O cliente quer pedir sozinho. O preço dele só existe na cabeça do vendedor.
Construímos o portal em que o comprador B2B monta o pedido com a tabela, o prazo e a condição que valem para ele, e o pedido chega ao ERP já conferido contra estoque disponível e limite de crédito.
O que aparece quando se segue um pedido de recompra
O cliente compra o mesmo mix todo mês, e mesmo assim cada pedido passa por três pessoas.
Em quem vende para outras empresas, a condição comercial raramente é uma só. Há tabela por região, desconto por volume, prazo negociado em contrato e item liberado só para certos compradores. Enquanto essa regra vive em planilha e na memória do time, o pedido mais simples vira trabalho manual.
O comprador manda a lista por mensagem ou e-mail, o vendedor confere o preço daquele cliente numa planilha própria e alguém do interno digita tudo no ERP, com chance de erro em cada passagem.
O cliente não sabe se o item está disponível até receber o retorno, e o pedido que parecia fechado volta com corte de quantidade depois de faturado o resto.
A loja virtual de prateleira mostra um preço único para todos, então a empresa desiste dela ou esconde o preço, e o cliente precisa pedir cotação do mesmo jeito.
Pedido enviado à noite fica parado até a manhã seguinte, e o representante passa o dia atendendo reposição quando deveria abrir conta nova.
O que construímos no portal de pedidos
Um canal de pedido feito a partir da política comercial da empresa, conversando com o ERP que já registra cliente, estoque e faturamento.
Catálogo e preço calculados por cliente
Ao entrar, o comprador vê só os itens liberados para ele, com o preço que resulta da tabela, do desconto de contrato e da faixa de volume. A regra fica num lugar só, lida pelo portal e mantida pela área comercial, sem cópia em planilha paralela.
Conferência antes de o pedido existir
Estoque disponível, limite de crédito, pedido mínimo e múltiplo de embalagem são verificados enquanto o comprador monta o carrinho. O que não passa aparece na hora, com o motivo, e não num telefonema dois dias depois.
Pedido entregue ao ERP sem redigitação
O pedido aceito segue para o ERP pelo meio que ele oferecer, seja API, arquivo ou uma camada construída para isso. Separação, faturamento e nota voltam para o portal, e o cliente acompanha sem perguntar ao vendedor.
Área do comprador e do representante
Recompra a partir do histórico, segunda via de boleto e nota, pedidos em aberto. O representante enxerga a própria carteira e pode montar o pedido junto com o cliente, dentro da mesma regra de preço.
Exceção com dono
Quando o comprador pede algo fora da política, como prazo maior ou item não liberado, a solicitação entra numa fila de análise com responsável definido, e não num e-mail esquecido. A resposta volta para o portal.
Onde este caso termina
Não é loja virtual de varejo nem um novo ERP. É o canal de pedido que respeita a política comercial de cada cliente.
Software sob medida (esta página)
- O preço e a condição variam por cliente, contrato ou região, e a plataforma de loja pronta não representa essa regra.
- O pedido precisa passar por estoque e crédito, que moram no ERP, antes de ser aceito.
- A empresa quer o código e a regra comercial sob seu controle, sem depender do roteiro de evolução de uma plataforma.
Integração e automação
- O canal de pedido já existe e o problema é levar o que entra por ele até o ERP sem digitação.
- Os pedidos chegam por e-mail ou planilha e basta ler e lançar automaticamente, sem portal novo.
Quando a política de preço em si é o problema, com desconto que depende de aprovação e margem mínima a proteger, ela ganha um motor próprio, descrito no caso de política comercial com alçada. O portal passa a consultar esse motor.
Quando faz sentido conversar
O portal próprio faz sentido quando vender ao cliente certo, no preço certo, é o que diferencia a empresa.
Se a carteira compra com preço único e poucas regras, um módulo de mercado tende a resolver com menos investimento, e isso sai no diagnóstico. A construção se justifica quando a regra comercial é complexa demais para caber numa loja pronta.
O mesmo item tem preços diferentes para clientes diferentes, e a conta é feita à mão.
A maior parte dos pedidos é recompra que o próprio cliente poderia fazer.
O time interno passa horas lançando no ERP pedidos que chegaram por mensagem.
Pedidos voltam com corte depois de aceitos porque ninguém olhou estoque ou crédito.
A plataforma de loja testada não aceitou a política comercial e foi abandonada.
Como conduzimos a construção do portal de pedidos
O primeiro recorte atende um grupo de clientes e um conjunto de regras; o resto entra depois que esse grupo usou.
ETAPA 01
Imersão
Mapeamos a política comercial como ela é aplicada de verdade, ouvindo vendedor, faturamento e crédito, e reunimos as planilhas de preço e as exceções que cada um guarda.
ETAPA 02
Engenharia
Escrevemos a regra de preço e de aceite de forma explícita, definimos o que o portal lê e grava no ERP e escolhemos o grupo de clientes do piloto.
ETAPA 03
Construção
Entregamos em ciclos curtos, com compradores reais testando o carrinho, porque é ele que revela o campo confuso e a condição esquecida.
ETAPA 04
Homologação
O portal roda com o grupo piloto enquanto o canal antigo continua aberto. Os pedidos dos dois caminhos são comparados até preço e condição baterem sempre.
ETAPA 05
Gestão e Sustentação
Depois da abertura para toda a carteira, ajustamos regra quando muda a política, incluímos novos canais e cuidamos da integração quando o ERP é atualizado.
O que muda quando o cliente pede sozinho
Pedido que chega pronto
O que entra no ERP já passou por preço, estoque e crédito, e o interno deixa de digitar e reconferir o que o cliente escreveu.
Representante de volta à venda
A recompra deixa de ocupar o vendedor, que passa a dedicar o tempo a cliente novo e a negociação que precisa de gente.
Política comercial documentada
A regra de preço deixa de depender de quem sabe mexer na planilha e passa a ser um ativo da empresa, com histórico de cada mudança.
Dúvidas mais comuns
O que perguntam antes de abrir o portal
“O portal toma o lugar do ERP?”
Não. O ERP segue como registro de cliente, estoque, faturamento e fiscal. O portal é a porta de entrada do pedido e troca dados com ele.
“Não é mais simples usar uma plataforma de loja pronta?”
Quando o preço é igual para todos, sim, e dizemos isso. A plataforma pronta tropeça quando cada cliente tem tabela, prazo e mix próprios, e aí adaptar custa mais que construir.
“E se o ERP não tiver API?”
Acontece com frequência. A ligação pode ser por arquivo, por leitura de banco ou por uma camada construída ao redor dele, e a escolha sai da engenharia do projeto.
“O cliente vai usar?”
Parte da carteira migra rápido, parte continua mandando mensagem por um tempo. Por isso o piloto começa com os compradores que já pedem por escrito e com frequência.
“Funciona no celular do comprador?”
Sim. As telas são desenhadas para o aparelho que o comprador tem na mão no momento de repor, muitas vezes de pé no próprio estoque.
“De quem é o portal?”
Da empresa que vende. O código, a documentação e a regra comercial ficam com ela, e a sustentação conosco é uma escolha de contrato.
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Próximo passo
Se o cliente precisa perguntar o próprio preço, o canal de pedido está faltando.
O diagnóstico desmonta a política comercial em regras, aponta onde cada uma vive hoje e devolve o recorte do primeiro portal, com o grupo de clientes do piloto e o caminho até o ERP.
- Mapa da política de preço e das exceções em uso
- Leitura de como o ERP recebe e devolve pedido
- Recorte do piloto e do que fica para a segunda etapa

