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Software Sob Medida · Caso de uso

O empreiteiro mede o que diz que fez. O fiscal confere o que consegue, e o pagamento sai no meio disso.

Construímos o sistema de medição em que o serviço executado por terceiros é registrado com evidência, conferido por quem fiscaliza e aprovado antes de virar pagamento, com o contrato e o saldo à vista.

Medição com prova
Conferência no local
Saldo de contrato atualizado

O que aparece na véspera do fechamento

A medição é o momento em que o dinheiro sai. É também o momento com menos controle.

Construtoras, incorporadoras, concessionárias e indústrias com obras e manutenção contratam empreiteiros e prestadores pagos por quantidade executada. A medição chega na planilha do próprio terceiro, e verificar cada item exige ir ao local, o que nem sempre acontece.

O boletim vem na planilha do empreiteiro, com a quantidade dele, e o fiscal confere por amostragem porque não há tempo de verificar tudo.

Um item é pago duas vezes em medições seguidas, porque ninguém tinha à mão o acumulado por item do contrato.

A foto que comprovaria o serviço existe no celular de alguém, sem data confiável e sem ligação com o item medido.

O aditivo foi negociado por e-mail e o saldo do contrato não reflete o que ficou combinado.

O que construímos para medir o serviço de terceiros

O contrato, a medição e a evidência num mesmo registro, com papéis separados para quem executa, quem fiscaliza e quem paga.

Contrato como base da medição

Itens, unidades, quantidades contratadas e aditivos ficam cadastrados. A medição só aceita o que está no contrato, e o acumulado por item aparece a cada novo boletim.

Itens do contratoAditivos registradosAcumulado por item

Registro do terceiro com evidência

O prestador informa o que executou pelo aplicativo ou pelo portal, com foto, localização e data capturadas no ato. O registro chega ao fiscal já acompanhado da prova.

Aplicativo ou portalFoto com localData capturada no ato

Conferência do fiscal no local

O fiscal percorre os itens medidos, aceita, ajusta ou recusa com justificativa, e a diferença entre o que foi pedido e o que foi aprovado fica registrada.

Aceite ou glosaJustificativaDiferença registrada

Aprovação e liberação para pagamento

O boletim conferido segue para aprovação conforme o valor e o contrato, e só o aprovado é enviado ao financeiro ou ao ERP para pagamento.

Alçada por valorEnvio ao financeiroSó o aprovado

Saldo e avanço por contrato

Quanto foi medido, quanto falta e quanto foi glosado, por contrato, por obra e por prestador, sem montar planilha de acompanhamento.

Medido e a medirGlosasPor prestador

Onde este caso termina

Não é um sistema completo de gestão de obras. É o controle da medição de terceiros, do registro no campo até a liberação do pagamento.

Software sob medida (esta página)

  • A empresa paga terceiros por quantidade executada e precisa comprovar cada item.
  • A medição chega na planilha do prestador e a conferência é por amostragem.
  • O saldo de contrato e o histórico de glosa precisam morar num lugar confiável.

Automação de processos

  • A medição já é registrada em sistema e o gargalo é o fluxo de aprovação e o envio ao financeiro.
  • O trabalho é conferir documentos do prestador, como nota e certidões, antes do pagamento.
Ver essa frente

Orçamento de obra, cronograma físico-financeiro e diário de obra podem conversar com a medição, mas cada um é um recorte próprio. O primeiro projeto começa quase sempre pela medição, porque é nela que o dinheiro sai.

Quando faz sentido conversar

Medir com sistema próprio compensa quando o volume pago a terceiros é grande e a conferência não acompanha.

Com poucos contratos e itens simples, uma planilha bem controlada pode bastar. O investimento se justifica quando há muitos prestadores, muitos itens e evidência que precisa resistir a questionamento.

Boletins chegam em planilhas diferentes, cada uma no formato de um prestador.

Já houve pagamento em duplicidade ou acima do contratado.

A fiscalização não dá conta de conferir todos os itens antes do fechamento.

Glosas e aditivos se perdem entre e-mails e versões de planilha.

Como conduzimos o projeto da medição de terceiros

O piloto começa pelos contratos de maior valor ou mais contestados.

01

ETAPA 01

Imersão

Acompanhamos um fechamento de medição inteiro, do boletim do prestador ao pagamento, e ouvimos fiscal, engenharia de contratos e financeiro sobre onde cada um perde tempo ou confiança.

02

ETAPA 02

Engenharia

Modelamos contrato, item, medição e evidência, definimos papéis e alçadas de aprovação e escolhemos os contratos que entram no piloto.

03

ETAPA 03

Construção

Em ciclos curtos, prestadores e fiscais testam o registro e a conferência em serviços reais, e o formato do boletim é ajustado ao que o financeiro precisa receber.

04

ETAPA 04

Homologação

Por alguns ciclos de medição, o sistema roda ao lado da planilha, e os valores aprovados nos dois caminhos são comparados antes de qualquer pagamento.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Novos contratos e tipos de serviço entram conforme a operação amplia, e mudanças de regra de aprovação são tratadas como evolução acompanhada.

O que muda quando a medição tem prova e dono

Pagamento só do que foi comprovado

Cada item pago tem registro, evidência e aprovação ligados a ele.

Discussão com o prestador baseada em registro

Glosa e ajuste têm justificativa e prova, e a negociação deixa de ser opinião contra opinião.

Contrato com saldo confiável

Medido, a medir e glosado aparecem atualizados por contrato, sem conciliação manual no fim do mês.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de mudar a medição

“O empreiteiro vai aceitar registrar no sistema?”

Quando a medição dele só é analisada por ali, ele passa a registrar. O acesso é simples e funciona no celular, inclusive sem sinal na frente de serviço.

“Serve para manutenção, e não só para obra?”

Sim. Qualquer serviço pago por quantidade medida segue a mesma lógica de contrato, item, evidência e aprovação.

“E o ERP?”

Segue cuidando de contas a pagar e contabilidade. O sistema de medição entrega a ele o valor aprovado, já com o contrato e o centro de custo.

“A evidência resiste a questionamento?”

Data, hora e localização são capturadas pelo aparelho no momento do registro e não podem ser editadas depois, e o histórico de cada alteração fica guardado.

“Por onde começar?”

Pelos contratos de maior valor ou mais contestados. Eles mostram depressa se o modelo de medição funciona para a empresa.

Próximo passo

Se a medição é conferida por amostragem, o pagamento está sendo feito por confiança.

O diagnóstico acompanha um fechamento real, mostra onde a conferência não alcança e devolve o recorte do primeiro sistema, com os contratos do piloto e o caminho até o pagamento.

  • Fluxo de medição mapeado do prestador ao financeiro
  • Pontos em que falta evidência ou conferência
  • Contratos do piloto e regra de aprovação