa com a sua equipe.

“E os sensores e coletores que não aceitam antivírus?”

Muitos não aceitam. A saída é deixá-los numa rede só deles, restringir com quais máquinas se comunicam e observar o que trafega, e não forçar software onde ele não roda.

“Vocês emitem certificado para a auditoria do cliente?”

Não. Organizamos controles e documentação para a auditoria, que é feita pelo cliente ou por organismo independente. O valor da avaliação está em não ser feita por quem preparou.

“Temos fábrica e centro de distribuição. Começamos por onde?”

Pelo ponto cuja parada custa mais, quase sempre a expedição ou a área que guarda produto termolábil. O padrão depois é levado aos outros endereços em ciclos.

Esta frente em outros setores

Fontes citadas

  • RDC nº 430/2020 (Anvisa): Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos. Os registros, manuais ou eletrônicos, devem ser prontamente recuperáveis e protegidos contra modificação não autorizada, danos, deterioração ou perda, com backup dos registros eletrônicos (art. 23); equipamentos e sistemas informatizados devem ser qualificados e validados antes do uso ou depois de mudança significativa (art. 40); a qualidade deve garantir a integridade e a rastreabilidade dos medicamentos e dos dados das transações comerciais (art. 18, XIV).

Próximo passo

Se ninguém sabe dizer quem pode alterar um registro de temperatura, é por esse ponto que o trabalho começa.

No diagnóstico olhamos os registros regulados, a rede do armazém, os acessos de terceiros e o efeito de um ataque de madrugada sobre a expedição, e ordenamos o trabalho pela criticidade.

  • Sistemas cuja parada trava a expedição, e por onde podem ser atingidos
  • Registros de qualidade e quem consegue alterá-los
  • Escopo do ciclo inicial, dividido entre nós e o parceiro de monitoramento