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Segurança Gerenciada · Atacado e Distribuição B2B

A tabela de preço por cliente é o ativo mais disputado da distribuidora. E costuma estar a um login de representante de distância.

Operamos a proteção do que sustenta a venda no atacado: a loja B2B aberta na internet, o acesso de representantes e televendas, a cobrança que o cliente paga confiando no boleto e o ERP com anos de notas fiscais que precisam continuar disponíveis.

Carteira com acesso restrito
Boleto que o cliente confia
Arquivo fiscal preservado

Onde a exposição aparece no atacado

A distribuidora abriu canais para vender mais. Cada canal novo virou também uma entrada nova.

Representante externo, televendas, loja B2B, integração com marketplace e troca intensa de documentos com clientes e fornecedores fazem a distribuição crescer. O mesmo movimento multiplica quem acessa o ERP e por onde um golpe consegue chegar ao caixa.

O representante que foi para o concorrente ainda entra no aplicativo de vendas, com a tabela de preço e o histórico de compra de cada conta da carteira dele.

A loja B2B foi publicada às pressas para um cliente grande e nunca passou por um teste de invasão, embora guarde cadastro, limite de crédito e condição comercial de todas as contas.

Um cliente paga um boleto que chegou por e-mail com a identidade visual da distribuidora e o código de barras de outra pessoa, e a discussão sobre quem arca com o prejuízo começa na cobrança.

O ERP e o repositório dos arquivos de nota fiscal ficam no mesmo servidor, sem cópia separada, e um sequestro de dados levaria junto anos de documentos que o fisco pode pedir.

Televendas trabalha com equipe temporária em época de campanha, e as contas criadas para ela continuam ativas meses depois.

O que operamos para distribuidoras e atacadistas

Cada camada é escolhida pelo que ameaça a margem ou a continuidade da venda, e mantida com revisão e registro. Execução de teste de invasão e monitoramento fora do expediente vêm de parceiros especializados.

Acesso de representantes e televendas por carteira

Cada vendedor, interno ou externo, vê apenas as contas que atende, com identidade própria e segundo fator. Encerrado o contrato do representante ou a campanha da equipe temporária, o acesso sai no mesmo dia, em todos os sistemas.

Visão limitada à carteiraSegundo fatorEncerramento no mesmo dia

Loja B2B e portais testados por quem tenta entrar

A loja B2B, o portal do cliente e as integrações publicadas passam por teste de invasão executado por parceiro especializado. O relatório vira lista de correção priorizada para quem mantém a loja, e o reteste confirma o que foi fechado.

Superfície pública testadaCorreção por prioridadeReteste

Cobrança protegida contra adulteração

Simulações de golpe para financeiro, cobrança e comercial, regra de confirmação por outro canal para qualquer mudança de dado bancário e orientação para a carteira sobre qual é o canal oficial de envio de boleto. O golpe perde força quando o cliente sabe o que esperar.

Simulação para o financeiroMudança bancária confirmadaCanal oficial comunicado

ERP e arquivo fiscal fora do alcance de um sequestro

Proteção gerenciada nos servidores e estações e verificação de que o arquivo de notas fiscais tem cópia separada que volta quando preciso. O Ajuste SINIEF 07/05 obriga emitente e destinatário a guardar a NF-e em arquivo digital pelo prazo da legislação tributária, e cumprir essa guarda depende de o arquivo sobreviver a um incidente.

Servidor protegidoCópia separada verificadaGuarda fiscal preservada

Dado de cliente e de crédito tratado com critério

Cadastro de compradores, contatos e informações usadas na análise de crédito mapeados, com acesso limitado a quem decide o limite. A Lei nº 13.709/2018 pede proteção técnica e administrativa para esse dado pessoal e comunicação de incidente com risco relevante.

Dado de crédito restritoMapa do cadastroResposta a incidente

Alerta visto mesmo fora do comercial

O sinal dos computadores e do perímetro do escritório e do centro de distribuição chega a analistas do parceiro de operação, com a ação de contenção já combinada com a distribuidora para não travar o faturamento do dia seguinte.

Escritório e CD cobertosAnalista do parceiroFaturamento preservado

Onde esta frente termina

Não é sistema de vendas nem prevenção de perda no estoque. É a proteção da informação que a distribuidora vende e guarda.

Segurança gerenciada (esta página)

  • A preocupação é tabela de preço vazando, cliente pagando boleto falso ou o ERP travado.
  • Representantes, televendas e integrações multiplicaram quem acessa o sistema.
  • Cliente grande ou seguradora pediu evidência de controle de acesso e de resposta a incidente.
  • O serviço segue em ciclos com revisão, sem data de término.

Software sob medida para distribuidora

  • Falta um portal de pedidos ou um motor de política comercial que o ERP não oferece.
  • O problema é a regra de preço e crédito fora do sistema, e não a exposição dela.
  • A necessidade é construir aplicação nova, com o controle de acesso já no desenho.
Ver essa frente

Quando o gargalo é o interno redigitando pedido ou conferindo crédito, a frente certa é Automação. Inventário, avaria e perda física no centro de distribuição são gestão de estoque e ficam fora desta página.

