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Software Sob Medida · Caso de uso

O cliente liga para saber da carga. A resposta está no sistema, mas só a sua equipe enxerga.

Construímos o portal em que o embarcador consulta status, baixa comprovante e registra ocorrência por conta própria, com os dados que o sistema de transporte e o aplicativo do motorista já produzem.

Status por carga
Comprovante na hora
Ocorrência com dono

O que se vê numa manhã da central de atendimento

Boa parte do dia da central é gasta repetindo informação que já está registrada.

Transportadora e operador logístico vendem prazo e confiança. O embarcador quer saber onde está a carga, se foi entregue e o que houve quando algo deu errado, e quer saber isso sem esperar alguém responder.

O analista do embarcador pede por mensagem o status de dezenas de notas, e alguém da transportadora consulta uma por uma para devolver a resposta.

O canhoto assinado fica numa pasta ou numa foto no celular do motorista, e o comprovante só chega ao cliente dias depois, segurando o faturamento do frete.

Avaria, recusa e reentrega são tratadas por e-mail, sem número, sem prazo e sem histórico que se possa abrir na próxima reunião de nível de serviço.

Cada grande cliente pede um relatório num formato diferente, montado à mão toda semana.

O que construímos no portal do embarcador

Uma janela para o cliente sobre a operação que já existe, alimentada pelos sistemas da transportadora e com acesso separado por embarcador.

Status por nota, pedido ou carga

O embarcador pesquisa pelo documento que ele conhece e vê a situação e o histórico de eventos, da coleta até a entrega. Cada cliente acessa só as próprias cargas, com usuários que ele mesmo administra.

Busca pelo documento do clienteHistórico de eventosAcesso isolado

Comprovante de entrega disponível

A foto do canhoto ou a assinatura digital colhida pelo motorista fica ligada à nota e pode ser baixada assim que sincronizada, uma a uma ou em lote para a conferência da fatura de frete.

Canhoto ligado à notaDownload em loteConferência de fatura

Ocorrência aberta pelo próprio cliente

Avaria, falta, recusa ou pedido de reentrega viram um registro com tipo, responsável e prazo de resposta, visível para os dois lados até o encerramento.

Tipo e responsávelPrazo de respostaHistórico compartilhado

Indicadores de serviço por embarcador

Entregas dentro do prazo, ocorrências por tipo e tempo de tratamento calculados a partir dos eventos, no recorte de cada cliente, sem a planilha semanal.

Prazo cumpridoOcorrência por tipoRecorte por cliente

Leitura dos sistemas que já rodam

O portal consome eventos do sistema de transporte, do rastreamento e do aplicativo de entrega. Quando algum deles não oferece integração pronta, a ponte é construída do lado de fora.

Sistema de transporteRastreamentoAplicativo de entrega

Onde este caso termina

Não é um sistema de gestão de transporte novo. É a camada que mostra ao cliente o que a operação já registra.

Software sob medida (esta página)

  • O embarcador precisa de autoatendimento com acesso próprio e regra por cliente.
  • Os dados estão em sistemas diferentes e ninguém vende uma vitrine pronta que junte todos.
  • A transportadora quer que o portal seja dela, com a marca e a regra de acesso que definir.

Automação de processos

  • Basta avisar o cliente automaticamente a cada mudança de status, sem área de consulta.
  • O comprovante precisa ser lido e baixado no sistema sem digitação, e o cliente não vai acessar nada.
Ver essa frente

O portal depende do evento registrado na rua. Se o motorista ainda não registra a entrega no celular, a primeira etapa pode ser o aplicativo de campo, e o portal vem na sequência.

Quando faz sentido conversar

O portal compensa quando o atendimento ao embarcador cresce junto com o volume transportado.

Com poucos clientes e poucas cargas, um aviso automático pode resolver sem portal. Construir faz sentido quando a central vira gargalo e o cliente grande passa a cobrar visibilidade como condição de contrato.

A central responde status por mensagem e telefone o dia inteiro.

O comprovante demora a chegar ao cliente e atrasa o faturamento do frete.

Ocorrências se perdem em e-mails, sem prazo nem responsável.

Clientes grandes exigem relatórios de nível de serviço que hoje saem de planilha.

Como conduzimos a construção do portal do embarcador

O piloto começa com um embarcador parceiro e as consultas que ele mais faz.

01

ETAPA 01

Imersão

Passamos tempo na central de atendimento e no tratamento de ocorrências, lemos as solicitações que chegam dos clientes e levantamos de onde sai cada dado que alguém consulta para responder.

02

ETAPA 02

Engenharia

Definimos os eventos que o portal mostra, a fonte de cada um, a regra de acesso por embarcador e o primeiro grupo de clientes que vai usar.

03

ETAPA 03

Construção

Em ciclos curtos, o portal ganha consulta, comprovante e ocorrência, e analistas de um embarcador parceiro testam com cargas reais desde as primeiras versões.

04

ETAPA 04

Homologação

O portal roda com o grupo piloto enquanto a central segue atendendo. Comparamos o que ele mostra com o que a central responderia até não sobrar divergência.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Com o portal aberto a mais clientes, incluímos novas fontes de evento, novos tipos de ocorrência e ajustes de relatório conforme os contratos pedem.

O que muda quando o embarcador consulta sozinho

Central livre para o que exige gente

A consulta repetida sai da fila da central, que passa a cuidar da ocorrência e da exceção.

Comprovante que não segura o frete

Com o canhoto disponível ao embarcador logo depois da entrega, a conferência da fatura deixa de esperar papel.

Nível de serviço medido igual dos dois lados

Transportadora e cliente discutem prazo e ocorrência olhando o mesmo registro, e não duas planilhas.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de abrir o portal aos clientes

“Preciso trocar meu sistema de transporte?”

Não. Ele continua cuidando de emissão, frete e roteirização. O portal lê os eventos que ele registra e os apresenta ao cliente.

“O cliente vai ver dado de outro cliente?”

Não. Cada embarcador tem acesso isolado, com usuários próprios e permissões definidas, e isso é testado na homologação antes de qualquer abertura.

“E se o motorista não registra a entrega no celular?”

Então o comprovante não tem de onde vir. Nesse caso o diagnóstico aponta o aplicativo de entrega como primeira etapa.

“Posso colocar a minha marca?”

Sim. O portal é da transportadora, com endereço, identidade visual e regra de acesso escolhidos por ela.

“E o cliente que quer receber por integração, e não por tela?”

O mesmo dado que alimenta o portal pode ser entregue ao sistema do embarcador por API ou arquivo, quando o contrato pede.

Próximo passo

Se a central passa o dia repetindo o que o sistema já sabe, o cliente precisa de uma janela própria.

O diagnóstico levanta o que os embarcadores mais perguntam, de onde vem cada resposta e o que ainda falta registrar, e devolve o recorte do primeiro portal.

  • Levantamento das consultas que chegam à central
  • Mapa das fontes de evento e de comprovante
  • Grupo de clientes do piloto e regra de acesso