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Software Sob Medida · Caso de uso

A reforma tributária muda o documento fiscal. Quem emite por sistema próprio precisa mudar junto.

Empresas que faturam por sistema próprio, portal ou integração construída ao longo dos anos não recebem a atualização de um fornecedor. Adequamos esse sistema aos novos tributos sobre consumo, com o cálculo validado pela área fiscal e sem interromper a emissão.

IBS e CBS no cálculo
Convivência com o modelo atual
Emissão sem interrupção

O que aparece ao abrir o sistema de faturamento

O ERP de mercado recebe atualização. O sistema que a empresa construiu, não.

A reforma tributária sobre consumo cria o IBS e a CBS e redesenha como o imposto é calculado, destacado e informado no documento fiscal, com um período em que o modelo antigo e o novo convivem. Para quem emite por ERP de mercado, a adequação chega pelo fornecedor. Para quem emite por sistema próprio, alguém precisa fazê-la.

O cálculo de imposto está espalhado pelo código do faturamento, escrito por pessoas que já não estão na empresa, e ninguém sabe apontar todos os lugares que precisam mudar.

O cadastro de produtos e serviços tem classificação fiscal incompleta ou desatualizada, e o novo cálculo depende dela.

O portal de vendas ou o sistema de contratos calcula preço com imposto embutido por uma regra própria, que também vai mudar.

As mudanças de leiaute do documento fiscal são publicadas em notas técnicas, e ninguém as acompanha para o sistema próprio.

O que fazemos na adequação da emissão fiscal

Trabalho sobre o sistema que a empresa já tem, com a regra tributária definida pela área fiscal ou pela contabilidade e o código mantido sob controle da empresa.

Levantamento de onde o imposto é calculado

Mapeamos no código e nas integrações cada ponto que calcula, destaca ou informa tributo sobre consumo: faturamento, portal, contrato, devolução, relatório. É a lista do que precisa mudar, antes de mudar qualquer coisa.

Código lidoIntegrações mapeadasLista de pontos

Cadastro fiscal preparado

Classificação de produtos e serviços, perfil tributário de clientes e tipos de operação revisados junto com a área fiscal, porque o novo cálculo só é tão bom quanto o cadastro que o alimenta.

Classificação de itensPerfil do clienteTipos de operação

Cálculo isolado e testável

A regra de cálculo sai do código espalhado e vai para um componente único, com parâmetros que mudam sem nova versão do sistema e testes automáticos que comparam cada resultado com o esperado.

Componente únicoParâmetrosTestes automáticos

Convivência entre o modelo atual e o novo

Durante a transição, o documento precisa carregar o que cada regra exige. O sistema passa a tratar os dois modelos lado a lado, com a vigência de cada um controlada por parâmetro.

Dois modelosVigência parametrizadaTransição controlada

Emissão validada antes de valer

Os documentos são gerados no ambiente de homologação da autoridade fiscal e conferidos pela área fiscal da empresa antes de a mudança ir para produção.

Ambiente de homologaçãoConferência fiscalLiberação controlada

Onde este caso termina

Não é consultoria tributária nem troca de ERP. É a adequação técnica do sistema próprio que emite documento fiscal.

Software sob medida (esta página)

  • A empresa emite ou calcula tributo em sistema próprio, portal ou integração construída sob medida.
  • É preciso mexer no código, no cadastro e nas integrações para o novo cálculo funcionar.
  • A regra tributária já foi definida pela área fiscal ou pela contabilidade e precisa ser implementada.

Integração de sistemas

  • A emissão é feita por ERP de mercado e o trabalho é ajustar as integrações que enviam dados a ele.
  • Os sistemas ao redor do ERP precisam receber os novos campos sem retrabalho manual.
Ver essa frente

A interpretação da legislação, o enquadramento de cada operação e o planejamento tributário cabem à contabilidade ou ao jurídico da empresa. A Composto Web implementa e testa a regra que eles definem, e não opina sobre o tributo devido.

Quando faz sentido conversar

A adequação é urgente para quem emite por sistema próprio, porque nenhum fornecedor vai fazê-la no lugar dele.

Se todo o faturamento passa por um ERP de mercado com atualização contratada, o caminho é acompanhar o fornecedor e ajustar as integrações. O projeto entra quando o imposto é calculado em código que a própria empresa mantém.

O documento fiscal é emitido por sistema desenvolvido internamente ou por terceiros.

Existe cálculo de imposto em portal, contrato ou integração, fora do ERP.

Ninguém na empresa consegue listar todos os pontos do código que tratam de tributo.

O cadastro fiscal de produtos e serviços tem lacunas conhecidas.

Como conduzimos a adequação do faturamento

As operações de maior volume vêm primeiro, e cada uma só vai para produção depois de conferida pela área fiscal.

01

ETAPA 01

Imersão

Lemos o código e as integrações do faturamento, conversamos com a área fiscal e a contabilidade e levantamos todas as operações que a empresa emite, incluindo as raras.

02

ETAPA 02

Engenharia

Definimos com a área fiscal a regra de cálculo de cada operação, desenhamos o componente único de cálculo e planejamos a convivência entre os dois modelos.

03

ETAPA 03

Construção

Reescrevemos o cálculo por partes, começando pelas operações de maior volume, com testes automatizados que comparam cada resultado com o esperado pela área fiscal.

04

ETAPA 04

Homologação

Emitimos documentos de teste no ambiente de homologação para cada tipo de operação, e a área fiscal confere valores e campos antes da liberação.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Acompanhamos as atualizações de leiaute e as regras de transição publicadas pelas autoridades e ajustamos parâmetros e código conforme cada etapa entra em vigor.

O que muda quando o cálculo mora num lugar só

Emissão sem interrupção na virada

O sistema próprio continua emitindo, agora com o cálculo exigido, validado antes de entrar em produção.

Regra fiscal concentrada

O cálculo de tributo deixa de estar espalhado pelo código, e a próxima mudança é ajuste de parâmetro, e não caça ao trecho perdido.

Cadastro fiscal em ordem

A revisão feita para a reforma deixa o cadastro de produtos e operações pronto para qualquer cálculo que venha depois.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de mexer no faturamento

“Vocês definem como calcular o imposto?”

Não. A regra vem da área fiscal ou da contabilidade. Nosso trabalho é implementar, testar e manter o que elas definem.

“Não é melhor trocar tudo por um ERP de mercado?”

Às vezes é, mas raramente cabe migrar o faturamento inteiro e adequar à reforma ao mesmo tempo. O caminho mais seguro é adequar o que existe e decidir a troca com calma.

“O código é antigo e ninguém mais conhece.”

É a situação mais frequente. A imersão começa lendo o código e as integrações, e a lista de onde o cálculo acontece é a primeira entrega.

“E se as regras mudarem de novo?”

Vão mudar ao longo da transição. Por isso o cálculo fica parametrizado e isolado: a mudança seguinte custa menos que a primeira.

“A nota sai do ERP, mas o portal calcula o preço.”

Então a adequação é no portal e na integração com o ERP. O levantamento mostra exatamente em que trechos.

Próximo passo

Se o imposto é calculado em código que a empresa mantém, a adequação é responsabilidade dela.

O diagnóstico lê o faturamento, lista todos os pontos que calculam ou informam tributo sobre consumo e devolve o plano de adequação, com a ordem das operações e o que depende da área fiscal.

  • Lista dos pontos de código e integração que tratam tributo
  • Lacunas do cadastro fiscal
  • Plano de adequação por operação