Quando faz sentido conversar

Faz sentido quando o número de pessoas e sistemas com acesso à carteira já passou do que alguém consegue acompanhar de memória.

Distribuidora pequena, com poucos vendedores internos e sem loja B2B, resolve bastante com endpoint bem cuidado e senha forte. A operação contínua ganha peso com representante externo, canal digital e volume de cobrança.

Representantes que saíram ainda aparecem como usuários ativos em algum sistema.

A loja B2B ou o portal do cliente nunca passou por teste de invasão.

Algum cliente já pagou boleto adulterado enviado em nome da distribuidora.

O ERP e o arquivo de notas fiscais não têm cópia separada conhecida.

Um cliente de grande porte enviou questionário de segurança para manter o fornecimento.

Como o serviço roda numa distribuidora

Fechamento de mês e época de campanha comercial ficam protegidos de mudança: a implantação acontece nas semanas em que o faturamento aguenta.

01

ETAPA 01

Levantamento

Listamos todos que acessam ERP, aplicativo de vendas e loja B2B, o que cada um enxerga, o que está publicado na internet, por onde sai o boleto e onde está guardado o arquivo das notas fiscais.

02

ETAPA 02

Implantação

Começamos pelo que mais ameaça o caixa: contas de ex-representantes e temporários, acesso por carteira, confirmação de dado bancário e proteção do servidor fiscal, seguidos do teste da loja B2B.

03

ETAPA 03

Operação

Contas revisadas a cada entrada e saída de vendedor, campanhas de simulação correndo no financeiro e no comercial, alertas acompanhados pelo parceiro e ocorrências tratadas junto com o responsável de sistemas.

04

ETAPA 04

Revisão

Ao fim de cada ciclo, a diretoria recebe quem entrou e saiu dos sistemas, as tentativas de golpe registradas e o que muda com um canal novo, uma unidade nova ou um cliente que passou a exigir evidência.

O que muda quando a carteira tem porta com chave

Condição comercial que não sai com o vendedor

Com acesso por carteira e encerramento no dia da saída, a tabela negociada com cada conta deixa de acompanhar o representante até o concorrente.

Cliente menos exposto ao boleto falso

Canal oficial comunicado e mudança bancária confirmada reduzem a margem do golpe e a discussão desgastante que vem depois dele.

Fisco atendido mesmo depois de um incidente

Com o arquivo de notas em cópia separada e verificada, um ataque ao servidor não leva junto os documentos que o fisco pode pedir.

Dúvidas mais comuns

O que a distribuidora pergunta antes de começar

“O representante é autônomo. Posso controlar o acesso dele?”

O aparelho é dele, mas o sistema é seu. O que controlamos é o que ele enxerga ao entrar, com identidade própria, e a retirada imediata quando o contrato de representação termina.

“Boleto adulterado é problema do banco ou do cliente, não meu.”

A responsabilidade é discutida caso a caso, mas o desgaste com a conta e a venda seguinte são da distribuidora. Reduzir a chance do golpe custa menos do que administrar a disputa depois.

“A loja B2B é de uma plataforma de mercado. Ela já não é segura?”

A plataforma cuida da base dela. Configuração, integrações, contas de administrador e o que foi personalizado são da distribuidora, e o teste de invasão olha justamente essa parte.

“Quem olha os alertas à noite?”

Os analistas de um parceiro de operação, porque a Composto Web não tem centro de monitoramento próprio. Nosso papel é o escopo, o acordo de contenção com a distribuidora e a condução do que vem depois.

“Isso vale como certificação para o cliente que pediu?”

Não emitimos certificado, e quem prepara não deveria emitir. A avaliação fica com entidade acreditada, sem ligação com a Composto Web; o serviço garante que a prova pedida exista e esteja em dia quando o auditor chegar.

“Preciso fazer tudo de uma vez?”

Não. O levantamento mostra qual camada está mais atrasada, e na maioria das distribuidoras o primeiro passo é limpar os acessos de quem já não deveria tê-los.

Esta frente em outros setores

Fontes citadas

  • Ajuste SINIEF 07/05 (NF-e), cláusula décima: O emitente deve manter a NF-e em arquivo digital, sob sua guarda e responsabilidade, pelo prazo estabelecido na legislação tributária, e o destinatário também deve cumprir essa obrigação.
  • Lei nº 13.709/2018 (LGPD): Art. 46: os agentes de tratamento devem adotar medidas de segurança, técnicas e administrativas, para proteger dados pessoais de acesso não autorizado e de destruição, perda ou alteração. Art. 48: incidente que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares deve ser comunicado à autoridade nacional e ao titular. Na distribuição, alcança contatos de clientes, representantes e dados usados na análise de crédito.

Próximo passo

Se ninguém sabe dizer quantos ex-representantes ainda conseguem abrir a tabela de preço, o diagnóstico começa por essa lista.

Passamos pelos acessos, pela loja B2B, pelo caminho do boleto e pelo arquivo fiscal, e devolvemos a exposição de cada um com a ordem de tratamento.

  • Lista de usuários ativos por sistema, com quem já deveria ter saído
  • Superfície publicada na internet e o que ela guarda
  • Caminho do boleto até o cliente e onde ele pode ser trocado