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Software Sob Medida · Caso de uso

A equipe trabalha onde o sinal não chega. O registro do que ela fez chega dias depois, quando chega.

Construímos o aplicativo que o técnico, o encarregado ou o motorista usa no local: ele grava tudo sem conexão, com foto, horário e posição, e envia ao sistema da empresa assim que encontra rede.

Funciona sem sinal
Evidência no registro
Sincronização segura

O que se vê acompanhando uma equipe externa

O serviço termina no campo. A informação sobre ele começa no escritório, a partir de um papel amassado.

Obra, subestação, fazenda, rota de entrega, planta de cliente: boa parte do trabalho externo acontece longe de uma conexão estável. Os aplicativos genéricos de formulário prometem resolver, mas travam quando o sinal cai ou não aceitam a regra de preenchimento da empresa.

O técnico anota em papel ou tira foto solta no celular pessoal, e alguém no escritório tenta casar cada imagem com a ordem certa no fim da semana.

O aplicativo em uso exige internet para abrir o formulário, e a equipe desiste dele no subsolo, na zona rural ou dentro do galpão.

Uma medição contestada pelo cliente não tem prova: faltam horário, local e quem executou, e a discussão vira palavra contra palavra.

Dois registros do mesmo serviço aparecem depois da sincronização, porque o app não sabe tratar conflito, e a correção fica para alguém fazer à mão.

O que construímos para quem trabalha fora do escritório

Aplicativos feitos para o formulário, a regra e o aparelho da operação, com o sistema central da empresa como destino.

Registro completo sem conexão

O aplicativo guarda a ordem, os formulários e as listas de apoio no próprio aparelho. O profissional abre, preenche e encerra o serviço sem sinal, e nada se perde se a bateria acabar no meio do caminho.

Dados no aparelhoFormulário localSem perda de registro

Evidência presa ao registro

Foto, localização, data e hora e assinatura do responsável no local ficam anexadas ao item que comprovam, e não numa galeria separada. A prova do que foi feito nasce junto com o apontamento do serviço.

Foto com local e horaAssinatura no aparelhoProva vinculada

Sincronização que trata conflito

Quando a rede volta, o envio acontece em segundo plano, com fila, nova tentativa e regra para o caso de duas pessoas mexerem no mesmo registro. O escritório vê o que chegou e o que segue pendente em cada aparelho.

Envio em segundo planoRegra de conflitoPendências visíveis

Formulário com a regra da operação

Campos obrigatórios por tipo de serviço, checklist que muda conforme a resposta anterior, faixa aceitável numa medição. A regra que hoje depende do treinamento de cada um passa a estar na tela.

Campos por tipo de serviçoChecklist condicionalFaixa de medição

Entrega ao sistema central

O que foi registrado segue para o ERP, o sistema de manutenção ou o controle de obras da empresa, e a programação do dia desce para o aparelho antes de a equipe sair.

Programação no aparelhoRegistro no ERPSem digitação no escritório

Onde este caso termina

Não é um aplicativo de formulários genérico. É o registro de campo desenhado para a regra da empresa e para a falta de sinal.

Software sob medida (esta página)

  • O trabalho acontece em lugar sem conexão confiável e o registro não pode esperar.
  • O formulário tem regra própria que as ferramentas de formulário prontas não aceitam.
  • O registro precisa chegar ao sistema central com a evidência anexada.

Automação de processos

  • O registro de campo já existe e funciona, e o trabalho é levar o que ele produz para relatório, cobrança ou cliente.
  • O gargalo está no escritório, depois que o dado chegou, e não no local do serviço.
Ver essa frente

Rastreamento de veículo, telemetria e equipamento embarcado ficam fora desta frente. O aplicativo pode ler o que esses dispositivos já disponibilizam e juntar ao registro do serviço.

Quando faz sentido conversar

O aplicativo próprio se justifica quando o registro de campo é a prova do serviço e a conexão não é garantida.

Se a equipe trabalha sempre com boa rede e o formulário é simples, uma ferramenta pronta pode bastar, e o diagnóstico diz isso. O investimento faz sentido quando o papel continua sendo o plano B de todo dia.

Parte dos serviços é anotada em papel porque o aplicativo atual não abre sem internet.

Medições ou entregas são contestadas e a empresa não consegue provar o que foi feito.

Fotos de serviço chegam soltas por mensagem e alguém organiza tudo manualmente.

A cobrança do serviço atrasa porque o registro demora a chegar ao escritório.

Como conduzimos o projeto de um aplicativo de campo

O primeiro recorte cobre um tipo de serviço e um grupo pequeno de profissionais.

01

ETAPA 01

Imersão

Vamos a campo com a equipe, no lugar onde o sinal falha, e observamos o que ela preenche, em que ordem e com que aparelho, além do que o escritório faz com isso depois.

02

ETAPA 02

Engenharia

Definimos o modelo de dados que vive no aparelho, a regra de sincronização e de conflito e o recorte do primeiro tipo de serviço que o aplicativo vai cobrir.

03

ETAPA 03

Construção

Entregamos versões de teste a um grupo pequeno de profissionais, que usam o aplicativo no serviço real, com a luva, o sol e a pressa que o escritório não simula.

04

ETAPA 04

Homologação

O aplicativo roda em paralelo ao papel por um período combinado, com conferência de cada registro sincronizado, até a equipe e o escritório confiarem no que chega.

05

ETAPA 05

Gestão e Sustentação

Acompanhamos os aparelhos em uso, as versões instaladas e as novas regras de formulário, e tratamos as atualizações de sistema operacional que quebram aplicativos esquecidos.

O que muda quando o registro nasce no local do serviço

Serviço visível no mesmo dia

O que foi feito no campo aparece no sistema assim que o aparelho encontra rede, e não quando o papel volta ao escritório.

Prova anexada a cada item

A contestação de medição ou de entrega passa a ser respondida com foto, local, horário e assinatura presos ao registro.

Cobrança sem esperar papel

Com o serviço registrado e comprovado, a cobrança ao cliente pode sair logo depois da execução.

Dúvidas mais comuns

O que perguntam antes de levar o aplicativo a campo

“E se o aparelho ficar dias sem sinal?”

O aplicativo foi feito para isso. Ele guarda os registros localmente pelo tempo necessário e envia tudo quando encontra rede, avisando o profissional do que está pendente.

“Precisa comprar aparelho novo?”

Nem sempre. Levantamos os aparelhos em uso na imersão e desenhamos para o que a equipe já tem, salvo quando o modelo atual não aguenta o ambiente.

“A equipe de campo vai aderir?”

A adesão vem de uma tela mais rápida que o papel. Por isso os testes começam com quem executa o serviço, e o formulário perde todo campo que ninguém preenche.

“E a segurança dos dados no celular?”

Os dados guardados no aparelho ficam cifrados, o acesso é por usuário e um aparelho perdido pode ser bloqueado. Isso entra no desenho desde o começo.

“Serve para mais de um tipo de serviço?”

Serve, mas o primeiro recorte cobre um só. Medição, ordem de serviço e entrega têm regras diferentes, e cada nova rotina entra depois de a anterior estar estável.

Próximo passo

Se o papel ainda é o plano B de todo dia, o aplicativo de campo não está servindo à equipe.

No diagnóstico acompanhamos uma rotina externa e devolvemos o recorte do primeiro aplicativo: o que ele registra, o que funciona sem rede e como cada registro chega ao sistema da empresa.

  • Rotina de campo observada no local
  • Lista do que precisa funcionar sem conexão
  • Destino de cada registro no sistema central